“Se houver indícios e provas que o deputado apresente, pois não temos informações a este respeito”, declara.

Gina Menezes, Da ContilNet Notícias

Se houver indícios e provas que o deputado apresente", disse o corregedor
Se houver indícios e provas que o deputado apresente”, disse o corregedor

O corregedor-geral da Polícia Militar (PM) do Acre, coronoel Edvaldo, afirmou em entrevista concedida à Agência ContilNet Notícias, na manhã de quarta-feira (30), que não há qualquer indícios de grupo paralelo atuando dentro da coorporação, e nem notícias de grupo paramilitar com atuação no Acre, conforme foi denunciado pelo deputado Walter Prado (PEN).

“Se houver indícios e provas, que o deputado apresente, pois não temos informações a este respeito”, declara.

Coronel Edvaldo afirmou que não chegou até a corregedoria nenhuma denúncia da atuação de grupos isolados atuando dentro da Polícia Militar do Acre, nem paralelo [à corporação], e que, portanto, não há providências a serem tomadas a este respeito.

“Não temos uma única queixa sequer, nenhuma denúncia”, diz.

A respeito do aumento das denúncias de policiais envolvidos em casos de abuso de autoridade, o corregedor diz que a instituição tem tomados as medidas legais, nos casos em que há comprovado abuso.

“Quando, realmente, as denúncias procedem, nós tomamos as providências”, declara.

A respeito da denúncia sobre grupos paramilitares, foi feita da tribuna da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) no dia 23 de abril, pelo deputado Walter Prado, que também é delegado de polícia. Walter afirmou que desde o início do mês, houve mais de 15 casos de assassinatos com características de execução.