Leo de Brito cobra explicações do governo federal sobre fechamento das Farmácias Populares

Mesmo que as farmácias credenciadas continuem operando, a decisão pode prejudicar diversos tipos de paciente.

 Paula Amanda, da Assessoria 

Foi aprovado, na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC), da Câmara Federal, o requerimento que cobra do Ministério da Saúde explicação sobre o fechamento das 393 unidades do Programa Farmácia Popular, anunciado na última semana.

O documento, de autoria do deputado federal Leo de Brito, solicita que órgão esclareça pontos importantes da decisão como, por exemplo, se vai haver diminuição no tipo de medicamento ofertado.

"Precisamos saber com clareza quais os estados e municipios que serão afetados, se a medida atinge o tipo e número de medicamentos ofertados, se o acesso também sofrerá alterações, todas essas informações são muito importante, diante de uma situação extremamente preocupante", explicou Leo de Brito.

O programa foi criado em 2004, na gestão do ex-presidente Lula, e dois anos depois além de contar com as unidades próprias, foi vinculado ao programa "Aqui tem farmácia", em que os pacientes também poderiam encontrar certos medicamentos, com desconto de até 90%, em farmácias privadas.

Para Leo de Brito mesmo que as farmácias credenciadas continuem operando, a decisão pode prejudicar diversos tipos de paciente. "Atualmente mais de 100 tipos de medicamentos são dostribuidos nas unidades próprias do programa, as farmácias privadas credenciadas distribuem somente 32 tipos, então como é que nós vamos ter uma redução desse tamanho e os pacientes não vão ser prejudicados?", indagou o parlamentar.

Leo de Brito

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