Epitaciolândia Realizam Programação Da Semana Da Criança

As escolas da Rede de Ensino do Município de Epitaciolândia realizaram diversas atividades em comemoração ao dia da criança que é neste sábado dia 12 de outubro.

Na Escola Pequeno Príncipe foi realizado uma manhã de lazer com apresentação de Teatro com a Peça Teatral

Na Escola Pequeno Príncipe foi realizado uma manhã de lazer com apresentação de Teatro com a Peça Teatral

Wesley Cardoso

Passeios, piqueniques, banho de piscina foram alguns programas desenvolvidos pelas gestoras para proporcionar as essas crianças nas quais eu me arrisco em dizer que não são o futuro e sim o presente de nosso país, uma semana repleta de brincadeiras e socialização.

Nesta sexta 11, a Escola Bela Flor contou com a participação do Grupo Teatral da Igreja Batista com apresentação de palhaços e muitas outras atrações, a Polícia Militar também marcou presença para falar sobre os cuidados e deveres que cada criança tem ter para se manter longe das drogas e da violência.

Na Escola Pequeno Príncipe foi realizado uma manhã de lazer com apresentação de Teatro com a Peça Teatral “A casa Sonolenta” que sem sombra de duvidas despertou aquele lado ilusionário que faz com que as crianças possam viajar através da magia da contração de histórias. Em nome da Prefeitura queremos agradecer a todas as Gestoras, Professora e Servidores que proporcionaram momentos de extrema fidelidade para nossas crianças;

 “O Sorriso ou o brilho de uma criança nos encanta a alma e amolece nosso coração, e participar dessas atividades podemo-nos renovar nossas esperanças e força de vontade de lutar por dias melhores pois essas sim depende ainda de nossas atitudes tomadas agora para um dia ser iguais ou bem melhores do somos”.  Em fim só seremos puro de coração quando agirmos como criança.

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Cade o Betinho. professores e alunos de Assis Brasil reclamam da merenda escolar

Algumas gestoras das escolas municipais procuraram o Ministério Público para denunciar o caso, mas o Promotor de Justiça da cidade está de férias
apenas com farinha e pequenos pedaços de macarrão.

apenas com farinha e pequenos pedaços de macarrão.

ALEMÃO MONTEIRO E JERRY CORREIA
Uma professora da Escola Municipal Maria Ferreira da Silva, localizada no Bairro Bela Vista em Assis Brasil, registrou com fotografias a situação da merenda escolar no município. As imagens mostram o cardápio desta quinta-feira, dia 10 de outubro, apenas com farinha e pequenos pedaços de macarrão.
 
Gestoras de outras escolas municipais também confirmam a precariedade da merenda escolar. Segundo informações das gestoras, o problema tem se agravado nos últimos dias e as escolas estão sendo obrigadas a servir apenas o básico para os alunos, sem observar o cardápio que é definido por nutricionista e obrigatório em todas as escolas. “Estamos fazendo milagres para garantir a merenda de nossos alunos”, desabafa a gestora de uma escola municipal.
 
Segundo a Secretaria Municipal de Educação, o problema da merenda escolar se agravou porque o recurso federal estava bloqueado desde abril deste ano por falta de prestação de contas. A Secretaria informou que mesmo sem o recurso federal, o município manteve o estoque de merenda nas escolas municipais e um novo carregamento chega ao município ainda esta semana.
 
Bem diferente é a versão de vários pais, alunos e gestores das escolas municipais que confirmam a precariedade da merenda escolar de Assis Brasil. “Se existe problema de falta de merenda nas escolas da cidade, imagina agora nas escolas da zona rural? Falta merenda constantemente e quando tem é sem qualidade, apenas farinha sem nenhuma mistura. Prefiro mandar meus filhos com a farofinha de casa que é mais gostosa e saudável”, denuncia um pai de alunos da zona rural.
 
Algumas gestoras das escolas municipais procuraram o Ministério Público para denunciar o caso, mas o Promotor de Justiça da cidade está de férias.   

Estudante do Acre vence a edição 2013 do Concurso de Redação

A originalidade também foi apontada pela representante do MEC, Sueli Mello, como um fator decisivo.

Escola Estadual Dom Henrique Ruth, em Cruzeiro do Sul, superou os concorrentes dos outros 26 estados

Escola Estadual Dom Henrique Ruth, em Cruzeiro do Sul, superou os concorrentes dos outros 26 estados

Assessoria Senado Federal

Com a redação ‘Reensaiando antigos passos’, a estudante Aline da Conceição de Andrade da Escola Estadual Dom Henrique Ruth, em Cruzeiro do Sul, superou os concorrentes dos outros 26 estados e foi classificada em 1º lugar no concurso do projeto Jovem Senador. É a 1ª vez que uma representante acreana conquista o prêmio, mas não é a 1ª vez que Aline vai longe. No ano passado, ela já representou o estado na final da Olimpíada de Língua Portuguesa e este ano já se classificou em 11º no vestibular de matemática da Universidade Federal do Acre, em Cruzeiro do Sul.

 Em 2º lugar ficou o texto “A União faz a força, a voz e a vez de um povo”, da aluna Maria Eduarda Nunes da Silva, de Colmeia, em Tocantins, e a dissertação “Educação que transforma”, de Jhenifer Mezzomo Spagnol , de Matelândia, no Paraná, se classificou em 3º lugar.

 Comissão julgadora – Composta por 5 servidores do Senado, uma representante do Ministério da Educação e uma do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a comissão julgadora avaliou os textos na última segunda-feira (7), em uma sala fechada e com textos sem identificação.  Neste ano, o tema era ‘Buscar voz para ter vez: cidadania, democracia e participação’.

 Um dos avaliadores pelo Senado, Pérsio Barroso, esclareceu que o tema foi escolhido com antecedência, mas que coincidiu com as manifestações ocorridas neste ano. Ele destacou a importância do projeto Jovem Senador por abrir as portas do Senado para a participação dos jovens.

 – Eles vão exercer essa cidadania participando deste concurso, tendo a possibilidade de levar depois para as suas vidas, para as suas escolas, tudo aquilo que aprenderem aqui.
A representante do Consed, Carla Barroso, acredita que o projeto fomenta a interação dos jovens com a política, e elogiou o nível das redações. Para Carla, aproximadamente 15 redações se destacaram, mas a questão da originalidade e estrutura da redação foram definitivas para escolha da vencedora.

 A originalidade também foi apontada pela representante do MEC, Sueli Mello, como um fator decisivo.  Segundo sua avaliação, os textos tinham qualidade, mas alguns traziam clichês ou direcionamento por parte do professor e aquelas que demonstraram maior presença do aluno se sobressaíram.  Sueli acredita que o projeto contribua para o resgate do gosto pelo texto escrito e defendeu a formação dos professores para a obtenção de bons resultados com os alunos.

– Um professor que gosta de ler vai fazer com que seu aluno leia também. E um aluno que lê vai escrever muito bem. É uma via de mão dupla: professor e aluno.
Jovem Senador – Os autores das 27 melhores redações, uma de cada estado, serão convidados a viajar para Brasília onde participarão do processo de discussão e elaboração das leis do País. Os jovens vivenciarão a experiência de atuar como senadores da República. Além disso, ganharão um microcomputador portátil, certificação, medalha e a publicação da redação num livreto a ser distribuído para todas as escolas públicas estaduais.

 A aluna classificado em 1º lugar na etapa nacional viajará acompanhada de um responsável legal, se menor de 18 anos, do secretário de Educação de sua unidade da Federação, de um dos coordenadores da respectiva secretaria de Educação, do diretor da sua escola e de um professor. Os demais finalistas, se menores de 18 anos, viajarão acompanhados do respectivo responsável legal.

 As escolas dos 3 primeiros colocados também serão premiadas, respectivamente, com 4, 2 e 1 desktop(s) para uso coletivo da instituição. A premiação também inclui um kit às instituições finalistas, com publicações das Edições Técnicas do Senado, documentários produzidos pelos veículos de comunicação do Senado pertinentes ao ensino médio e certificado de participação no concurso.

 A cerimônia de premiação ocorrerá no dia 18 de novembro no Senado Federal.

Brasil Espionou Bolívia e Outros Países Latinos

Não adianta ficar chorando, ou faz o mesmo contra os invasores cibernéticos

BRASIL ESPIONOU BOLÍVIA E OUTROS PAÍSES

BRASIL ESPIONOU BOLÍVIA E OUTROS PAÍSES

BLOG-Cleilton

Da mesma forma como o Brasil não sabia da rede americana e canadense que espionava áreas estratágicas do MInistério de MInas e Energia. Nada garante que isso acabou. Os Estados Unidos e Canadá numa soberba de quem vê países periféricos apenas como sub-raça, não aceita dar satisfações. E a presidenta quis apenas ensaiar uma retaliação, mas não chegou ao pés do radicalismo de Chaves e Evo Morales de expulsar chanceleres desses países de nosso território. E vai ficar nisso mesmo, porque não temos capacidade de revide como faz Rússia e China. E mais, quando Dilma reclama da falta de respeito dos americanos de espionar parceiros (comerciais, principalmente), mas esquece de nosso histórico no período da ditadura. Documentos provam que a ditadura brasileira deu ordem aos militares para investigar secretamente os países vizinhos, o que permitiu ao País monitorar a guerrilha na Bolívia e descobrir a fragilidade de seu próprio exército.E a propósito, como se trata de uma política de segurança nacional, assim como o é para todos os países acusados de espionagem, quem garante que o Brasil com seus serviços de inteligência ainda continuam a espionar seus vizinhos (também parceiros comerciais do Mercosul)?

Não adianta ficar chorando, ou faz o mesmo contra os invasores cibernéticos ou vai ficar a vida toda pedindo que o governo americano peça desculpas e crie restrições internacionais contra a espionagem. Isso é igual dooping – sempre encontraram uma maneira para mascarar a idéia que não estão mais praticando irregularidade, modernizando ainda mais suas práticas para não deixar rastros.
No Século XXI, do predomínio da nanotecnologia ou inteligência artificial, não há mais espaço para países do tempo da “datilografia”. Eis o preço caro que o Brasil paga pelo pouco investimento em P&D em relação aos demais países dos BRIC´s e infinitamente nanico em relação ao G7. Presidenta! Acorda desse pesadelo e tome atitudes para investis em pesquisa e tecnologia que a defesa de nosso sistema de comunicação será uma consequência e não um acaso da clemência das grandes potências.

Estudantes disputam fase da Olimpíada Nacional

*Blenda Cunha Moura é professora de história orientadora das equipes e participou das cinco  edições da ONHB, sempre chegando à final, tendo obtido duas medalhas de bronze pelo Amazonas.

Blenda Cunha Moura

Blenda Cunha Moura

Duas equipes compostas por alunas das escolas Flodoardo Cabral e Dom Henrique Ruth, ambas de Cruzeiro do Sul (AC), foram classificadas para a última fase da 3ªOlimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), competição promovida pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para estudantes de ensino fundamental e médio de todo o País, tanto de escolas públicas quanto particulares.

Dentre mais de 65 mil inscritos, as alunas Aline Andrade, Amanda Cruz e Jheiny Moura (da equipe As Santinhas do Pau Oco) e Andressa Nascimento, Maria Eduarda de Melo e Maria Luana da Silva (da equipe Aquiry) se classificaram para a fase final da Olimpíada.

Não é a primeira vez que o Acre é representado. Em 2010, equipes do Colégio Meta foram à final em Campinas e, em 2011 e 2012, a escola Craveiro Costa também se classificou.

Mais comum nas áreas das Ciências Exatas, a Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa inédita no país. O trabalho coletivo é um dos princípios da Olimpíada. Todas as suas fases são realizadas em equipes, compostas por três estudantes e um professor.

As provas são estruturadas para serem realizadas em conjunto pela equipe e com consulta, favorecendo processo de aprendizagem dos conteúdos durante toda a competição.

A metodologia utilizada permite aos estudantes e professores trabalharem como historiadores, pelo contato direto com documentos históricos, imagens e informações que precisam ser analisadas e processadas. As respostas apresentam graus diferentes de acerto, demandando debate entre o grupo.

A olimpíada é ainda pouco conhecida e divulgada no Acre, sendo que os maiores números de inscritos são dos estados das regiões Sudeste e Nordeste.

Composta por cinco fases online, nas quais os alunos recebem uma prova na segunda-feira e devem enviar até o sábado, a competição exige não apenas leitura e pesquisa, mas a aquisição de conhecimentos em história que vão muito além de fato, pois aborda historiografia, ou seja, o fazer história.

Os estudantes de ensino médio acabam se tornando pequenos historiadores e apuram seu olhar crítico analisando músicas, pinturas, fotografias, cartas e documentos policiais, por exemplo, de uma maneira descontraída e divertida, que é hoje o objetivo principal da educação. Mesmo os estudantes que não se classificam para a fase final, gostam ter participado, porque cada fase trás em si questões instigantes, que os tira do aprendizado conteudista.

É comum alunos lerem livros inteiros e artigos para responder às questões – o aprendizado é o grande ganho.

– A Olimpíada não testa o que o aluno sabe de história, mas o que ele é capaz de aprender – declarou em entrevista Cristina Meneguello, organizadora da ONHB e professora do departamento de história da Unicamp.

As meninas de Cruzeiro do Sul representam seus colegas que ficaram em fases anteriores este ano e continuam a aprender. Elas estudam para chegar em Campinas e realizar uma prova presencial dissertativa, no dia 19 de outubro, baseada em documentos históricos.

Disputar a final representa fechar um ciclo e mostrar aos colegas que valeu a pena a dedicação árdua, que começou muito antes das fases da olimpíada. A escola espera o resultado final ansiosa e outros alunos já falam pelos corredores que ano que vem é a vez deles.

Em 2011 e 2012, o governo do estado patrocinou as equipes finalistas, garantindo passagem e estadia. Esperamos que neste ano possamos seguir com o patrocínio, não apenas pela possibilidade de trazer a primeira medalha do Estado do Acre na ONHB, mas pela certeza de que esforço e dedicação serão sempre coroados e reconhecidos. 

Publicado no Blog do Altino Machado

Sindicato de Rondônia negam ‘invasão’ ao Acre

Representantes de seringueiros e seus familiares enviaram nota ao jornal Voz do Acre.com

O Sindicato dos Soldados da Borracha

O Sindicato dos Soldados da Borracha

Dilson Ornelas, Voz do Acre.com

O Sindicato dos Soldados da Borracha e Seringueiros do Estado de Rondônia enviou nota para Redação deste jornal para esclarecer o posicionamento da instituição diante da acusação feita pelo Sindicato dos Soldados da Borracha do Acre na Procuradoria Regional do Trabalho da 14ª Região.

Para os sindicalistas acrianos, os representantes dos seringueiros do estado vizinho cometeram violação de direito durante visitação aos aposentados no Vale do Juruá, no primeiro semestre deste ano. Mas os representantes de Rondônia alegam que foram convidados para participar de reuniões com aposentados acrianos, e não se consideram invasores.

O assunto foi destaque na coluna do jornalista Mariano Maciel, no último dia 24, que escreve de Brasília para o jornal Voz do Acre e colabora para outrosveículos de comunicação do Acre. O esforço do Sindicato dos Soldados da Borracha de Rondônia para levar o drama do ex-seringueiros da Amazônia a fóruns internacionais também já foi noticiado em nossas páginas.

O conflito ao qual se referem a Nota de Esclarecimento e as informações de Mariano Maciel tem a mesma origem que motivou também o Projeto de Emenda Constitucional: a penúria, o abandono e humilhação imposta pelo estado a brasileiro nordestinos (ou não), que perderam suas vidas acreditando na propaganda oficial do Governo Vargas e dos Estados Unidos, que dizia que a desventura de se embrenhar na selva em busca do látex equivaleria a lutar contra a Itália em Monte Castelo.

A PEC, que ora depende de uma contraproposta do Governo Dilma para ir à votação pelo plenário da Câmara dos Deputados nos próximos dias deve, enfim, equiparar a aposentadoria dos seringueiros aos soldados brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial.

A deputada do Partido Comunista do Brasil pelo Acre Perpétua Almeida informou em seu blog que o ministro Gilberto Carvalho, secretário-geral da Presidência da República, se disse convencido da necessidade de se corrigir esse equívoco da história e que pessoalmente falaria com a presidente Dilma. Segundo Perpétua, Gilberto Carvalho reconhece que o país jogou “para debaixo do tapete os direitos e as garantias legais de heróis que lutaram e hoje são esquecidos”.

O que diz o sindicato de Rondônia  

Voltando à nota que chegou à Redação de Voz do Acre, os sindicalistas de Rondônia garantem que tem legitimidade para representar legitimamente a categoria de extrativistas, seringueiros e Soldados da Borracha dos Estados do Acre,Pará,Amazonas e Rondônia.

“Nosso papel centra-se na defesa e na luta dos direitos de nossa sofrida classe.Nossa entidade foi fundada no ano de 1994, sob juramentos de não descansar enquanto não se alcançar a conquista final dos direitos dos Soldados da Borracha e Seringueiros que participaram e trabalharam na Campanha da Borracha do Brasil, estejam onde estiverem”, afirma a diretoria do sindicato.

O Sindicato dos Soldados da Borracha e Seringueiros do Estado de Rondônia nega que tenha invadido o território do Acre em para fazer contato com os aposentados, mas foi convidado para realizar reuniões como reconhecimento pelo trabalho que desempenha.

Veja a íntegra da Nota

NOTA DE ESCLARECIMENTO À POPULAÇÃO DO ACRE

O Sindicato dos Soldados da Borracha e Seringueiros do Estado de Rondônia vem a público se manifestar, aos Soldados da Borracha, familiares e a toda população do  Estado do  Acre.

Informamos aqui, que nosso sindicato representa legitimamente a categoria de extrativistas, seringueiros e Soldados da Borracha dos Estados do Acre,Pará,Amazonas e Rondônia. Temos  a nosso cargo o compromisso da representação política de categoria, que é um atributo normatizado a sindicatos com base territorial. Nosso papel centra-se na defesa e na luta dos direitos de nossa sofrida classe.Nossa entidade foi fundada no ano de 1994, sob juramentos de não descansar enquanto não se alcançar a conquista final dos direitos dos Soldados da Borracha e Seringueiros que participaram e trabalharam na Campanha da Borracha do Brasil, estejam onde estiverem.

Para fazer nossa instituição funcionar pagamos despesas diversas, que vão de salários de funcionários, encargos sociais, materiais de expediente, imprensa,transporte, viagens e tantas outras coisas, e  que para isso, pedimos a colaboração de nossos filiados, que para tal ajudam a fortalecer nossa entidade. Porém, nosso sindicato não é atrelado ou aparelhado a nenhum político, conseguimos com muito esforço caminhar com nossas próprias pernas.

Repudiamos a falta de seriedade, a falta de espírito ético, das más línguas e mentes, que tentam usando os golpes mais baixos,  sabotar e tumultuar nosso importante trabalho no Estado do Acre, que por sua vez, ao invés de trazerem a informação e a notícia  correta, acabam por desinformar e iludir muitas pessoas não esclarecidas com suas inverdades nos chamando de invasores e golpistas.

Afirmamos aqui,  a veracidade e autenticidade  de nossa Ação Judicial dos Soldados da Borracha, que cobra do Estado brasileiro reparações e indenização pelos sacrifícios, pelas humilhações, pelo trabalho degradante e pelas milhares de mortes ocorridas aos trabalhadores da borracha na década de 40, hoje nossa ação pode ser acompanhada pelo Nº 2010.41.00.000084-5 na Justiça Federal. Nossa tarefa é de organizar a categoria, de lutar em defesa de seus interesses, na busca de recuperar a dignidade perdida. Desde maio de 2011, data em que foi eleita a diretoria do sindicato, incessantemente trabalhamos para que a Ação de Indenização e a PEC-556 sejam conquistadas.

E por fim, esclarecemos que não invadimos o Acre, ao contrário daqueles que nos caluniam, fomos convidado pelo povo através de cartas,emails e telefonemas  para que realizássemos  reuniões, estes estão confiantes e entusiasmados com nosso trabalho, lembramos aos que acusam sem provas e sem consciência alguma, que o ACRE, há muito foi libertado dos barões da borracha da Bolívia na época do 1º Ciclo da  Borracha, ele, é de domínio do Brasil e terra de brasileiros, e não propriedade de alguns.

Compreendemos que o momento é de união e não de fragmentação, entendemos que acima de interesses pessoais de brilhantismos ou de picuinhas, está o interesse da categoria e do povo acreano.

Deixamos aqui, nossos agradecimentos ao povo acreano e aos Soldados da Borracha dessa parte do Brasil, que com suas contribuições estão fortalecendo ainda mais à causa nossa.

ACRE RODONIA

ACRE RONDÔNIA 

Há 3 meses sem receber, merendeiras param de trabalhar

Segundo foi informado, a Prefeitura responsabiliza a empresa Menezes e Dantas pelo atraso no pagamento dos servidores
BLOG-JERRY CORREIA
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REDEPÚBLICA DE ENSINO MUNICIPAL

Cerca de mil alunos da Rede Pública de Ensino Municipal não puderam estudar nesta terça-feira (24), já que todas as profissionais responsáveis pela merenda e limpeza das escolas paralisaram seus serviços em protesto aos três meses de salário atrasado. Sem os serviços prestados pelas servidoras, as gestoras das escolas municipais foram obrigadas a cancelar as aulas.
 
Uma reunião entre a classe de servidores provisórios, representantes da Prefeitura e vereadores da cidade aconteceu na manhã desta terça-feira na tentativa de solucionar o problema. Contudo, a notícia do representante da prefeitura revoltou ainda mais os temporários. Segundo a informação, o prefeito da cidade, Humberto Filho, deve cancelar o contrato com a empresa terceirizada e os três meses de salários devem ser cobrados na justiça.
 
Segundo foi informado, a Prefeitura responsabiliza a empresa Menezes e Dantas pelo atraso no pagamento dos servidores e, por isso mesmo, resolveu cancelar o contrato que firmou no início do ano. Por outro lado, os temporários questionaram a demora que o prefeito teve para tomar a decisão e o porquê nunca explicou à população as verdades sobre o fato.
 
O prefeito, que não participou da reunião, foi representado pelas secretárias de Educação e Administração, além do Dr. Lauro Fontes, que realiza uma auditoria no município e, na oportunidade, fez uma proposta para solucionar o problema.
 
Os temporários foram convidados a retornarem ao trabalho com a esperança de receber seus vencimentos em dia. Já quanto aos três meses atrasados, os representantes da prefeitura orientaram os servidores a entrarem com a causa na Justiça do Trabalho. Enquanto isso, uma briga judicial deve ser travada entre a prefeitura de Assis Brasil e a empresa terceirizada Menezes e Dantas.
 
Presente na reunião, o vereador Jerry Correia (PT) afirmou que a prefeitura de Assis Brasil foi conivente e assumiu a responsabilidade que acabou com o “desastre que vivemos”. “Já faz muito tempo que pedimos explicações em relação aos contratos com essa empresa, sobre os constantes atrasos nos pagamentos e o não comprimento dos acordos firmados. No entanto, a prefeitura manteve um estreito relacionamento com a empresa e assumiu todas as conseguências que vemos agora. É vergonhoso todas essas pessoas terem que procurar a justiça para receberem seus três meses de salário atrasado. São pais e mães de famílias que foram convidados pelo senhor prefeito para assumir um posto de trabalho, mas agora a prefeitura joga toda a culpa para a tal empresa terceirizada e deixa os trabalhadores e trabalhadoras a ver navio”, desabafou Jerry.  
 
Sem saída, os temporários resolveram voltar ao trabalho e confiar mais uma vez em uma nova proposta da prefeitura. 

Professor morre após completar meia maratona

A organização da Meia Maratona divulgou nota lamentando a fatalidade:

Maurício Jorge Pinto de Souza, de 29 anos

Maurício Jorge Pinto de Souza, de 29 anos

Um professor do curso de Economia da FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto) morreu, na manhã deste domingo (22), após completar a corrida da 3ª Meia Maratona de Ribeirão Preto, realizada no bairro Ipiranga.

Maurício Jorge Pinto de Souza, de 29 anos, chegou a ser socorrido pela equipe de paramédicos da organização do evento e levado ao Pronto Socorro Central, mas não resistiu a uma parada respiratória e faleceu.

O corpo do professor doutor seria velado por 30 minutos no Velório da Saudade, na tarde deste domingo e depois transportado para a cidade de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, onde será enterrado.

Souza ministrava aulas de Economia Internacional e Métodos Quantitativos.

A organização da Meia Maratona divulgou nota lamentando a fatalidade:

“Informamos que o atleta Mauricio Jorge Pinto de Souza, inscrito sob o número 311 na meia maratona teve um mal súbito após a chegada da prova, foi atendido pela equipe da UTI móvel da São Francisco e pelo próprio diretor médico da prova, Dr. Jorge Eduardo Parada, sendo transferido para o pronto-socorro central e vindo a falecer de parada cardiorrespiratória. A direção da prova lamenta profundamente o ocorrido e, inclusive, cancelou a prova de caminhada marcada para as 9h30 do mesmo dia”.

Fonte: Jornal da Cidade

Educação, o farol do Acre

A educação, ao que os números indicam, é o que tem feito o índice acreano se destacar no país.

Tatiana Campos

Governo do estado tem se esforçado para elevar a qualidade do ensino e o acesso à educação (Foto: Mardilson Gomes)

Governo do estado tem se esforçado para elevar a qualidade do ensino e o acesso à educação (Foto: Mardilson Gomes)

A educação é  o farol do mundo. A frase, que sempre é repetida nos discursos do governador Tião Viana, tem se tornado uma meta nas gestões de governo nas últimas duas décadas. Sem educação, não há desenvolvimento. E sem desenvolvimento, não há melhoria nas condições de vida do povo. Escolas, professores com formação superior, estratégias de ensino em áreas isoladas – considerando que mais de 80% do território acreano é coberto por florestas –, valorização e respeito com a educação indígena. Todo o esforço empreendido parece ter tido um resultado positivo e o reconhecimento veio em forma de números dentro do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM).

O IDHM do Brasil passou de 0,493 em 1991 para 0,727 em 2010. Mas o que vem chamando atenção é o IDHM do Acre, que cresceu 61% – mais que o total do Brasil, que foi de 47%. O IDHM de Rio Branco, que apresentou o maior crescimento do Norte e também o maior entre as capitais brasileiras. E o IDHM Educação de Rio Branco foi o que, isoladamente, mais cresceu, passando de O,279 % – em 1991, para 0,637 em 2010. Na média de todos os municípios, com IDHM médio do Acre, o crescimento foi de 0,176 (1991) para 0,559 (2010).

A educação, ao que os números indicam, é o que tem feito o índice acreano se destacar no país.

O IDHM Educação – índice que calcula o desenvolvimento do quesito educação em cada município leva em consideração os seguintes itens: percentual da população com 18 anos ou mais com ensino fundamental completo; percentual da população de 5 a 6 anos frequentado a escola; percentual de jovens de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental; percentual de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo e percentual de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo. O gestor que quiser obter uma boa média no IDHM tem que se esforçar para garantir bons indicadores educacionais. Talvez aí resida a resposta para o bom desempenho do Acre no IDH. O estado teve um crescimento de 0,61% no IDH, enquanto o Brasil cresceu 0,47%.

Hoje o ensino infantil, fundamental e médio é oferecido em todos os municípios do Acre (Foto: Mardilson Gomes)

Hoje o ensino infantil, fundamental e médio é oferecido em todos os municípios do Acre (Foto: Mardilson Gomes)

Segundo o secretário de Estado de Educação e Esporte, Daniel Zen, há muito o que avançar em relação a qualidade de vida e desenvolvimento humano nos municípios acreanos, sobretudo nos indicadores relativos à educação. Ele acredita que o crescimento singular obtido pelas cidades, e pelo Estado como um todo, nas últimas duas décadas, são resultado da eficiência das políticas públicas implementadas pelos governos da Frente Popular do Acre, responsável pela administração do governo estadual neste período.

“Daqui para frente é necessário prosseguir com os esforços no âmbito da valorização e do desenvolvimento profissional, nas melhorias e ajustes nas matrizes que integram os referenciais curriculares, políticas e diferentes ferramentas de avaliação; na gestão democrática e nos diferentes mecanismos de governança escolar; no aperfeiçoamento do pacto federativo e do regime de colaboração entre o Estado e seus municípios”, disse o secretário.

Zen acredita ainda ser necessário melhorar a qualidade da oferta e a equidade do atendimento quanto aos serviços educacionais. “Por fim, precisamos investir em um projeto de estado que nos conduza a uma educação verdadeiramente integral. Esses são os pilares que nos levarão a atingir resultados ainda melhores na próxima década.”

Investimentos refletem as melhorias na educação

Os três últimos governos investiram na educação e os resultados são vistos através do índice de desenvolvimento humano municipal (Foto: Arison Jardim/Secom)

Os três últimos governos investiram na educação e os resultados são vistos através do índice de desenvolvimento humano municipal (Foto: Arison Jardim/Secom)

O Acre tem trilhado bem o caminho da melhoria da educação. Em 1999 poucos municípios ofereciam ensino médio em suas sedes. Hoje, graças a uma metodologia inovadora criada pela Secretaria Estadual de Educação o ensino médio – e também o fundamental – são levados por meio do programa Asas da Florestania para comunidades isoladas dentro da floresta, além da oferta em escolas em todos os municípios. E para garantir também o ensino infantil em áreas de difícil acesso, foi criado o Asinhas da Florestania, que garante educação para os filhos de seringueiros, extrativistas e ribeirinhos.

O número de escolas se multiplicou – não só as de ensino médio e fundamental, mas também as indígenas. Os investimentos em educação passam por plano de carreira, condições de trabalho, qualificação, curso superior para todos os professores. Desde 1998 os professores tiveram 350% de aumento salarial, com ganho real de 77% acima da inflação.

Em 1999 o Acre investia menos de R$ 70 milhões na educação. Hoje o custeio é de R$ 681 milhões e se continuar no mesmo ritmo de crescimento pode chegar a R$ 1 bilhão nos próximos quatro anos. O Acre também ocupava as últimas posições no ranking do IDEB (Índice calculado pelo governo federal que mede a qualidade da educação nos municípios) e hoje está entre as dez primeiras colocações.

Mas, afinal, para que serve e porque é tão importante um bom desempenho no IDH? De acordo com o coordenador residente do Sistema das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, que esteve no Acre recentemente a convite dos gabinetes dos senadores Jorge Viana e Aníbal Diniz, o índice é um importante instrumento de gestão que serve para avaliar as políticas públicas e apontar áreas que precisam de maior atenção. O governador Tião Viana determinou que a equipe de governo se empenhe em entender a metodologia  do índice para atacar com políticas e ações específicas as áreas prioritárias. “Nós já avançamos muito dentro da realidade brasileira, mas, queremos estudar mais para orientar as políticas públicas”, disse o governador. Para o prefeito Marcus Alexandre, que propôs que Rio Branco seja analisada de forma ainda mais aprofundada pela ONU, os números indicam que “estamos no caminho certo e que a gestão tem tomado decisões acertadas”.

 Alguns avanços na educação medidos pelo IDHM:

  •  Em 1991, menos de 26% das crianças de 5 e 6 anos frequentavam a escola; em 2010 esse número aumentou para mais de 78%.
  • – Em 1991 apenas 10% dos jovens de 15 a 17 anos tinham ensino fundamental completo. Em 2010, esse número chega aos 53%.
  • – Em 2010, 48% das pessoas de 18 anos ou mais tinham ensino fundamental completo.
  • – Em 1991, esse número era de 22%.
  • – Em 1991, apenas 5% dos jovens entre 18 e 20 anos haviam completado o ensino médio. Em 2010, 32% desses jovens completaram o ensino médio. O número está abaixo da média nacional, que é 41%.
 

A importância do acesso ao conhecimento

O acesso a conhecimento é um dos três pilares de cálculo do IDHM. Ele é medido por meio de dois indicadores. A escolaridade da população adulta é medida pelo percentual de pessoas de 18 anos ou mais de idade com ensino fundamental completo – tem peso 1. O fluxo escolar da população jovem é medido pela média aritmética do percentual de crianças de 5 a 6 anos frequentando a escola, do percentual de jovens de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental, do percentual de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo e do percentual de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo – tem peso 2. A medida acompanha a população em idade escolar em quatro momentos importantes da sua formação. Isso facilita aos gestores identificar se crianças e jovens estão nas séries adequadas nas idades certas. A média geométrica desses dois componentes resulta no IDHM Educação. Os dados são do Censo Demográfico do IBGE.

O Asas da Florestania é uma estratégia criada para levar educação infantil, fundamental e médio para áreas isoladas ou de difícil acesso (Foto: Mardilson Gomes)

O Asas da Florestania é uma estratégia criada para levar educação infantil, fundamental e médio para áreas isoladas ou de difícil acesso (Foto: Mardilson Gomes)

1ª Amostra de Profissões da Escola Belo Porvir

O Projeto Profissões tem como objetivo: Conhecer o perfil das maisdiversas profissões

Alunos se revesaram entre apresentações e exposições de todo material produzido.

Alunos se revesaram entre apresentações e exposições de todo material produzido.

POR-Almir Andrade

Nesta terça-feira, dia 17 de setembro de 2013, a Escola Estadual de Ensino Médio Belo Porvir, apresentou a 1ª Amostra de Profissões. Um projeto elaborado e desenvolvido pelo Professor Antonio Soares e alunos de 3º M1, M2, M3, contou com apoio técnico dos professores Jonas Cavalcante e Jotinha e Coordenação Geral Equipe Gestora.: Maria Antonia Vieira da Silva, Maria Audilene do Nascimento, Edna Conceição de Oliveira Borges, Geralda Pereira de Moura, Edilce Galvão.

O Projeto Profissões tem como objetivo: Conhecer o perfil das mais diversas profissões no mercado de trabalho, facilitando a escolha profissional, além da construção das competências: leitora e escritora.

A 1ª amostra de profissões da Escola Belo Porvir, contou com a participação do Capitão Estene do 10º Batalhão de Brasileia e sua equipe, o mesmo reconhece a importância das atividades desenvolvidas pelas escolas. Esteve presente no evento representando o Núcleo da SEE em Epitaciolândia Jones Ribeiro Soares.

A diretora da escola Maria Antonia vieira da Silva, ressaltou sobre a relevância das atividades educativas, demonstrou satisfação pela participação de populares, agradeceu a todos pelo empenho  e parabenizou pelo sucesso e desfecho do projeto.

Alunos se revesaram entre apresentações e exposições de todo material produzido.

FOTO-Almir Andrade

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