Tiro virtual ganha adeptos no Acre (Foto: Reprodução/TV Acre)

Esporte chegou em Rio Branco, capital do estado, há nove meses e já tem cerca de 50 atletas. 

Tiro virtual ganha adeptos no Acre (Foto: Reprodução/TV Acre)
Tiro virtual ganha adeptos no Acre (Foto: Reprodução/TV Acre)

O tiro esportivo é um esporte olímpico. Aliás, foi nessa modalidade que o Brasil ganhou a primeira medalha de ouro em Olimpíadas, em 1920, na Bélgica, com o esportista Guilherme Paraense. Hoje o esporte está mais moderno, porém, não menos empolgante. Para cumprir a missão de conhecer o tiro esportivo, nossa reportagem foi até um campo de tiro, que fica localizado em Rio Branco, capital do Acre.

Apesar do nome ser tiro virtual, o esporte parece ser bem ‘real’. A diferença é que no tiro virtual as armas são de ar comprimido, as conhecidas carabinas de pressão. Além disso, a pontuação dos atletas que competem em vários estados ao mesmo tempo é lançada em um ranking virtual, uma estratégia para popularizar o esporte de tiro.

– O tiro virtual funciona basicamente da seguinte forma: tem o alvo, onde temos cinco alvos de treinos em cima e quatro de pontuação oficial abaixo. Em 20 minutos você faz a execução de treino e depois desce para os alvos 1, 2, 3 e 4. Cada um deve contar, obrigatoriamente, cinco tiros – explicou um dos integrantes da Associação Acreana de Carabina de Pressão, Gilson Alberto.

Obediente a todas as regras e a uma distância de 25m do alvo, o atleta Luís Carlos é o segundo no ranking nacional na categoria que utiliza carabina apoiada.

– Comecei a competir há uns sete meses e é isso. É muito bom.

E se você pensa que o tiro virtual é dominado por homens está enganado. A acreana Regiane Félix é a primeira no ranking nacional na categoria 10m com carabina de mola.

– Ir para o Pan-Americano ou olimpíada. O objetivo é esse, chegar lá. No fim do ano temos o confronto entre os 10 melhores de cada estado e vou estar lá – comentou a atleta.

O esporte tem apenas nove meses em Rio Branco e pelo menos 50 atletas já levam a prática a sério.

Colaborou Lillian Lima, da TV Acre.