Com celas superlotadas, detentas iniciam rebelião e exigem a presença de juíza

Vale ressaltar que este é o segundo princípio de rebelião que acontece no presídio de Rio Branco
Vale ressaltar que este é o segundo princípio de rebelião que acontece no presídio de Rio Branco

Um princípio de rebelião no pavilhão feminino do Presídio Francisco d’Oliveira Conde (FOC) na tarde desta quinta-feira (8) movimentou o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) até a unidade prisional para conter o motim das detentas. Segundo informações de agentes penitenciários, houve quebra-quebra e a situação ficou tensa.

As detentas exigiam a presença da juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, para reclamarecem da superlotação das celas.

De acordo com os agentes, o motim iniciou em uma das celas onde havia mais de 40 presas em um espaço reservado para pouco mais de 15. O pavilhão inteiro conta com mais de 170 detentas.

Vale ressaltar que este é o segundo princípio de rebelião que acontece no presídio de Rio Branco.

Na primeira rebelião, as reclamações dos presos também foram por falta de espaços e condições adequadas. Na semana passada, a juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, chegou a cogitar a interdição do presídio por falta de estrutura adequada.

Informações da direção do presídio, a Polícia Militar foi acionada para ajudar e a situação já está sob controle. A juíza disse que irá conversar com as detentas, mas só depois que retornarem às celas.

Da Redação Da Agência ContilNet