O PV SABE O QUE QUER QUEM DISSE QUE VIEMOS PRA SER VICE?

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Foto=Jurua Onlane

O Deputado Federal e pré-candidato ao governo do Acre pelo Partido Verde (PV), Henrique Afonso, parece ter levado um puxão de orelhas de seus aliados ou ao certo não tem um rumo definido quanto seu futuro político.

Primeiro abandonou a Frente Popular do Acre e engatou um namorico com Petecão mais Bocalom e no apagar das luzes anunciou em entrevista ao site contilnet, um noivado com Márcio Bittar como possível vice deste último nas eleições de 2014.

Um dia após as declarações, Henrique mandou artigo aos veículos de comunicação, desmentindo a informação. Veja abaixo o artigo e ouça as declarações de Henrique Afonso.

O PV SABE O QUE QUER
QUEM DISSE QUE VIEMOS PRA SER VICE?

Está se formando um cenário, marcadamente por setores da imprensa,que na visão do PV e de sua estratégia não representa o anseio do Partido e de todo esforço que estamos tendo em nos apresentar a tão grande desafio: Que é ganhar eleição no próximo ano. Estamos comunicando que o PV nunca na sua história teve tão motivado para pleitear um cargo majoritário como nessa conjuntura.

A verdade tem que prevalecer como âncora de chegada a um objetivo edificante. Para começar, mais uma vez revelamos que o Deputado Henrique Afonso é pré candidato a governador, e foi com esse propósito dentre outros de ordem programática, que rompemos com a FPA e ousamos construir uma estrada que tenha como pegadas o estabelecimento de um Estado democrático e de direito, bem como a consolidação da ÉTICA como prática de vida, e,portanto, vivência em toda gestão pública. Acrescentamos o ensejo ardente em dar uma reviravolta nos rumos da política e da economia do nosso Estado.

Uma coisa precisa ser elucidado em todo esse contexto: O PV está no campo da oposição, quer queiram quer não queiram, e nosso posicionamento é está situado no meio daqueles que estão na luta para mudar as estruturas políticas dominantes do Estado do Acre. Evidentemente que o Partido vem com uma proposta de construção de algo muito novo para esse cenário, e durante esses meses apresentamos o arcabouço político e filosófico do grande projeto que temos para o Acre. E no momento, iniciamos uma discussão com a sociedade de um programa com ações concretas no enfrentamento dos desafios apresentados no debate. Como também estamos fazendo um levantamento de teses e dissertações disponíveis que colaboram para o conhecimento científico do Acre, em diversas áreas temáticas. Ao mesmo tempo que faremos fóruns de discussões que revelarão as políticas públicas de juventude, de mulheres, de Educação, de Saúde, de Desenvolvimento Econômico, de Meio Ambiente, de Cidadania, entre outros.

Outra coisa que podemos extrair desse processo, está no incômodo que o PV gerou a segmentos da FPA em buscar aliança no campo da oposição. Quanto a isso vejo como natural, pelo tempo que estamos nessa posição política, dialogar com as duas vertentes que se mostram na oposição. Fato que está causando especulação em setores da imprensa. Como chegamos agora, precisamos ter cautela com quem firmar aliança nesse processo para que seja resguardado o que é proeminente para o PV: O Projeto de Acre que queremos a oferecer durante a campanha. Isso implica na definição dos pilares fundamentais que esse programa vai escolher como norte de um plano de governo consistente, viável e transformador.

Queremos uma avaliação positiva do povo em relação a nossa pré candidatura. Entretanto número de pesquisa não é determinante numa eleição. Outras variáveis devem ser consideradas na escolha de um candidato. Tenho alegria de dizer, que as poucas pesquisas domésticas que tive acesso, mostra HENRIQUE AFONSO com o menor índice de rejeição, e que mais de 50% do eleitorado quer algo novo. E novo está relacionado com a ética e com uma proposta de governo que se diferencie de tudo isso que é e que já foi. O perfil do PV é identificado com essa perspectiva e o tempo é nosso aliado na busca do convencimento que nós somos a mudança que o povo almeja.

O pragmatismo não é descartável na conquista do poder. Aliás abro um parêntese aqui pra dizer que o PV quer sim o poder político no Acre e onde ele estiver. Todavia, o poder que queremos é pra transformar o Acre num lugar próspero economicamente e propício pra produzir felicidade para todos. Temos proposta para viabilizar esse sonho. O poder pelo poder é comportamento dos que fazem da política um negócio, e isto está longe da prática do Partido e do currículo de Henrique Afonso.

Nós viemos pra governar o Acre e não está no nosso dicionário assumir posição de vice. Quem está afirmando essa proposta desconhece a grandiosidade do Projeto Político e de desenvolvimento que Deus colocou no nosso coração. Claro que no final das articulações se percebermos que outro projeto está mais apto para vencer essa estrutura que domina o Acre duas década, saberemos e teremos humildade pra reconhecer. Mas, quero dizer algo que é mais espiritual do que físico: Deus quando levanta alguém, não é pra ser cauda, mas pra ser cabeça.

Termino por aqui esperando que no decurso dessa empreitada o PV faça a melhor aliança, e que ela seja fundamentada em intenções de mudar as coisas do Acre para melhor, oferecendo um projeto que realize a satisfação do povo, que no momento está na condição de grande expectativa por algo novo e transformado. Que tire o Acre do endividamento, e portanto da estagnação econômica, do pesadelo das injustiças sociais e do aprofundamento das desiguales sociais. E por fim que tire o Acre da desesperança e estabeleça um novo tempo em sua história. Para isso, nós da oposição temos que parar de especular quem vai ser cabeça ou cauda e deixar nossa vaidade pelo poder de lado, e criarmos um ambiente propício no campo da oposição que restabeleça a esperança com um projeto de Acre, onde a prosperidade, a paz, a democracia, a ética sejam experiências vivas na política acreana. Por último, o PV não veio fascinado por cargos políticos, mas pelo desejo ardente por um Acre novo e melhor. Ser último em pesquisa não nos incomoda, até porque o histórico de eleições no Acre mostra que os últimos quase sempre foram bem sucedidos nos pleitos eleitorais. Nós cremos, e ao que crer nada é impossível!

(Henrique Afonso – Pré Candidato ao Governo do Estado do Acre)