SÓ PARA OS AMIGOS LEITORES VEREM COMO FOI O PROCESSO DE INSTALAÇÃO DA INDUSTRIA.

Por Almir Andrade

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10577173_551933701596193_2627820315214640605_nA indústria de água mineral da região do Alto Acre, já está no mercado há poucos anos,  mas o suficiente para conquistar seus clientes. Hoje a indústria  de água mineral Lindalva, aquece a economia do município com 43 10525652_551933634929533_2527681047731539944_nempregos. A segunda marca é Tia Eliza, empresa que abraçou a água mineral Lindalva pela qualidade do produto.

A indústria hoje,  abastece os municípios do Alto Acre e a capital Rio 10590487_551934051596158_3403058564948379793_n 10570354_551934111596152_4144199442851686789_n 10305174_551933301596233_4614336344512007871_n 10527374_551933498262880_153583166699627461_n 10547607_551933934929503_437513199400200396_n 60637_551933474929549_786294857516754484_n 10570437_551934008262829_6796011374378572431_nBranco,  os caminhões e carretas levam a água para o seu destino legal.

Para o empresário Raildo Lima, “essa empresa está a cada dia crescendo, graças aos seus clientes que compram a água fortalecendo a industria da região, que tem como objetivo o aquecimento da economia e geração de empregos e renda” finalizou Raildo proprietário da indústria Água Mineral Lindalva.

Água Lindalva: ANVISA autoriza funcionamento de indústria no Alto Acre

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o funcionamento da Indústria de Água Mineral Lindalva, após uma intervenção política feita pelo Programa Assembléia Aberta e pela deputada federal Perpétua Almeida em defesa dos mais de cem empregos diretos que estão sendo gerados pelo empreendimento.

A empresa, situada no quilômetro 28 da Estrada do Pacífico, já tinha aval do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e havia cumprido todas as exigências sanitárias de Segurança do Trabalho. A concessão para funcionamento estava emperrada há mais de cinco meses em razão de burocracias que a Anvisa considerou protocolares.

A ordem para a comercialização beneficiará toda a comunidade urbana do Alto Acre, em especial as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, que compram água mineral de Rio Branco e Senador Guiomard.

O deferimento foi publicado no Diário Oficial da União 983763_551933274929569_8320547180769203400_n 10491085_551933591596204_2265582025259016210_n 10593111_551933774929519_8195850264392652345_n(DOU) desta segunda-feira e o empresário Railton Lima, proprietário, planeja inaugurar a indústria na segunda quinzena deste mês.  “Estava sendo um sufoco. Toda a estrutura custou mais de R$ 2 milhões, mas estava parada há 14 meses. Agora é trabalhar para pagar as contas”, disse o empresário.

Em fevereiro, a deputada Perpétua Almeida interveio junto ao diretor nacional da Anvisa, Agnelo Queiroz, a quem ela pediu uma solução administrativa para o impasse. Naquele momento, o empreendimento, financiado pelo FNO, já  recebia demandas das empreiteiras que trabalham ao longo da rodovia e de  cidades peruanas e bolivianas que enfrentavam surtos de dengue.

“Foi justo cobrar uma solução para este problema. Além da questão da saúde pública, o desenvolvimento daquela região estava ameaçado também”, explicou a deputada.

A fábrica de água mineral, que tem capacidade para engarrafar 1.200 galões de 20 litros por hora, já treinou os funcionários que pretende contratar e os profissionais (entre eles bioquímicos) que emitirão os laudos diários de produção estão aptos ao trabalho.

“O mérito deste empreendimento é fantástico. Não poderia haver empecilho para trancar o funcionamento da empresa”, afirmou o diretor da Anvisa, que recebeu um apelo do deputado Edvaldo Magalhães, presidente da Aleac, para que o governo tomasse providências sensatas neste caso. Edvaldo discursou em nome do projeto “Assembléia Aberta”, que percorre o interior do estado anotando os problemas e buscando soluções para melhorar a qualidade de vida no interior do Acre.

Há 1 ano, o empresário vem pagando o empréstimo contraído junto ao Basa. A mensalidade, de atuais R$ 6 mil, tenderá a subir para R$ 20 mil já no mês de julho. “Até hoje, a gente vem pagando 50% da carência, de acordo com o contrato. Mas as nossas instalações já consumiram mais de R$ 1,5 milhão e não está havendo retorno algum. Agora, vamos ter condições de minimizar esse prejuízo”, agradeceu ele.

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