Sempre as vésperas de ano eleitoral os movimentos tendem a aumentar.

No início da noite eles eram cerca de 30 famílias, a partir das horas já estavam em 40 famílias erguendo barracos.
No início da noite eles eram cerca de 30 famílias, a partir das horas já estavam em 40 famílias erguendo barracos.

A Historia do movimento dos sem terra no Acre se arrastar ao longo das décadas e somente muda de lideranças e locais de invasão que em algumas situações processos se arrastam nas Varas e tropeçam nos tramites dos emaranhados de leis de tal forma que quem um dia foi criança dentro do movimento dos sem terras, empate, ou simplesmente invasão hoje vem seus filhos e netos percorrendo o mesmo caminho.

Sempre as vésperas de ano eleitoral os movimentos tendem a aumentar. Invade-se propriedades particulares, privadas, área de proteção ambiental, áreas de riscos, barrancos de rios e mesmo com os crescentes auxílios sócias do governo, como Bolsa Escola, Bolsa Universitária, Bolsa família, Bolsa aqui e o outro também tem ainda os auxílios reclusão, gestante,aluguel,pré natal, assim mesmo os discursos dos invasores não se renovam, são sempre os mesmos.

“Vim tentar um pedacinho de terra por que não tenho onde morar e tenho dez filhos” Diz Maria do Carmo Machado.

Entre um barranco e outro coberto de lona e papelão grupos se reúnem e discutem se a terra ali ainda é do empresário Jimmy Barbosa ou do governo, mas um dos invasores afirma, “não importa de quem é, eu não saiu daqui vivo. To esperando dois anos esperando a casa que fui sorteado , recebi visita da assistente social, assinei documentos e até hoje não sei nem que bairro fica” queixa-se Adalberto Rodrigues Paiva.

As cerca de 30 famílias começaram a invadir o local no início da noite e até as 2horas, cerca de outras dez haviam chegado para demarcar um pedaço de chão que fica a margem da Avenida Amadeo Barbosa em direção a 4ª Ponte entre os bairros Seis de Agosto e Cadeia Velha.

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Fonte-ecoa da notícias