Chefe da quadrilha que assaltou BB de feijó, que culminou na morte do SGT Mazinho é beneficiado com progressão de regime

João Luiz Baranoski
João Luiz Baranoski

A exemplo de outros presos, João Luiz Baranoski, também será monitorado por uma tornozeleira eletrônica. A decisão foi tomada na tarde de quarta-feira pela juíza da Vara de Execuções Penais, pouco tempo antes  do detento deixar a unidade prisional.

Baranoski foi condenado a 22 anos de cadeia em 2010 pelos crimes de formação de quadrilha armada, roubo de uma caminhonete e o roubo ao  Banco do Brasil de Feijó.

O crime aconteceu no dia 29 de outubro de 2009, quando a agência foi tomada de assalto por uma quadrilha fortemente armada. Na saída, enquanto atiravam para cima, os bandidos utilizaram clientes e funcionários como escudos humanos.

Pelo menos cinco clientes foram levados de reféns na fuga. Seis dias depois do assalto, o sargento Mazin foi assassinado por um dos integrantes da quadrilha na balsa do Rio Purus.

Baranoski, acusado de ser o líder do grupo, foi preso um mês depois em Porto Velho. Na troca de tiros com policiais de Rondônia ele chegou a ser baleado no braço.

Transferido para Rio Branco, foi julgado e condenado. Mas na tarde de quarta-feira, depois de ser beneficiado com o  semiaberto deixou o presídio, antes de completar cinco anos em regime fechado.

O assaltante será monitorado pela a tornozeleira eletrônica, mas resta saber se o equipamento terá a eficiência necessária. Em muitos casos presos com a tornozeleira  foram flagrados executados crimes  em Rio Branco.

Fonte Sena 24 horas