Para finalizar o papo, perguntamos qual foi o bem significativo encontrado no lixo.

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Quem anda pelas ruas de Senador Guiomard, é possível visualizar um homem catando plástico, ferro, alumínio e outros. Raimundo Pessoa, 43 anos, solteiro, pai de dois filhos e morador do bairro Democracia ganha à vida como catador de material reciclável.

LA20120216LJ02-CATADOR-DE-LIXO-RECICLAVEL-BRAZILIAN-GATHERER-RECYCLING-WASTE-320x210Por onde o homem passa com uma carroça improvisada pela quantidade de objetos já chama a atenção. Ele conta que para ganhar cerca de R$ 400 por mês, de onde tira o sustento realiza pelo menos duas viagens, catando ferro, alumínio, papel e plástico.

Um dos sonhos ainda não realizados pelo senhor Raimundo é a construção de um carro para continuar o trabalho. Ele diz que tem na cabeça o modelo do transporte que teria uma cadeira para o motorista e uma longa carroceria.

Quando o catador de recicláveis é questionado sobre a reação das pessoas sobre o trabalho ele comenta que por vezes já foi chamado de lixeiro, porém, não fica triste.

“As pessoas já me chamaram de lixeiro, porém, eu não estou preocupado com o que pensam, pois eu sei que estou dando minha contribuição e ajudando a cidade”, comenta Raimundo.

Para finalizar o papo, perguntamos qual foi o bem significativo encontrado no lixo. “Até hoje só me chamou atenção o fato de encontrar no lixo uns R$ 4”, diz sorridente.

Fonte contilnet