Essa é a marina que o resto do Brasil não o conhece, todo filho quando melhora de vida é normal também procurar dar uma vida melhor para os pais.

Por 

pai-de-marina-casa

Marina veio da pobreza e teve sua estrutura de vida para um padrão elevado, mas não se preocupou em dar uma boa vida ao pai, ela foi vereadora, deputada, senadora da república e ministra do meio ambiente,  mas não lembrou que o pai vive em área de risco em um bairro de rio Branco, será que essa Marina que o Brasil não conhece, vai lembrar do cidadão humilde quando ela esteve no poder esqueceu do pai.

pai-de-marina

Seu Pedro está no local há 34 anos. Mora com Maria e se sustenta com a aposentadoria por idade. Anos atrás, vendia tabaco na antiga rodoviária, mas a idade avançada já não permite muito esforço. Ele critica o valor do benefício social, de um salário mínimo, cujo ganho real nos últimos 12 anos é uma das principais bandeiras do PT. ‘Para o preço em que estão as coisas, não é um bom salário’, reclama, acrescentando não saber o que um eventual governo Marina faria a respeito.

Esperança da irmã de Marina

Irmã mais nova de Marina Silva (PSB), Maria Elizete da Silva, de 52 anos, diz que uma das primeiras providências da irmã, caso chegue ao Planalto, será tirar o pai, Pedro Augusto da Silva, de 87, da casa de madeira em que vive na Cidade Nova, bairro pobre de Rio Branco. Suspenso por vigas de alvenaria, o imóvel é anualmente visitado pelas cheias do vizinho Rio Acre, um tormento que se repete há cerca de 30 anos na vida dos Silva.

 Seringal Bagaço, em Rio Branco no Acre. Em uma das últimas enchentes, a água ficou a um palmo de invadir o pavimento de cima, o que fez a presidenciável viajar à cidade, na tentativa de tirar o pai do local.

Olha o que diz irmã de Marina

pai-de-marina-filha

‘Se a Marina ganhar para presidente, não vai deixar mais papai aqui neste bairro. Vai achar que também é demais, né? O que é que o povo não vai dizer: ‘ela ganhou, o pai dela continua ali, no alagado, e ela não está fazendo pelo pai. Vai fazer por alguém?”, questiona Maria.

Fonte: Estadão