Chuva causa transtornos, prejuízos e até confusão em Rio Branco

Com o trânsito intenso de veículos, a água suja avança com mais força da rua e danifica mercadorias (Foto: reprodução/TV Gazeta)
Com o trânsito intenso de veículos, a água suja avança com mais força da rua e danifica mercadorias (Foto: reprodução/TV Gazeta)

Gislaine Vidal , Da TV Gazeta

A chuva que caiu na tarde desta quarta-feira em Rio Branco causou transtornos e até confusão. Vários pontos ficaram alagados e em um deles comerciantes fecharam a via usando veículos para impedir que mais água entrasse nos comércios.
Acompanhada de um forte vento, a chuva que caiu nesta quarta-feira em Rio Branco foi suficiente para causar prejuízos e transtornos. Motociclistas buscaram abrigo debaixo de postos de combustíveis. “Quem anda de moto é assim. Tem que esperar, já estou todo molhado”, conta o motoboy Carlos Silva.
Em um comércio no bairro Bosque, mesas e cadeiras foram derrubadas com o vento. Nesse período também houve queda de energia. Sem o semáforo funcionar, o trânsito no cruzamento da Avenida Ceará com José de Melo ficou complicado.

Pouco tempo de chuva em Rio Branco é suficiente para provocar vários pontos de alagamento. Na Avenida Getúlio Vargas por exemplo, nas três quadras que antecedem o Pronto Socorro, sentido bairro centro, as águas empoçadas transtornaram a vida dos condutores e comerciantes da via. A funcionária de lavanderia Esmeralda Moreno explica, que a cada chuva, o comércio contabiliza prejuízos. “É sempre assim. A água atinge mercadorias, e quem fica com o prejuízo é o dono do comércio”.
Com o trânsito intenso de veículos, a água suja avança com mais força da rua e danifica mercadorias. Alguns empresários chegaram a fechar as portas.
Comerciantes revoltados com a situação resolveram colocar seus veículos como barreira para impedir que os demais condutores atravessassem. A medida segundo eles, é pra evitar que com a velocidade dos carros, a água chegue até os comércios causando prejuízos. “Já pedimos providências, denunciamos na imprensa e nada foi resolvido. Essa é a saída que encontramos todas as vezes que chove. Fechamos a via. Hoje tem só eu e o outro empresário, em outras vezes tem mais veículos que fecham aqui”, disse o empresário Orides Neto que posicionou sua caminhonete na transversal.
A iniciativa dos comerciantes revoltou os demais condutores e passageiros dos coletivos. Um passageiro desceu do ônibus pra tentar convencer um dos comerciantes à liberar a avenida mas não foi ouvido.

Comerciantes resolveram colocar seus veículos como barreira para impedir que os demais condutores atravessassem (Foto: reprodução/TV Gazeta)
Comerciantes resolveram colocar seus veículos como barreira para impedir que os demais condutores atravessassem (Foto: reprodução/TV Gazeta)