O ex-secretário de Educação do Município de Brasileia, Valdemir da Silva usou as redes sociais para proferir mentiras e caluniar a este site, segundo Valdemir em um vídeo gravado pelo mesmo, ele afirma que o ponto que se refere ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) não procede e muito mesmo no período que passou a frente da referida Secretaria.

O ex-secretário deveria saber que contra fatos não á argumentos tendo em vista que a redação deste site trabalha com veracidade e provas na mão, no caso são documentos que comprovam que a Procuradoria jurídica da Prefeitura nas pessoas do Advogado Francisco Valadares Neto e Pedro Diego da Costa Amorim entrou com um processo civil contra Valdemir e seus aliados dentre eles o ex-prefeito Everaldo Gomes, o Processo Civil requer pena de nulidade do ato processual praticado, sejam todas as intimações/publicações relacionadas aos autos processuais em destaque realizadas.

A denúncia partida da Procuradoria jurídica do município precisamente de Valadares, refere-se a ato de improbidade administrativa não só contra Everaldo Gomes (ex-prefeito), mas também em desfavor de: Goreth Bibiano, Jorge da Fazendo, Francisco Sales, Cláudia Regina Gadelha e o “Santo Valdemir da Silva”.

Contudo, apesar de regulamente instado, os gestores públicos á época não prestaram as contas, ficando o ente público municipal impedido de receber recursos referentes ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE) do ano de 2016, no valor de R$ 170.280,00 (cento e setenta mil duzentos e oitenta reais).

Diante dos fatos, o ex-secretário municipal de Educação Valdemir da Silva (o Santo) foi notificado para que entregasse a prestação de contas do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), com o fito fossem suspensas as restrições existentes.

Mesmo intempestivamente, o ex-secretário municipal de Educação,Valdemir da Silva, entregou a atual Secretária de Educação, Ramiege Rodrigues, os documentos solicitados via do expediente citado anteriormente. Recebida a documentação, após várias tentativas, a Administração Pública Municipal não conseguiu inserir os documentos referente ao Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), em razão de não aceitação (bloqueio) pelo sistema do Ministério da Educação (MEC).

O processo civil instaurado pelos Procuradores Jurídicos Francisco Valadares e Pedro Diego deixa bem claro a parcela de contribuição para que o montante no valor de R$ 170.280,00 (cento e setenta mil duzentos e oitenta reais) fosse bloqueado, principalmente na parte que se refere os segundos requeridos Goreth Bibiano, Claudia Gadelha, Francisco Sales e Valdemir da Silva (Santo), em razão dos cargos ocupados (eram Secretários municipais de Educação), não terem prestado contas do programa referido.