Foram liberados apenas 12 registros fornecidos no Ceará e 27 na Bahia, porém, 42 outros serão entregues hoje: seis na Paraíba, 19 no Rio Grande do Sul e 17 no Ceará.
Mais 42 profissionais terão registros
Mais 42 profissionais terão registros
(Fonte: UOL)
Segundo o Ministério da Saúde, apenas 39 profissionais, ou cerca de 6% dos 633 registros provisórios solicitados aos CRMs, foram liberados nesta segunda-feira (23) para começarem a atuar no programa Mais Médicos. No total, serão 681 profissionais, sendo 400 cubanos.Foram liberados apenas 12 registros fornecidos no Ceará e 27 na Bahia, porém, 42 outros serão entregues hoje: seis na Paraíba, 19 no Rio Grande do Sul e 17 no Ceará.

Na Paraíba, segundo a superintendente do Crempb, Desterro Gomes, além dos seis liberados hoje, mais oito médicos receberão seus registros nos próximos dias. “Tudo está correndo normalmente”, disse ela.Já a assessoria de imprensa do Cremers, do Rio Grande do Sul, afirmou que o órgão estava aguardando os representantes do Ministério da Saúde local retirarem os 19 registros que já estavam liberados desde a última quinta-feira (19). “Eram 40 profissionais, agora estão faltando 21 registros, pois provavelmente algum documento não foi entregue”.

No Conselho Regional do Ceará, o presidente, Ivan Moura Fé, afirmou que além dos 12 profissionais liberados na sexta-feira (20), mais 17 médicos receberão seus registros hoje, faltando apenas três deles aguardando a liberação, pois deram entrada nos documentos por último.

“Quero frisar que fizemos tudo dentro do prazo de 15 dias que nos foi dado. Eu refuto isso de que os CRMs [conselhos regionais de medicina] estão querendo atrasar o processo. Temos de examinar os documentos, afinal, são profissionais que vão exercer a medicina, atendendo pessoas. Temos de ter cuidado”, declarou.

Os médicos sem os documentos não podem atender, pois a prática configuraria exercício ilegal da profissão. Eles deverão apenas ir aos locais de trabalho, porém, sem poder atuar. O ministério diz que, neste período, para que não fiquem parados, serão treinados sobre os problemas médicos das regiões onde vão trabalhar, além de visitar os locais, pois estavam nas capitais e não na própria cidade onde atuarão.