A luta por igualdade racial é um dos desafios entre as discussões que permeiam as políticas públicas de direitos humanos no Acre.

Recentemente, uma jovem universitária sofreu acusações racistas por meio de carta anônima dentro da universidade, despertando mais uma vez a sociedade para a questão. A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) se posicionou frente ao caso.

De acordo com o gestor da pasta, Nilson Mourão, o fato ocorrido nas dependências do campus da Universidade Federal do Acre (Ufac) em Cruzeiro do Sul gerou um histórico de solicitação de providência junto ao Ministério Público do Acre.

“Nós ficamos atentos a esses casos e nos sentimos provocados a acionar órgãos competentes para apuração. Como nesse caso em que a Sejudh solicitou a investigação do MP, que entendeu que por se tratar de um fato ocorrido dentro de uma instituição federal encaminhou o caso ao Ministério Público Federal e nós aguardaremos o proceder”, comentou Mourão.

Em nota, a Ufac repudiou a atitude racista que envolveu a acadêmica do curso de pedagogia, ofendida por ser descendente indígena. A instituição informou também que está tomando as medidas legais cabíveis.