Cinco residências do Cabreúva estão sem portas, telhas e caixas d’água. Caixa Econômica garante que reparos serão feitos em 30 dias.

Ao menos cinco casas no Conjunto Cabreúva foram depredadas (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)
Ao menos cinco casas no Conjunto Cabreúva foram depredadas (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Cinco casas do Conjunto Cabreúva, em Rio Branco, foram quase que totalmente depredadas. O residencial, existente desde 2011, faz parte de programa habitacional do governo federal. As casas estão abandonadas.

Em, pelo menos, quatro residências, em duas quadras, as portas foram quebradas e quase todas as paredes estão riscadas. Além disso, várias telhas, forro e caixas d’água foram furtadas. Os canos foram quebrados.

Segundo o pedreiro Francisco Valcimar, morador do conjunto, praticamente todos os dias partes são levadas. “Tem gente que entra todo dia nas casas. Já levaram as telhas, caixa d’água e até vaso sanitário”, relata.

A dona de casa Jajanir da Silva se mudou para o Cabreúva em março do ano passado. Ela mora em frente a uma das residências depredadas. “Estão acabando, se não cuidarem, vão acabar derrubando o resto”, fala.

O auxiliar administrativo Francivanei Rabelo é mais enfático. “É dinheiro público jogado fora. A casa está sucateada. Várias pessoas sucateiam e a situação é essa”, acrescenta.

Por telefone, a Superintendência da Caixa Econômica Federal no Acre informou que, inicialmente, o Cabreúva teve alguns problemas técnicos que impediram a entrega das unidades. Após a resolução do problema, junto com a empresa responsável pelas obras, foi verificado que duas haviam sido depredadas.

A Caixa acrescentou que os reparos das casas estão sendo negociados com a construtora e que, no prazo de 30 dias, o problema será resolvido para que logo possam ser entregues às famílias de baixa renda beneficiadas.

Casas do Conjunto Cabreúva tiveram telhas e caixas d'água furtadas (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)
Casas do Conjunto Cabreúva tiveram telhas e caixas d’água furtadas (Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre)

Colaborou Leandro Manhães, da Rede Amazônica Acre.