Coluna do Crica

Com os nomes dos integrantes já indicados pelos partidos foi dada a largada para o início da tão esperada CPI que vai apurar a venda de casas do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Hoje deve acontecer a primeira reunião para normatizar os trabalhos. Desde que haja fundada razão para que alguém tenha que ser convocada para algum esclarecimento importante, não há como fazer nenhuma blindagem, porque neste caso caberá à imprensa denunciar. Mas também não se deve usar a CPI para fazer politicagem midiática, para querer manchar reputações de quem não teve participação alguma no episódio. A oposição não tem número para lhe colocar na função, mas como foi o autor do pedido da CPI, nada mais justo que o deputado Gehlen Diniz (PP) – (foto) – venha a ser o Presidente ou Relator. Mesmo porque já mostrou equilíbrio com suas declarações de que se deve evitar uma CPI espetaculosa.

Esta é a questão

Um velho oposicionista comentava ontem na ALEAC a entrada do deputado federal Alan Rick na oposição via o DEM. “Luis Carlos a questão não é o Alan vir para a oposição, toda soma ajuda, a questão é que, ele quer chegar já querendo ser candidato a vice-governador”.

Pula do barco

O deputado federal Major Rocha (PSDB) não acredita que o Pastor Agostinho Gonçalves da IBB continuará por muito tempo ao lado governador Tião Viana. Quando o Agostinho ver o candidato petista, afundando na campanha, não vai ser besta de ficar com o PT, prevê Rocha.

Um tinha que espirrar

Sempre bati aqui na coluna que não havia espaço no PRB para abrigar dois grupos antagônicos na briga pelo comando partidário: deputado federal Alan Rick contra a deputada Juliana Rodrigues e seu aliado vereador Manuel Marcos. Um tinha que espirrar. E foi o que ocorreu.

Situação idêntica

No PSDB acontece uma situação idêntica entre os grupos do deputado federal Major Rocha (PSDB) e do ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB), em briga pelo mesmo espaço político.

Volta com glamour

Condenado a 9 anos de prisão, com um Habeas-Corpus para recorrer em liberdade, o vereador Carlos Juruna (PSL), que estava foragido, volta hoje com todo glamour ao mandato na Câmara Municipal de Rio Branco. Assim são as leis brasileiras, assim é a política e os nossos políticos.

Em eleição acontece de tudo

O senador Jorge Viana (PT) não é amador, conhece o caminho das pedras, para saber que, o seu partido não atravessa um bom momento político no Acre. A lógica é o PT e oposição dividirem as duas vagas. Mas se a onda oposicionista crescer o PT pode não eleger ninguém. Na política não duvide de absolutamente nada, acontecem fatos inesperados.

Mas vai somar

O deputado federal Alan Rick não trará o Pastor Agostinho Gonçalves da IBB, nem o grupo da Universal, ele não tem grupo político, vem com o mandato e alguns seguidores, sem lenço e sem documento, ainda assim soma para a oposição e é um desfalque para o PT, em 2018.

Em plena campanha

Um amigo que esteve ontem em uma solenidade do governo contou à coluna que ficou impressionado com o empenho do governador Tião Viana em amplificar a presença do secretário de Segurança, Emylson Farias, que dá mostras de ser o seu candidato a governador.

Ninguém tira da sua cabeça

Conheço um pouco do governador Tião Viana para não duvidar que possa mesmo lançar o secretário Emylson Farias como candidato ao governo. Foi assim na primeira eleição do prefeito Marcus Alexandre e mais recentemente com a Socorro Ney para vice-prefeita.

A imagem cansa

Caso seja confirmada a decisão do prefeito Marcus Alexandre em não ser candidato ao governo, ele não está errado, estaria emendando três campanhas uma atrás da outra. E numa eleição muito diferente da que se reelegeu, para governador não entrará como amplo favorito.

Volta por cima

Marcus Alexandre pode cumprir o seu mandato e depois voltar em nova eleição, por cima.

Desgasta qualquer governo

Deve ser uma compra na modalidade Registro de Preço, em que se paga o que se compra. Tudo legal. Mas fazer uma licitação para comprar 19 milhões de unidades de toucas médicas é expor qualquer governo ao desgaste publico, cria uma falsa imagem desta estabanada compra.

Licitasse o planejado

Que a secretaria de Saúde licitasse num planejamento até o fim do governo, mas não para comprar uma quantidade de toucas que vão durar até 2020. Não tem nada ilícito, mas para quem lê a notícia fica com a impressão que foi para beneficiar alguém.

Velho ditado

Para fechar esta novela da licitação de milhares de toucas, pinço aquele velho ditado romano, que diz que:- A mulher de César, não basta ser séria, tem que parecer séria.

Fim da escuridão da ignorância

O governador Tião Viana lançou na capital, mais uma etapa do programa “Quero Ler”. Em Cruzeiro do Sul já funcionam também turmas. A meta é chegar até final ano que vem com 60 mil pessoas alfabetizadas em todo estado. O programa é belo por tirar as pessoas da escuridão da ignorância.

Reflexo negativo

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, tem que tirar uma lição da estrepitosa vaia que levou ao ser anunciado num evento de MMA, porque é o reflexo de que os 100 primeiros dias de sua administração não estão em sintonia popular. Alguma coisa está errada na sua gestão.

Reboliço na oposição

A declaração do deputado federal Major Rocha (PSDB) de que seu foco e no Senado, mas que se for fritado na escolha sairá candidato a governador no próximo ano, não deve nunca ser visto como um blefe. O deputado Rocha tem mostrado que não foge de desafios.

Nem é mais nem a entrada

A curiosidade política não é mais nem a entrada do deputado federal Alan Rick no DEM, isso é carta confirmada, mas saber se o governador Tião Viana e o prefeito Marcus Alexandre vão manter os seus indicados em cargos de confiança. Os olhos estão voltados para o Diário Oficial.

A novela não acabou

O advogado Edinei Muniz vai entrar com uma Representação para que o Conselho Federal ida OAB ingresse com nova ADI, contra a emenda do deputado Gehlen Diniz (PP). Ela, segundo ele, possui vício formal. A proposta teria que ter vindo do Executivo e não de um deputado.

Beneficiou por tabela

A emenda do deputado Gehlen Diniz (PP), se bem analisada foi benéfica para os ex-governadores, já que a ação que tramitava no STF para acabar o pagamento perde seu principal objeto, porque o artigo que previa a pensão foi extinto. Tudo fogo de palha.

Não faria pela causa

O empresário Grandi Almeida, que denunciou na justiça a prefeita de Tarauacá,  Marilete Vitorino, por compra de votos, e que era o coordenador da sua campanha, não deve ter tomado a iniciativa por nenhum moralismo, mas tido algum interesse contrariado.

Cumprir por cima de pau e pedra

Em política, quando se monta uma parceria não pode haver traição ao que for acordado.

Escolheu certo

O ex-deputado Walter Prado escolheu certo entrar na coligação formada pelo SOLIDARIEDADE, PPS e PTB para disputar uma vaga de deputado estadual. Na chapa já tem a publicitária Charlene Lima e outros nomes já passados pela política. Será uma chapa competitiva.

Bandeiras modernas

A deputada Leila Galvão (PT) defendeu no programa “Tribuna Livre” teses modernas, como o fim da reeleição em todos os níveis, até para deputado estadual, para não transformar política em profissão. Eu diria que não existe nada tão covarde em eleição para governador e prefeito do que o instituto da reeleição.

Esquema familiar

O deputado Jonas Lima (PT) nunca entra numa disputa eleitoral como protegido do partido, sempre como uma espécie de patinho feio. Só que trabalha muito ao longo do mandato, principalmente, na zona rural, sem uma ruela do PT, mas quando as urnas abrem é reeleito.

Se virar nos trinta

O novo presidente do diretório regional do PT, deputado Daniel Zen, terá que se virar nos trinta. Coordenará a eleição estadual no partido, será candidato à reeleição, tudo isso de uma forma que não venha ser acusado de estar usando o partido para se reeleger.

Vice ideal

Seja qual for o candidato a governador pela FPA, não existe uma candidata mais ideal que a bela, recatada e doce Nazaré Araújo para ser a vice na chapa. Sabe o tamanho exato do cargo.

Ainda indeciso

O deputado Eber Machado (PSDC) está ainda indeciso se sairá candidato a deputado federal por alguma coligação de partidos nanicos, como a que está sendo formada pelo PDT, ou se vai para o chapão do PT. Mostra-se mais inclinado pela última opção porque haverá legenda.

Continua tentando

A coluna tem informação de que o comando do PT é totalmente contra o movimento do presidente do PDT, Luiz Tchê, de formar uma aliança de partidos nanicos para disputar vagas na Câmara Federal. O PT acha que a “chapinha” pode não eleger ninguém e colaborar para tirar votos da legenda do chapão petista. O Tchê está firme em levar avante a idéia. Nas últimas eleições tentou a mesma coisa, mas o PT acabou com a farra e sairam todos num chapão. Os tempos são outros, o PT não tem mais a força que tinha, mas vai pressionar.

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