Processamento industrial da produção de mandioca no Acre

A comitiva busca conhecer técnicas adotadas pela Fecularia Agrícola Horizonte, segunda maior produtora de fécula do país.

 Por George Naylor 

O governador Tião Viana, gestores das áreas de produção, desenvolvimento e um grupo de empresários acreanos visitam na próxima quarta-feira, 19, o núcleo regional Marechal Cândido Rondon em Foz do Iguaçu, no Paraná.

O Acre possui uma significativa produção de macaxeira, o que é um ponto relevante a favor dos empresários que prospectam negócios relacionados ao setor. Em números, em todo o estado, é produzida diariamente uma tonelada de farinha de mandioca.

O quantitativo coloca o Acre na linha dos produtores com potencial competitivo para alcançar os mercados nacional e internacional de fécula, produto que está presente desde os alimentos a confecções de roupas, calçados e utensílios para o lar.

Uma pesquisa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam) aponta que a produção brasileira de fécula de mandioca registrou crescimento de 17% em 2015, para cerca de 750 mil toneladas, a maior dos últimos 25 anos, o que reflete um mercado promissor em todo o país.

A fécula é obtida por lavagem das raízes após a moagem e a decantação da água de lavagem. Depois de decantada, a fécula é submetida a secagem e pode ser obtida por meio de três diferentes processos: rudimentar, industrial de pequena capacidade e industrial de grande capacidade.

De  acordo com a legislação brasileira, o amido é a substância amilácea encontrada nos grãos e de fécula encontrada nas raízes e tubérculos. A diferença de denominação é tecnológica e não de composição, mas, embora a composição seja similar, o amido e a fécula apresentam padrões de cozimento diferentes.

Macacheira

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