Reitor diz que grupo estaria utilizando alunos como ‘massa de manobra’.

Reitor diz que estudantes estariam sendo utilizados como 'massa de manobra', por críticos de sua gestão (Foto: Monique Naiá/Arquivo pessoal)
Reitor diz que estudantes estariam sendo utilizados como ‘massa de manobra’, por críticos de sua gestão (Foto: Monique Naiá/Arquivo pessoal)

‘Tiveram mais de 40 anos para resolver os problemas da Ufac’, critica.

Após sofrer críticas pelos gastos em algumas obras executadas no campus da Universidade Federal do Acre (Ufac), em Rio Branco, como a revitalização de um lago e a construção de um chafariz no valor de R$ 530 mil, o reitor da instituição Minoru Kinpara resolveu se manifestar. Neste sábado (7), ele postou um texto em seu perfil no Facebook, direcionado à comunidade acadêmica rebatendo as acusações de seus detratores.

Na publicação, ele diz que as críticas estariam partindo de um grupo que não teria se conformado com a derrota para a chapa encabeçada por ele nas últimas eleições.

“Infelizmente, um pequeno grupo ainda não conseguiu se recuperar da derrota sofrida na última eleição para a reitoria e fica usando um pequeno grupo de alunos como massa de manobra para denegrir a imagem da nossa instituição e da atual gestão que está sob a minha liderança”, diz.

Ele diz ainda que essa agremiação estaria tentando retornar ao poder e não pode querer que todos os problemas da universidade sejam resolvidos em pouco mais de um ano. “Eles tiveram mais de 40 anos para resolver os problemas da Ufac e não resolveram. Agora querem que resolvamos tudo em pouco mais de 1 ano e meio de gestão”, desabafa.

Em outro trecho da publicação ele fala sobre um professor que teria procurado meios de comunicação para falar de problemas que para o reitor são “pontuais”. 

“Vindo de alguém que jamais se preocupou com o bem da Ufac e sim com o seu próprio umbigo não é de se estranhar”, comenta Kinpara.

Para o reitor, os avanços na universidade são visíveis e diz que apesar de acreditar que fazer uma boa administração seja obrigação da gestão da universidade, não teria tanto trabalho “se os outros tivessem feito também as suas obrigações”.

Minoru Kinpara conclui a postagem afirmando que os “interesses da Ufac precisam estar acima dos interesses individuais” ou de determinados grupos. “Deixe-nos trabalhar”, finaliza.

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Do G1 AC