Alunos da Escola Salgado Filho recebem ação educativa do Detran

Peça faz parte da programação do Movimento Maio Amarelo e está sendo realizada em outras escolas.

 Por Ana Flávia Soares e Fhaidy Acosta 

Saber desde a infância os direitos e deveres dos pedestres e condutores de veículos é muito importante. Pensando nisso, a Coordenação de Educação do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC) realizou nesta sexta-feira, 19, uma apresentação teatral da peça “Fafaixa e sua Turma no Trânsito”, para os alunos da Escola de Ensino Fundamental Salgado Filho, localizada no bairro Floresta, em Rio Branco.

A atividade contou com apresentações teatrais e distribuição de materiais educativos no período da manhã e tarde. De forma lúdica, a peça de teatro ensina os alunos a importância de respeitar as regras de trânsito, em especial a faixa de pedestre, e como essas atitudes auxiliam na redução de acidentes.

“O objetivo é mostrar aos estudantes o comportamento correto no trânsito e orientar na travessia das faixas de pedestres”, conta a coordenadora de Educação de Trânsito do Detran, Geny Polanco.

A estudante Micaela Wisla, do 4º ano, conta que aprendeu muito com o Fafaixa e sua turma. “Devemos sempre olhar para os dois lados antes de atravessar, esperar o sinal ficar vermelho para os carros, sempre usar a faixa e esperar que os carros parem.”

As apresentações teatrais são realizadas pelas equipes de educação do Detran durante todo o ano. Neste mês de maio, quando ocorre o movimento Maio Amarelo, essas ações estão sendo intensificadas nas escolas da capital e do interior do estado.

Peça faz parte da programação do Movimento Maio Amarelo

Governo garante ações e investimentos nas escolas de difícil acesso

Chegar à Escola Alto Alegre II não é tarefa das mais fáceis. É preciso seguir pela rodovia AC-90 (Transcreana) e, no km 72, entrar no Ramal Jarinal, onde se anda mais 15 quilômetros.

 Por Stalin Melo 

Educação vence todos os desafios

Educação vence todos os desafios para garantir um ensino de qualidade (Foto: Stalin Melo/SEE)

Localizada no município de Rio Branco, mesmo sendo considerada “de difícil acesso”, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), ali realiza investimentos e ações pedagógicas permanentes.

Esta semana, o coordenador de Ensino Rural da SEE, professor Ricardo Oliveira, foi até a escola, com cuja equipe realizou ações de acompanhamento pedagógico, aproveitando para levar também material de limpeza e merenda escolar.

Coordenação de Ensino da SEE está presente em todas as escolas de difícil acesso do estado (Foto: Stalin Melo/SEE)

As mesmas atividades também serão realizadas nas escolas Aderaldo Cordeiro e Canto do Sabiá, também no Jarinal. São 677 estabelecimentos em todo o estado, das quais 428 são rurais. “Fora os anexos de muitas escolas, o que aumenta o número”, afirma o coordenador.

Ricardo explica que a escola rural, em muitos casos, é a única referência que as comunidades têm do poder público. É o caso da instituição do Jarinal, cujo espaço é utilizado para a realização de reuniões, encontro das associações de produtores e até festividades.

Pelas dificuldades que são enfrentadas, sobretudo em relação ao acesso, a parceria com a comunidade é fundamental. Na visita do coordenador, por exemplo, o carro que fazia o transporte do material ficou atolado no meio do caminho. Foi o apoio dos moradores que garantiu a chegada dos produtos até a escola.

Vale tudo para chegar à escola

A Escola Alto Alegre II tem, nos dois turnos de ensino, 85 alunos que estudam no Programa Asas da Florestania e também nas turmas multisseriadas. Há estudantes desde o quinto ano do ensino fundamental até o segundo ano do ensino médio.

De acordo com o professor Valmir Machado, coordenador de ensino da instituição, só não existe terceiro ano do ensino médio porque não há alunos: “Mas o ano que vem vai ter, porque este ano estamos com duas turmas de segundo ano”.

Alunos não medem esforços para chegar à escola e ter acesso a um ensino de qualidade (Foto: Stalin Melo/SEE)

E, para chegar à escola, os alunos utilizam todos os recursos. Há quem vá a pé, de quadriciclo, de moto ou até mesmo de cavalo. Em muitos dias é comum ver os animais “estacionados” em frente à escola.

Ainda há um anexo da escola na Comunidade Oriente, que fica a 20 quilômetros dali. Como o espaço é municipal, há uma parceria entre o governo e a Prefeitura de Rio Branco, que mantém o funcionamento e garante a qualidade da educação na localidade.

Quatro horas de caminhada

Professoras passam a semana toda na Escola e são bem recebidas na comunidade (Foto: Stalin Melo/SEE)

Os alunos enfrentam longos percursos para chegar à escola, o que demonstra o interesse de todos por uma educação de qualidade. Mas não estão sozinhos. As professoras que lecionam na Alto Alegre II também realizam um grande esforço para chegar à comunidade.

Elas têm histórias semelhantes para contar. Andam, desde a entrada do ramal até a escola, 15 quilômetros. Algo em torno de quatro horas de caminhada. Fazem isso uma vez por semana e dividem o alojamento disponibilizado pela gestão escolar.

Laura Vanessa Marques, Camila Cristina dos Santos e Solange de Lima são as mais novas. Chegaram à comunidade este ano, mas dizem estar “adorando” tanto o ambiente de trabalho quanto a experiência de trabalhar em uma comunidade rural.

Já Sandra Helena dos Santos é a mais experiente do grupo. Ela veio de Pernambuco, chegou a dar aula na cidade, mas diz que não adaptou. Na Alto Alegre II, a única dificuldade que relata é sobre o acesso. “Mas aqui temos, além de material, todo o acompanhamento pedagógico”, relata.

Exemplo para a comunidade

Outro grande exemplo para todos os alunos do Jarinal e para a própria escola é a professora Eliene de Oliveira. Ela mora na comunidade e, todos os dias, anda 5 km a pé para lecionar. Conhece todos os alunos e responsáveis, o que facilita no processo de ensino.

Professora Eliene costuma realizar dinâmicas com os alunos (Foto: Stalin Melo/SEE)

Formada em História, ministra ainda aulas de Geografia e Religião. Eliene trabalha com dinâmicas, o que contribui para aproximar os alunos, criar um espírito de colaboração e, também, despertar o interesse pela aprendizagem.

Leciona há quatro anos na escola e afirma que não pretende sair. “Estudei, me formei e agora voltei para a minha comunidade, porque gosto daqui e quero ajudar outros alunos a se formarem e a terem um futuro melhor”, afirma.

Estudo e dedicação

Sandra Helena acredita que os alunos da zona rural, como regra, são mais dedicados e esforçados. Um bom exemplo disso é o João Lucas Souza. Aos 18 anos, está no segundo ano do ensino médio e chama a atenção na escola.

Não apenas pela dedicação aos estudos, o que proporciona orgulho para a sua mãe, mas também pela forma de se vestir – as professoras dizem que é habitual ele ir à escola com “camisa de punho”. “Ele sempre anda bem vestido”, relatam.

Todos os dias, João Lucas usa uma moto da família e ali carrega a irmã, que estuda no quinto ano do ensino fundamental, e a namorada. Estudioso, sua meta é ser médico veterinário. “Também já pensei em ser policial militar. Estou estudando”, diz ele.

João Lucas está no segundo ano do ensino médio quer ser médico veterinário (Foto: Stalin Melo/SEE)

Como nasceu na comunidade, o mais importante para ele é estudar e poder voltar. “Gosto daqui, gosto dos professores, todos são bons, por isso quero estudar e poder voltar e ajudar a minha comunidade”, faz questão de dizer.

História de Luta

Maria Aparecida trabalha na Alto Alegre II como merendeira, onde tem dois filhos estudando (Foto: Stalin Melo/SEE)

No que se refere à luta e à dedicação, João Lucas tem em que se espelhar. Sua mãe, Maria Aparecida de Souza, trabalha na escola Alto Alegre II como merendeira. “Tenho dois filhos estudando aqui”, conta.

Natural do Paraná, ela morou alguns anos em Rondônia antes de vir para o Acre. Na comunidade do ramal Jarinal, ela mora há 22 anos, dos quais três como merendeira da escola.

Além de trabalhar com esmero, preparando a comida dos alunos caprichosamente, explica que por estar perto dos filhos é melhor o acompanhamento deles em sala de aula. “São bons filhos, tenho orgulho de todos, mas quando precisa dou puxão de orelha”, afirma.

Educação do Acre

Governo investe R$ 16 milhões em climatização de escolas no Acre

Investimento beneficiará 207 escolas e cerca de 140 mil alunos. Escolas dos 22 municípios acreanos serão contempladas.

 Por Mágila Campos 

Escola

Com o objetivo de melhorar os espaços de ensino-aprendizagem do Acre, o governador Tião Viana destina R$ 16 milhões este ano para o programa de climatização das escolas estaduais da região. O aporte é originário de recursos próprios do Estado.

O investimento contemplará os 22 municípios, beneficiando diretamente 207 escolas estaduais e cerca de 140 mil estudantes, além de professores e servidores.

O lançamento do programa será realizado no auditório da Secretaria de Educação e Esporte (SEE), na segunda-feira, 22, às 10h30. Autoridades regionais participarão do evento.

“Essa medida mostra a sensibilidade do governador Tião Viana com a melhoria do ensino acreano, ao passo que valoriza ainda mais nossos professores e estudantes, que vão ganhar ambientes mais agradáveis para desenvolver suas atividades com mais conforto”, comemora o secretário adjunto de Educação, José Alberto Nunes, o Xaxá.

Execução

Os recursos serão utilizados para aquisição e instalação dos aparelhos de ar-condicionado e estruturação da rede elétrica das escolas públicas rurais e urbanas.

A execução do programa se dará em três etapas. A primeira beneficiará 24 instituições de ensino, a segunda abrangerá outras 33, e a terceira contemplará mais 150 estabelecimentos escolares. A previsão para a conclusão de todas as etapas é para setembro de 2018.

Estudantes já podem baixar o aplicativo do Enem 2017; confira

O aplicativo do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está disponível a partir de hoje (17) para download.

Para garantir a segurança na utilização da ferramenta, o app deve ser baixado direto da loja de aplicativos do seu celular – Google Play e App Store – e o usuário deve confirmar se o nome do desenvolvedor é o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Disponibilizado pela primeira vez no ano passado, desta vez o aplicativo terá uma seção de notícias e acesso liberado ao público geral, permitindo que pais, professores e jornalistas acompanhem as áreas que não exigem login do participante. Outra novidade é a liberação dos espelhos de redação no app.

O aplicativo disponibiliza informações tanto antes do exame, com dados da situação da inscrição, cronograma, locais de provas e o Cartão de Confirmação, quanto após o exame, com o gabarito, o resultado individual e o espelho da redação.

A função Alerta permite ao usuário selecionar informações sobre as quais deseja ser notificado quando ocorrerem atualizações no cronograma. Também é possível fazer um checklist das ações concluídas durante as etapas do exame, facilitando o acompanhamento de pendências. No Mural de Avisos, o participante pode acessar comunicados oficiais do Inep. A seção Perguntas Frequentes ajuda a esclarecer dúvidas.

Após a instalação do app no celular ou tablet, o participante deve inserir o CPF e a senha cadastrada no Sistema de Inscrição do Enem. O aplicativo é gratuito e está disponível para os sistemas Android e IOS.

Inscrições

Até as 11h desta quarta-feira, 4,5 milhões de candidatos se inscreveram no Enem. As inscrições podem ser feitas até o dia 19, pelo site do exame. As provas serão aplicadas em dois domingos consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro. Para concluir a inscrição, o candidato deve pagar a taxa de R$ 82. O prazo para pagamento vai até o dia 24 deste mês.

Pelas regras do edital, estão isentos da taxa os estudantes de escolas públicas que concluirão o ensino médio este ano, os participantes de baixa renda que integram o Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e os que se enquadram na Lei 12.799/2013 que, entre outros critérios, isenta de pagamento aqueles com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 1.405,50.

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni), e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Em caso de problema na hora da inscrição, os candidatos podem ligar para o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília.

Enem 2017

Escola Lindaura Leitão recebe campanha “Quem Ama Abraça”

Alunos participam de palestra sobre a importância de se combater a violência contra a mulher.

 Por Luciano Pontes 

Durante toda a manhã desta terça-feira, 16, a escola Lindaura Martins Leitão recebeu mais uma das diversas atividades da campanha “Quem Ama Abraça – Fazendo Escola”.

A campanha de cunho nacional chegou ao Acre por iniciativa do governo do Estado e está sendo realizada pela Secretaria de Estado de Políticas para as Mulheres (SEPMulheres), em conjunto com a Secretaria de Educação e Esporte (SEE), e demais entidades parceiras.

A iniciativa tem foco nas escolas e mobiliza crianças e adolescentes para o debate e superação das diferentes formas da violência contra as mulheres.

Durante a atividade, Alyne Brandão, professora de Educação Sexual, ministrou uma oficina e uma roda de conversa sobre gravidez na adolescência, educação sexual e cultura de paz.

A gestora da SEPMulheres, Concita Maia, afirmou que a campanha tem caráter educativo e preventivo e se firma em novos modelos e conceitos relativos à posição da mulher na sociedade.

“Precisamos conscientizar não somente as mulheres, mas também crianças e jovens, por meio da educação, sobre a questão da violência doméstica. Queremos falar para todas as pessoas, para que elas possam reproduzir uma cultura de paz, da não violência”, destacou Concita Maia.

escola no Acre

No Acre, nova etapa do projeto Quero Ler deve alfabetizar quase 15 mil pessoas

Proposta é alfabetizar 60 mil pessoas até 2018 em todo estado. Investimento é de R$ 40 milhões , diz secretário.

A nova fase do programa de erradicação do analfabetismo no Acre, Quero Ler, deve atender 14.900 alunos na nova fase que inicia em julho. A proposta do programa é alfabetizar 60 mil pessoas em todo o estado até 2018.

As aulas do ‘Quero Ler’ começaram no ano passado. O projeto de erradicação do analfabetismo do governo federal existe em todo o país e no Acre está presente em todos os municípios. As ações são coordenadas pela Secretaria Estadual de Educação.

O secretário adjunto de Educação Edvaldo Viana, diz que nessa nova etapa foram incluídas oito cidades.

“A ideia principal é realmente acabar com o analfabetismo no Acre. Depois, com tudo isso, vem a questão financeira. Nós estamos investindo no programa mais de R$ 40 milhões, entre bolsas, materiais, formação, alimentação e merenda. Tudo isso tem um custo e esse custo traz investimento pro Estado, então, gera renda e riqueza. É um conjunto de ações positivas”, salienta.

Em 2016, 7 mil alunos foram beneficiados com a primeira etapa do programa. Já em 2017, as matrículas subiram para 8 mil.

“Nós temos um edital aberto para a contratação de alfabetizadores e coordenadores de turma para mais uma etapa que se inicia em julho. Nessa etapa, atenderemos 14.900 alunos e é uma das maiores que já fizemos até hoje, haja vista que o programa começou no ano passado e vai até 2018 atendendo o total de 60 mil alunos”, esclarece Viana.

O projeto abre também oportunidade para os alfabetizadores. São 1.169 vagas no mercado de trabalho, além das 64 vagas para coordenadores de turma.

“Nós temos várias pessoas nos bairros e nos postos de saúde. Todos trabalhando para encontrar pessoas que não estão alfabetizadas e para que possam trazê-los para a escola ou pra qualquer outro espaço de educação e assim garantir a erradicação do analfabetismo”, finaliza.

quero,ler

Com informações Bom Dia Amazônia

Inscrições para Festival Estudantil da Canção começam no dia 15 de maio

Os candidatos devem ter idade mínima de 13 e máxima de 29 anos completos na etapa final.

As inscrições para o Festival Estudantil da Canção – FEC 2017 – serão abertas na próxima segunda-feira, 15, e poderão ser feitas até o dia 02 de junho em uma das unidades sede do festival. Poderão participar estudantes do Ensino Médio de escolas públicas e particulares das áreas urbana e rural, incluindo alunos do Programa Especial de Ensino Médio – PEEM e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os interessados poderão concorrer com músicas autorais ou interpretações individuais ou com banda.

No ato da inscrição, o candidato deverá entregar um vídeo gravado com a música que será apresentada para o público. O material a ser entregue pode ser levado em um pen drive ou no celular, que será repassado às equipes da secretaria da Juventude.

O FEC terá três etapas de seleção: gravação de vídeo, pré-seleção dos vídeos e avaliação dos vídeos, que será feita por uma comissão julgadora e por um júri popular. A grande final acontecerá no dia 11 de agosto, na Praça da Juventude, no segundo distrito da capital.

Serão premiados os três primeiros colocados, sendo R$ 3 mil para o primeiro, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro colocado. A melhor música autoral também será premiada com R$ 1 mil e o vídeo mais curtido ganha R$ 500. A escola mais atuante será premiada com equipamento de som.

O FEC 2017 é realizado pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria da Juventude e Fundação Garibaldi Brasil em parceria com o governo Estado. Na primeira edição realizada no ano passado, inscreveram-se 226 candidatos de 26 escolas, que disputaram 10 etapas regionais. De acordo com a secretária da Juventude, Temyllis Silva, este ano a mobilização será ainda maior.

A organização já mapeou 52 escolas participantes e a expectativa é de receber mais de 300 inscritos. A premiação é um incentivo, mas o mais importante é a interação, a confraternização entre as escolas e a oportunidade da descoberta de novos talentos”, destacou Temyllis.

Escolas sede do FEC 2017

Escola Instituto de Educação Lourenço Filho

Escola Sebastião Pedrosa

Escola José Ribamar Batista

Escola Santiago Dantas

Colégio Estadual Barão do Rio Branco _CERB

Escola Estadual Armando Nogueira

festival da canção

Da assessoria

Inscrições para Enem 2017 começam nesta segunda-feira

O prazo para os estudantes se inscreverem é até às 23h59 do dia 19 de maio; as provas serão aplicadas em dois domingos (5 e 12 de novembro).

Começam hoje (8), a partir das 10h, as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições devem ser feitas pela internet, no site do Enem. O prazo de inscrição termina às 23h59 do dia 19 de maio. A taxa do exame este ano é R$ 82. As provas serão aplicadas em dois domingo consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro.

Na hora da inscrição, os candidatos devem informar telefones fixo ou celular, além de e-mails, para que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) possa entrar em contato com o participante. Os dados devem estar atualizados.

O estudante também terá que criar uma senha de, no mínimo, seis e, no máximo, dez caracteres. Essa senha deve ser guardada, pois o candidato precisará dela até o ano que vem seja para conferir o resultado do exame ou para participar de processos seletivos que utilizam as notas das provas, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e Programa Universidade para Todos (ProUni).

“O processo de recuperação de senha foi alterado este ano, para garantir maior segurança aos participantes. É importante que os candidatos anotem a senha, pois vão usá-la em vários momentos”, diz a diretora de Gestão e Planejamento do Inep, Eunice Santos.

Informações

A inscrição começa com o fornecimento do CPF e da data de nascimento. O Inep cruzará as informações com o banco de dados da Receita Federal. O nome do participante, o nome da mãe e a data de nascimento serão preenchidos automaticamente e não podem ser alterados.

Segundo o Inep, caso as informações estejam incorretas no processo de inscrição, embora corretas na base da Receita Federal, o participante deve sinalizar o fato em um campo próprio e prosseguir com a inscrição. Se o participante souber que seus dados estão errados, inclusive na Receita Federal, deve procurar a Receita, solicitar a correção e também sinalizar o fato no campo próprio.

É também na inscrição que os candidatos escolhem a opção de língua estrangeira entre inglês e espanhol. Eles devem indicar a cidade onde querem fazer o exame, que não precisa ser o local onde o participante reside.

Os candidatos poderão ainda solicitar o atendimento especializado ou específico. Atualmente, o Inep disponibiliza guia-intérprete, tradutor-intérprete de Libras, leitura labial, prova ampliada, prova em braile, prova super ampliada, auxílio para leitura, auxílio para transcrição, entre outros mecanismos para promover a acessibilidade.

Nesta edição, um novo recurso vai auxiliar participantes com surdez e deficiência auditiva: a prova em vídeo Libras, oferecida em caráter experimental. Participantes com surdez e deficiência auditiva poderão selecionar apenas um tipo de recurso.

Os participantes transexuais e travestis devem fazer a inscrição com o nome civil. Só depois, entre 29 de maio e 4 de junho, poderão solicitar, pela Página do Participante, o uso do nome social.

Quando for finalizado o processo de preenchimento dos dados, será gerado um número de inscrição em uma página com o resumo das informações fornecidas. Nessa seção também é indicada a situação da inscrição. Os candidatos devem conferir os dados.

Até o término das inscrições, é possível atualizar dados de contato, mudar o município escolhido para a realização das provas e a opção de língua estrangeira, além de solicitar atendimento especializado e/ou específico. Terminado o prazo de inscrição não é possível fazer qualquer alteração.

Isenções

Três grupos terão direito à isenção do pagamento da taxa de R$ 82 do exame. Para os concluintes do ensino médio no ano letivo de 2017, matriculados na rede pública de ensino, a isenção é automática.

Os membros de família de baixa renda que declarem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, de acordo com o Decreto 6.135/2007, e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), têm direito à isenção.

Outro grupo beneficiado é o de membros de família com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio (R$ 1.405,50) e que cursaram todo o ensino médio na rede pública de ensino ou como bolsista integral em escola da rede privada, seguindo a Lei 12.799/2013.

A isenção deve ser solicitada na inscrição, por meio de Declaração de Carência Socioeconômica. Nesse momento, o próprio sistema vai cruzar os dados inseridos pelo participante, de renda e de escolaridade, entre outros.

Se a solicitação não for aceita, o sistema vai gerar, automaticamente, a Guia de Recolhimento da União (GRU). “Os participantes que tentarem burlar os critérios de isenção, que oferecerem informações falsas, poderão ser eliminados a qualquer momento do Enem, inclusive quando estiverem participando de processos seletivos para o ensino superior”, diz Eunice.

O prazo para o pagamento da taxa de inscrição vai até 24 de maio, respeitando os horários de compensação bancária. O participante isento da taxa no Enem 2016 e que não compareceu à prova só terá direito à isenção no Enem 2017 se justificar o motivo da ausência no sistema de inscrição.

Enem

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

No primeiro domingo, dia 5 de novembro, os estudantes farão provas de ciências humanas, linguagens e redação. No segundo, no dia 12, as provas serão de matemática e ciências da natureza.

Caso haja algum problema na hora de inscrição, os candidatos podem acionar o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília.

Inscrições para Enem 2017

Por Agência Brasil

Escola Integral: educação e inclusão para a nossa juventude

Desde abril, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Educação e Esporte (SEE), implantou as primeiras escolas em tempo integral.

 Por Stalin Melo 

Escola no Acre

Em Rio Branco, um novo modelo de educação que já foi implantado em outros estados e que começa a dar os primeiros resultados.

Dentro desse modelo, além da formação técnica, pessoal e profissional, há espaço, sobretudo, para a inclusão social. Alunos com algum tipo de necessidade especial encontraram na escola de tempo integral não apenas uma nova família, mas uma nova maneira de ver o mundo.

Após o período de adaptação, esses alunos já estão integrados nessa nova metodologia de ensino. E as escolas, seguindo a política do governo do Acre em realizar da melhor forma a educação inclusiva, fazem questão de trazer para dentro dos espaços esses alunos.

Por isso mesmo, elas recebem alunos com as mais variadas necessidades especiais. Desde jovens com a baixa visão, passando pela síndrome de down, surdez, até deficiências mental, física e intelectual. Mas nenhuma delas é capaz de superar o amor que a escola tem por eles.

O mais importante é que, nesse processo, a família se faz muito presente. Isso porque, desde a implantação das escolas em tempo integral, elas foram chamadas a participar ativamente da educação dos seus filhos, fazendo-os protagonistas de sua própria história.

Minha segunda casa

Professor Mauro Moura com o estudante Joas Rodrigues (Foto: Assessoria SEE)

Um exemplo de superação pode ser encontrado na Escola Sebastião Pedrosa, que fica localizada nas proximidades da Arena da Floresta, no Segundo Distrito. É o aluno Joas Rodrigues, que tem paralisia cerebral e está no segundo ano.

O gestor da escola, professor Mauro Sérgio da Costa Moura, diz que Joas ajuda muito na horta. “O pai dele até conseguiu um caminhão para transportar estrume e trazer aqui para a nossa escola. Ele vem até aos sábados, se precisar”, afirmou o diretor. “A nossa política é fazer a inclusão de todos os alunos.”

Joas gosta de todas as disciplinas, mas diz que se identifica um pouco mais com português e geografia. “A escola é a minha segunda casa e ela está me ajudando a crescer cada vez mais”, faz questão de dizer.

Ao todo, a Sebastião Pedrosa tem 17 alunos com algum tipo de necessidade especial. Além do Joas tem também o Diego Fernandes Pereira. Ele tem microcefalia e está no primeiro ano. Embora tenha algumas limitações, é acompanhado por um orientador, o Renato Morais, e consegue escrever o próprio nome com uma letra bem legível.

Importância da família

Para a professora Roselândia Matos, professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), da escola José Ribamar Batista (EJORB), A presença da família na escola, principalmente para os alunos com necessidades especiais, tem sido fundamental para o desenvolvimento desses jovens na escola.

Professora Roselândia Matos em momento com o aluno Lairson Gomes, na sala de AEE (Foto: Assessoria SEE)

Na EJORB também há alunos com as mais variadas necessidades especiais. As salas de AEE são fundamentais, mas ela considera que os alunos estejam interagindo com os demais dentro de sala de aula. “Isso é muito importante para o processo de inclusão dentro da nossa escola, fazer com que eles se sintam parte da turma”, explica.

E essa inclusão já acontece, sobretudo, com o carinho e a receptividade que os demais colegas tem com os alunos portadores de necessidades especiais. “Aqui em nossa escola, tanto os professores quanto os demais alunos dão total apoio para realizar a inclusão”, disse.

Entre os alunos com necessidades especiais que estudam na EJORB está o Lairson Gomes de Alencar. Ele está no primeiro ano e já fez amizade com todos da sua sala de aula. Segundo a professora Roselândia, além de já está adaptado à escola de tempo integral, ele consegue acompanhar a aprendizagem com os demais estudantes.

Inclusão é prioridade

Aluna Isis Patrícia Nogueira acompanhada pela professora Artenizia Santos (Foto: Assessoria SEE)

Em todas as escolas de tempo integral, a educação inclusiva é prioridade para a gestão, professores e até para os demais alunos. É o caso da Armando Nogueira, onde a professora Luziane Nepumoceno explica o trabalho que é feito com alunos portadores de necessidades especiais.

Na Armando Nogueira são em torno de 15 alunos que apresentam algum tipo de necessidade. Além dos profissionais especializados, também são realizados encontros e reuniões com os professores para alinhar o trabalho.

“Quando necessário nós fazemos algumas adaptações, como é o caso dos alunos que apresentam alguma deficiência visual, com as provas sendo elaboradas em braile, além do acompanhamento para os alunos que não conseguem se locomover sozinhos”, explica.

Isis Patrícia Nogueira dos Santos, que é acompanhada pela professora Artenizia Santos, tem deficiência intelectual e baixa visão, mas isso não a impede de socializar com os demais e nem de socializar experiências. “Nossa política é de integração e de respeito aos alunos com necessidades especiais. Valorizamos a educação inclusiva e procuramos resgatar, o máximo que podemos, a auto-estima desses estudantes”, afirma a professora Luziane.

Vivência e aprendizagem

No Instituto de Educação Lourenço Filho (IELF) a responsável pela sala de Atendimento Educacional Especializado é a professora Antônia Conceição Marques Pereira. Ela explica que na escola há em torno de 10 alunos com alguma necessidade especial.

Eles amam estudar em tempo integral. Eles só não gostam do sábado e do domingo porque são dias em que não vem para a escola, mas eu, particularmente, acredito que todos os especiais deveriam estar nesse modelo de escola”, afirmou.

Uma das alunas que mais chama a atenção da professora Antônia Pereira é a estudante Jéssica Menezes de Alcântara. Ela tem síndrome de down e está no primeiro ano. Muito extrovertida, faz questão de socializar as atividades e aprendizagens com os colegas de sala.

Aluna Jéssica Menezes faz questão de interagir com os colegas, em sala de aula (Foto: Assessoria SEE)

Vaidosa, antes de posar para a foto da reportagem, ela fez questão de se maquiar para ficar ainda mais bonita. “Outro ponto importante para a inclusão aqui em nossa escola é exatamente a receptividade que os outros alunos têm com os portadores de necessidades especiais”, disse.

Inscrições para especialização em Matemática estão abertas

Estão abertas as inscrições para a especialização em Metodologias de Ensino em Matemática.

 Por Mágila Campos 

Matématica

A formação será ofertada na modalidade a distância e tem como objetivo promover e qualificar o desenvolvimento profissional de professores que trabalham com a disciplina na educação básica.

É direcionada a graduados e licenciados em matemática ou áreas afins que atuam no ensino básico. A oferta é uma ação da Universidade Aberta do Brasil (UAB) em parceria com os polos do Acre, Goiás e Santa Catarina. As inscrições podem ser feitas pelo site: https://www.ead.unb.br/index.php?option=com_content&view=article&id=205 até o dia 10 de maio.

O curso

A especialização será desenvolvida por meios de vivências de situações didático-pedagógicas que abordam aspectos teóricos, metodológicos e conteúdos matemáticos como uma produção histórico-cultural da humanidade.

Serão 120 vagas, distribuídas para os candidatos dos três estados. No Acre o curso será ofertado no polo de apoio presencial da UAB em Cruzeiro do Sul.

Inscrições para especialização em Ensino de Matemática