A suspeita é de que ex-assessores de Flávio na Alerj abriam mão de parte de seus salários.

Deputados estaduais de partidos de esquerda no Rio de Janeiro estudam pedir investigação contra o colega Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), após o estouro do escândalo do chamado ‘Bolsogate’. 

Reportagem da revista Veja apontou que sete funcionários que passaram pelo gabinete do parlamentar fizeram depósitos na conta de outro ex-assessor de Flávio, Fabrício José Carlos de Queiroz. Um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificou o montante de R$ 1,2 milhão na conta de Queiroz, além de um cheque nominal a Michel Bolsonaro, futura primeira-dama, da parte do ex-assessor e amigo da família.

A ideia dos parlamentares é encaminhar uma representação à Corregedoria da Assembleia Legislativa (Alerj). Flávio Bolsonaro, no entanto, deixa de ser deputado estadual em fevereiro, quando assumirá uma cadeira no Senado. A investigação na Assembleia poderia servir de base a uma denúncia ao Ministério Público.

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