Brasileiros formados na Bolívia terão edital específico no programa Mais Médicos

edital específico no programa Mais Médicos
edital específico no programa Mais Médicos

O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), realizará um cadastro de médicos brasileiros diplomados em outros países, com edital específico para os formados na Bolívia e Peru. O cadastro será realizado de 02 a 05 de setembro, das 09 às 12 horas e das 14 às 17 horas, na Biblioteca Pública, no Centro de Rio Branco. Cruzeiro do Sul é o segundo município como o maior número de médicos formados fora do país.

Para se cadastrar, os médicos brasileiros devem apresentar cópias de RG, CPF, comprovante de endereço e diploma. Aqueles que não estiverem no estado poderão enviar os documentos por meio de terceiros, como parentes e amigos, por exemplo.

O objetivo do governo estadual é identificar quantos são os médicos brasileiros formados em outros países que desejam fazer parte do programa. “Com esse cadastro, o governo e autoridades legislativas vão buscar, junto ao Ministério da Saúde, (MS) a possibilidade de priorizar a contratação desses médicos brasileiros que desejam trabalhar aqui no estado”, explicou a secretária de Estado de Saúde, Suely Melo.

Na primeira etapa, o governo federal vai trazer 14 profissionais para trabalharem no programa em Cruzeiro do Sul. Na lista geral, constam os nomes de médicos formados em instituições de educação superior brasileira, ou com diploma revalidado no Brasil, médicos brasileiros formados em instituições de educação superior estrangeiras e médicos estrangeiros formados em instituições de educação superior estrangeiras. Outros 46 profissionais serão distribuídos nos demais municípios e capital.

O programa faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que prevê mais investimentos em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez e ausência de profissionais. Os médicos irão atuar na atenção básica de municípios com maior vulnerabilidade social e Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

Tribuna do Juruá – Jorge Natal