Greve da Educação completa cinco dias na cidade de Tarauacá

Trabalho está paralisado desde a quarta-feira (5). Categoria reformulou proposta inicial e pede 6% de reposição salarial.

A greve dos professores e servidores de apoio da rede municipal de ensino de Tarauacá, no interior do Acre, completa cinco dias nesta segunda-feira (10). De acordo com o representante do movimento grevista, Lauro Benigno, a categoria fez uma contraproposta e aguarda parecer da prefeitura.

A paralisação das atividades iniciou na última quarta (5). Os funcionários reivindicam reposição salarial, redução da carga horária dos cargos administrativos e ainda reformulação do Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR).

Inicialmente, os servidores pediram 10,67% de reposição enquanto a administração ofereceu apenas 3%, proposta que foi recusada. A categoria, então, reduziu o pedido para 7,5% e a prefeitura chegou a propor 5% – que também foi negado.

Benigno ressalta que, nesta segunda, uma reunião reduziu ainda mais o pedido do movimento grevista. “Fizemos um ofício dizendo que a antiga proposta havia sido recusada e reiterando uma nova proposta, de 6%. A prefeitura disse que deve dar um posicionamento”, complementa.

O secretário de Educação, Rosenir Arcenio, afirma que a administração municipal vai analisar durante toda a tarde e um resultado deve ser divulgado na terça (11). “Vamos sentar com a prefeitura, comissão e contabilidade para discutir. Eles querem 3% em julho e 3% em dezembro. Vamos fazer um estudo para viabilizar”, ressalta.

Em relação à carga horária do pessoal de apoio, os grevistas pedem uma redução de 40 horas para 30 horas. Todas as escolas municipais estão paradas. A categoria é composta por 400 professores e 200 outros funcionários.

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Greve dos professores em Tarauacá