Idaf promove novo debate sobre retirada da vacinação contra aftosa

A partir de 2019, o rebanho acreano não precisará mais ser vacinado contra aftosa.

Por Nayanne Santana 

Representantes de frigoríficos, pecuaristas, órgãos do governo e leiloeiros reuniram-se na terça-feira, 19, com a equipe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (Idaf/AC) para dialogar sobre a importância da retirada da vacinação contra a febre aftosa. 

Ronaldo Queiroz, presidente do Idaf/AC, explica que a proposta é fazer com que todos os agentes envolvidos no Bloco I do Plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção de Febre Aftosa (PNEFA), composto por Acre, Rondônia e parte do Amazonas e Mato Grosso, entendam suas funções dentro do plano. “Quem mais ganhará com isso, serão os pecuaristas, quem comercializa, quem atua nessa cadeia do boi. A participação desses agentes é fundamental”, pontuou Queiroz.

O presidente do Idaf frisa que o plano tem ações para os próximos 10 anos, com atividades que devem ser executadas nas esferas estadual e federal. “Cada Estado terá sua etapa para retirar a vacina. Primeiro serão Acre e Rondônia, com parte do Amazonas e Mato Grosso. Depois, serão os demais Estados”, destaca Ronaldo Queiroz.

No encontro desta terça-feira estavam presentes representantes da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado (Faeac), Casa Civil, da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), Secretaria de Pecuária (Seap), Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado do Acre (Fundepec) e de leiloeiras.

3 de Julho Entrevistas 6ª Edição

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