Terraplanagem onde será construída unidade do Hospital de Barretos

Máquinas trabalham na terraplanagem do terreno onde será erguida a unidade do Hospital de Barretos no Acre.

terra planagem no acre

Fruto de um acordo firmado entre governo do Estado, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e a direção do Hospital do Câncer de Barretos, a implantação da unidade de prevenção Rio Branco teve início há algumas semanas, com a terraplanagem do terreno doado pelo governo do Estado para a construção da unidade do hospital no Acre.

A execução dos serviços de terraplanagem é feita pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), com o acompanhamento da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras Públicas (Seop).

Na unidade estadual serão oferecidos à população um programa de prevenção ao câncer e exames diagnósticos de mamografia, ultrassonografia, agulhamento, biópsia, preventivo do câncer do colo do útero e colposcopia, além de procedimentos como cauterização de parede vaginal, curetagem e consultas ginecológicas.

O hospital contará com duas unidades móveis de prevenção de câncer de mama e colo de útero e uma fixa como toda a tecnologia em detecção precoce do câncer utilizada pela Fundação Pio XII – Hospital do Câncer de Barretos.

O método do Hospital de Barretos é reconhecido pela eficiência na redução de até 95% dos casos de cânceres que matam. O hospital tem unidades também em cidades brasileiras como Juazeiro (BA) e Porto Velho (RO).

“A implantação dessa unidade referenciada em oncologia vem para garantir maior efetividade no tratamento de doenças que tem acometido mais de 90 mil mulheres no nosso estado. É um grande investimento do governo do Estado para a área”, garantiu o secretário de Estado de Saúde, Gemil de Abreu Junior.

terra plagem

Sesacre realiza capacitação para diagnóstico da leptospirose

Febre, dor de cabeça, mal-estar, conjuntivite e vômito. Estes são apenas alguns dos sintomas da doença leptospirose. Doença tem uma incidência maior durante a época de chuvas intensas.

 Por Maxmone Dias 

A doença tem uma incidência maior durante a época de chuvas intensas, já que é transmitida pela exposição direta ou indireta à urina de animais infectados, principalmente ratos.

E como forma de proporcionar um melhor atendimento para a população no diagnóstico dos casos suspeitos e no tratamento de leptospirose, o Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre), realiza uma capacitação de diagnóstico clínico e tratamento da doença.

O objetivo é capacitar médicos e enfermeiros das unidades básicas de saúde e unidades de pronto atendimento, que atendem a comunidade.

“Essa capacitação faz parte da nossa programação anual, e é uma das formas de mantermos os nossos profissionais da saúde atualizados e capacitados. Iremos contar com a presença de dois técnicos do Ministério da Saúde que estarão fortalecendo a capacitação”, destaca Eliane Costa, gerente do departamento de vigilância epidemiológica da Sesacre.

O treinamento está marcado para esta terça-feira, 25, no auditório da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), a partir das 8 horas.

leptospirose

Mulher Cidadã atendeu mais de 2,7 mil em Assis Brasil

O Programa na cidade de Assis Brasil tem como objetivo levar atendimentos de saúde e cidadania a população da zona urbana e rural a quem mais precisa. 

 Por Concita Cardoso 

Mulher Cidadã atendeu mais de 2,7 mil neste fim de semana em Assis Brasil

Programa tem como objetivo levar atendimentos de saúde e cidadania a quem mais precisa (Foto: Val Fernandes)

A 22ª edição do Mulher Cidadã e Saúde Itinerante sexta-feira, 21, e sábado, 22, na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Professora Iris Célia Cabanellas Zannini, em Assis Brasil, atendeu mais de 2,7 mil pessoas com os mais variados procedimentos de saúde e cidadania.

Executado pelo gabinete da vice-governadora Nazareth Araújo, o Mulher Cidadã tem entre seus objetivos melhorar a vida das pessoas que residem nos locais mais distantes do Acre. Em suas edições, um conjunto de instituições se une com um só objetivo: atender bem a população.

Nazareth Araújo falou de sua alegria em levar para Assis Brasil os atendimentos de que de fato as pessoas estavam precisando.

Segundo ela, a união de vários setores do governo faz com que o Mulher Cidadã desempenhe bem o que propõe fazer quando foi idealizado.

Nazareth Araújo esteve no último sábado, 22, acompanhando as ações do Mulher Cidadã (Foto: Val Fernandes)

“Nosso objetivo é fazer com que as pessoas tenham uma melhor condição de vida, com mais saúde, mais cidadania e menos violência em suas vidas. Nessa edição colocamos à disposição onze médicos, realizamos exames, distribuímos medicamentos e tudo de forma humanizada com foco em atender quem mais precisa dos serviços públicos”, frisou Nazareth Araújo.

Morador do Ramal do Icuriã, João Batista de Araújo elogiou a ação: “Esse programa é excelente. Ele traz até as pessoas que têm dificuldade para se deslocar para Rio Branco, por falta de recursos financeiros, o atendimento que está precisando. Governar é levar os serviços de cidadania para perto das pessoas que mais precisam”, disse.

Celene Maia, coordenadora do Saúde Itinerante, frisou que os atendimentos superaram as expectativas. Os atendimentos foram trabalhados em cima das necessidades do município, e a população saiu satisfeita com os atendimentos.

Ações preventivas com foco no planejamento familiar, gravidez na adolescência, drogadição, saúde mental, saúde da mulher, mudanças climáticas e violência doméstica contra a mulher também foram oferecidos.

Valina Oliveira de Araújo e 55 pessoas de sua família foram beneficiadas pelas ações. “Alugamos um carro e viemos buscar os atendimentos. Hoje é um dia feliz para todos nós, pois conseguimos os atendimentos de que estávamos precisando e fomos muito bem atendidos, foram todos muito atenciosos”, revelou.

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Sesacre realiza de 24 a 28, a prevenção de uso do álcool, drogas e cigarro

Saúde capacita multiplicadores de programas de prevenção ao uso de drogas entre jovens. Foco principal dos programas são os estudantes.

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) realiza na próxima semana, de 24 a 28 de julho, uma formação para multiplicadores de programas de prevenção ao uso de álcool, drogas e cigarro coordenados pelo Ministério da Saúde (MS) e implantados nos municípios de Rio Branco e Cruzeiro do Sul desde 2014.

A formação será a partir de segunda-feira, 24, na sala de reuniões do segundo andar da Biblioteca da Floresta, localizada no Parque da Maternidade, Centro de Rio Branco, no horário das 8 às 12 horas e das 13h30 às 17h30.

A implementação desses programas no Brasil ocorreu a partir de articulações da Coordenação Nacional de Saúde Mental do MS em parceria com o escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e com a Secretaria Nacional de Políticas contra as Drogas do Ministério da Justiça a partir de uma avaliação de que não havia programas nacionais com evidências comprovadas sendo executados no país.

Tiveram como referência programas internacionais respaldados e testados em países com estruturas políticas e sociais semelhantes ao nosso. Os programas selecionados foram largamente testados em diferentes países e mantiveram seus resultados, sendo propostos para serem implementados em alguns estados de forma piloto.

Para o ano 2017 a continuidade dos programas Elos, Famílias Fortes e #TamoJunto” sofreram ajustes de modo a possibilitar autonomia aos estados e municípios para que seja possível haver uma ampliação de escolas e comunidades beneficiadas. A Sesacre assume a partir de agora a coordenação da implementação dos programas em articulação com as secretarias de Educação e Assistência Social.

“O Acre é o único estado da Região Norte que possui tais programas. Em 2014 e 2015 foram executados os programas #Tamojunto e Fortalecendo Famílias e em 2016 iniciou também o Elos”, explica a gerente da Divisão de Saúde Mental da Sesacre, Márcia Aurélia dos Santos.

Saúde capacita multiplicadores de programas

Estado e municípios discutem estratégias de combate à malária

Reuniões em Cruzeiro do Sul para o combate à malária contam com representantes do Ministério da Saúde.

 Por Álefe Souza 

Até a próxima sexta-feira, 21, representantes da Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) estarão em Cruzeiro do Sul se reunindo com as equipes de saúde da regionais do Juruá e Tarauacá/Envira para tratar do controle e combate à malária na região. Também participam do encontro apoiadores do Ministério da Saúde (MS) e pesquisadores da universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Essa é a primeira reunião após a descentralização do combate à doença, ocorrida em junho deste ano, passando para o município a responsabilidade das ações. Até então o Estado garantia a execução das ações na região.

“Nesse primeiro momento, estamos em reunião com as equipes responsáveis dos sete municípios  que estão apresentando sua situação epidemiológica, o que auxiliará no planejamento de ações de combate e controle da malária”, disse a gerente do departamento de vigilância ambiental e endemias da Sesacre.

Ainda segundo Marília, a integração intermunicipal se fortaleceu após a descentralização. “A articulação entre os municípios cresceu e isso tem fortalecidos a regional”, assegurou.

Mesmo com a descentralização, o governo do Estado continua com a missão de assessorar o município de Cruzeiro do Sul e contribuir para a diminuição dos índices de malária na regional do Juruá.

Em junho, o município recebeu dez camionetes, 16 motocicletas, microscópios, pulverizadores, computador e equipamentos de escritório entre outros. O governo também garantiu a permanência de 62 agentes de saúde até julho deste ano e 55 microcopistas até dezembro de 2018 e o custeio de combustível para o trabalho de combate á doença.

Estado e municípios

Operadora de plano de saúde deverá indenizar clientes em R$ 10 mil no Acre

Decisão revela que médico do hospital credenciado não chegou nem mesmo a olhar a criança de dois anos de idade, muito menos avaliar o seu estado clínico.

O Juízo da 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco julgou procedente a pretensão contida no Processo n°0702782- 73.2016.8.01.0001, condenando uma operadora de plano de saúde (A.M.O.R. Ltda) a pagar R$ 10 mil de indenização, a título de danos morais, para a autora G.P. de P. (menor representada por seus pais), em função da empresa não ter fornecido atendimento médico à criança, que tinha dois anos de idade à época dos fatos.

Publicada na edição n°5.915 do Diário da Justiça Eletrônico (fl.67), a sentença é de autoria da juíza de Direito Olívia Ribeiro. A magistrada avaliou o pedido a partir da ótica do Código de Defesa do Consumidor (CDC), tendo verificado a ocorrência de falha na prestação do serviço da operadora para a paciente.

“Na espécie, verifico que o ato ilícito praticado pela parte demandada consistiu-se na negativa de atendimento médico à autora, posto que a mesma era beneficiária de um plano de saúde, o qual deveria lhe assegurar atendimento médico, principalmente em situações de urgência e emergência. Entretanto, o atendimento não ocorreu por situações alheias à vontade da autora”, escreveu a juíza de Direito, titular da unidade judiciária.

Entenda o Caso

Os pais da criança contaram terem aderido ao plano de saúde oferecido pela empresa, no início de 2015, e em maio desse mesmo ano a filha deles apresentou febre alta, tosse e indisposição alimentar, por isso, eles levaram a menina ao pronto atendimento da requerida, mas o lugar estava fechado, e com aviso de que os atendimentos de emergência estariam sendo realizados em outra clínica.

Mas, segundo alegaram os pais da menor, quando chegarem ao lugar foram informados que não sua filha só seria atendida se estivesse “em convulsão ou desmaiando”. Devido a isso, eles procuraram a Justiça pedindo indenização por danos morais.

Por sua vez, a operadora defendeu-se dizendo não ser a responsável pela negativa de atendimento, foi hospital credenciado que se recusou, e também disse que a criança “não se encaixava naquele momento em atendimento de emergência por apresentar febre provavelmente decorrente de inflamação na garganta”.

Sentença

Ao avaliar o argumento da operadora de plano de saúde sobre não ser responsável pela negativa do hospital credenciado, a juíza de Direito Olívia Ribeiro negou tal tese defensiva, reconhecendo a responsabilidade solidária das duas empresas, e afirmando ser possível a consumidora entrar com ação judicial contra um ou contra o outro e ainda contra ambos.

“(…) o Plano de saúde e o Hospital credenciado respondem solidariamente pelos danos causados ao consumidor, em face do art. 34 do CDC, podendo a parte autora ingressar em Juízo contra um ou outro, ou ainda contra ambos, sendo portanto a operadora do plano de saúde parte legítima para compor o polo passivo da demanda decorrente da negativa de atendimento pelo hospital credenciado”, esclareceu a magistrada.

Olívia Ribeiro também rejeitou a alegação de que a criança não apresentava quadro clínico de urgência/emergência, pois conforme observou a juíza “os prontuários e receitas médicas da Unidade de Pronto Atendimento demonstram que a mesma precisava de atendimento médico naquele momento, já que estava com febre alta sendo lhe prescrito antibiótico, o qual só pode ser adquirido com a apresentação da receita médica (pp. 11/12)”.

Ainda sobre esta argumentação, a magistrada reforçou o seu entendimento jurídico. “De mais a mais, não pode a operadora do plano de saúde afirmar que a criança não estava em situação de urgência e emergência, se o médico do hospital credenciado não chegou nem mesmo a ver a menor, quanto mais avaliar o estado clínico daquela”, concluiu.

Operadora de plano de saúde

Por GECOM – TJAC

Governo realiza o sétimo transplante de fígado em 2017

A cirurgia ocorreu dentro do esperado e agora é aguardar que o organismo dela reaja bem e não tenhamos nenhum tipo de rejeição.

O Acre é um dos estados que mais realiza transplantes de fígados em todo o país. De acordo com o ranking nacional de transplantes, o estado fica atrás apenas do Distrito Federal.

E na madrugada desta segunda-feira, 17, esse número ficou maior. Durante mais de oito horas de cirurgia, o Hospital das Clínicas realizou, com sucesso, mais um transplante de fígado.

A doação do órgão foi uma iniciativa da família de um jovem de 17 anos, que morava em Belém, capital do estado do Pará, e que faleceu vítima de traumatismo cranioencefálico.

Quem recebeu o fígado doado foi Maria da Glória da Costa Silva, de 55 anos. Paciente oriunda de Cruzeiro do Sul e acometida de cirrose hepática e hepatite B e delta, o transplante era a única alternativa para que ela continuasse a viver.

A preparação para mais um procedimento se iniciou quando a Central de Transplantes do Acre foi informada da disponibilidade de um órgão compatível para a paciente, que reside no Juruá, e veio a Rio Branco via Tratamento Fora de Domicílio (TFD).

Valéria Monteiro, enfermeira que acompanha a paciente, enfatizou que a cirurgia foi um sucesso, já que o fígado doado, pela idade do doador, encontrava-se em ótimo estado e o procedimento cirúrgico aconteceu sem nenhuma complicação.

“A paciente já estava bastante debilitada e precisava desse transplante. A cirurgia ocorreu dentro do esperado e agora é aguardar que o organismo dela reaja bem e não tenhamos nenhum tipo de rejeição. A expectativa é que seja uma recuperação rápida”.

Só de fígado, já são sete transplantes realizados pelo Hospital das Clínicas em 2017. Desde 2006, já foram realizados 294 transplantes no Acre, sendo 86 de rins, 185 de córneas e 23 de fígado.

Saúde no Acre

Investimentos ampliam qualidade da saúde pública do Acre

O Estado do Acre tem alcançado avanços significativos em diversas áreas. Na área de saúde não é diferente.

Investimentos ampliam qualidade da saúde

Até alguns anos atrás, quase tudo de especialidade em termos de saúde pública era resolvido nos grandes centros do país, via Tratamento Fora do Domicílio (TFD).

Hoje, no Acre, até mesmo em casos de transplantes de córnea, rins ou fígado, os pacientes não precisam mais viajar para fora do estado. O tratamento dispendioso e ao incômodo, longe da família e dos amigos, virou coisa do passado para a maioria das patologias.

Galgando, ano a ano, avanços até na medicina especializada, com hospitais para crianças e idosos, mais maternidades, para tratamento do câncer, hepatites e até da ortopedia – como o Instituto Nacional de Traumatologia (Into) agora presente no Acre -, a saúde passou a ser prioridade na gestão pública.

E isso se evidenciou ainda mais nos últimos seis anos e meio da gestão do governador Tião Viana – médico com doutorado em Medicina Tropical – que, desde o início de seu primeiro mandato, reforçou o compromisso com a Saúde Pública.

No Acre, 96% da população é SUS/dependente, ou seja, utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS). Em se tratando de procedimentos de alta complexidade, quase que 100% dos acreanos recorrem à saúde pública.

O Estado tem investido um alto volume de recursos para garantir a oferta dos serviços de saúde, aplicando sempre mais que o preconizado em lei (12%) em recursos próprios nesta área, aparecendo no cenário nacional, como o segundo estado do Brasil que mais investiu proporcionalmente na área da saúde durante o ano de 2014.

Nos últimos cinco anos, a média de investimentos em saúde é de 16,6% de suas receitas próprias, indo muito além do mínimo constitucional, que é de 12%.

Considerando os investimentos com recursos próprios mais operações crédito, o Acre gasta com saúde em torno de R$ 700 milhões ao ano. Se estabelecermos uma relação entre os investimentos do governo do Estado com os do governo federal, que hoje investe em torno de R$ 200 milhões/ano com a saúde pública do acreano, teremos uma média de 60% de custo estadual contra 40% de custo realizado com recursos da União.

Investimentos e avanços

Durante todo o ano de 2016, o governo do Acre realizou mais de 11 mil cirurgias eletivas e de urgência, um custo de, aproximadamente, R$ 16 milhões.

Investimentos em equipamentos, ampliações e reformas nas unidades de referência como o Hospital das Clínicas (HC), Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e Maternidade Bárbara Heliodora também tiveram prioridade na atual gestão.

Em seus dez anos de criação, a Central de Transplantes já realizou mais de 270 transplantes de órgãos no Acre.

O Huerb e o HC, por exemplo, foram os que mais fizeram cirurgias, de acordo com o Sistema de Internação Hospitalar (SIH) do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Programa Saúde Itinerante completou 16 anos de atuação alcançando a marca de 220 mil consultas médicas realizadas em todo o Acre.

Num momento histórico para o serviço de neurocirurgia do estado, foi implantado um atualizado e completo centro neurocirúrgico disponível no SUS, nas dependências do HC.

Foram investidos mais de R$ 1,4 milhão na compra de aparelhos de ponta, como um neuronavegador, aspirador ultrassônico, novos sistemas de drill eletrônicos e estertotaxia e material de by-pass extraintracraniano, equipamentos que permitem que os cirurgiões atuem em áreas profundas do cérebro com menor risco de lesões ao paciente, representando um grande avanço na Saúde Pública.

Reduções significativas

No segundo semestre do ano passado, o Acre registrou redução em 76,18% casos notificados de dengue.

De 2006 a 2013, os casos de malária diminuíram em mais de 59%. Hanseníase, entre 2001 e 2013, a detecção de casos reduziu em 75,7%.

Por três anos seguidos (2011, 2012 e 2013), o Acre representou o Brasil no prêmio Campeões Contra as Malárias nas Américas, realizado pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). O prêmio é dedicado às melhores estratégias de combate à doença no continente.

Rede Cegonha

A iniciativa já atende 98% das gestantes do SUS em 22 municípios (mar/2013). Mais de 180 leitos funcionando pela Rede Cegonha. Em 2013, 34,3 mil consultas pré-natais. 90 leitos de UTI Neonatal, Pediátrica e UCI.

Serviços de Alta Complexidade (2012-2014)

Foram realizados 75 Transplantes (Córnea e Rim). Mais de 31 mil sessões de hemodiálise, e 561 cirurgias neurológicas. Fonte: SIH/SUS-DRRA (Março 2014).

Cuidando dos Seus Olhos

Mais de 145,3 mil procedimentos de oftalmologia, como cirurgias de catarata, por exemplo, realizados no Estado do Acre de 2011 a 2013.

Saúde Auditiva

Desde 2014, já foram entregues mais de 4,4 mil aparelhos auditivos e mais de 31 mil atendimentos, além de 10 mil testes da orelhinha em bebês no Hospital das Clínicas.

Mais Médicos

No último ano, o número de médicos dobrou nas unidades de saúde. O Acre conta com mais de 500 médicos, distribuídos por todas as unidades estaduais.

Investimentos ampliam qualidade da saúde 1

Texto de Lanne Vale || Fotografias SECOM e Junior Aguiar || Diagramação de Adaildo Neto

Mutirão odontológico deve atender até 400 pessoas em bairro de Rio Branco

Três equipes atendem população até sábado (22) no posto de saúde do bairro Vitória. Saúde diz que devem ser feitos 80 atendimentos por dia.

A 5ª edição do Mutirão Odontológico pretende atender 400 pessoas na unidade básica de saúde do bairro Vitória, em Rio Branco, até a sábado (22). O posto, que atende outros três bairros da região, recebeu o “Programa Cuidando do Seu Sorriso” nesta segunda (17) e a média é que sejam feitos até 80 atendimentos por dia.

Conforme Bebeto Júnior, coordenador do Departamento de Odontologia da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), no local, as pessoas vão encontrar atendimentos prioritários de serviços de urgência e emergência como a extração, restauração e limpeza bucal.

“O atendimento é principalmente para as comunidades mais distantes que leva de 15 a 20 minutos por paciente, isso vai depender de como for realizado o procedimento. A demanda da odontologia sempre é demais e hoje estamos com um pequeno déficit de equipes odontológicas, mas a prefeitura logo deve suprir essa necessidade”, explica.

Entre as pessoas que acordaram cedo para aproveitar o atendimento está Francisca Martins da Silva, de 53 anos. Ele diz que há mais de dez meses aguardava para fazer uma restauração nos dentes. A autônoma aproveitou o mutirão e levou o neto para uma avaliação.

“Eu não estava sabendo do atendimento, quem me ligou foi a agente de saúde. Ligaram dizendo que tinha surgido uma vaga e fiquei surpresa ao descobrir que era um mutirão. Meu neto deve extrair o dente. Digo para as pessoas aproveitarem a oportunidade, pois nunca têm vagas”, diz Francisca.

A coordenadora administrativa da unidade, Luzia Oliveira de Souza, diz que a movimentação foi grande comparada aos dias normais de atendimento. Ela diz que há apenas um profissional para atender toda a região. Já com o mutirão, três equipes odontológicas atuam pela manhã e a tarde.

“Vem muita gente da zona rural e não vamos deixar o paciente voltar sem atendimento, então, temos muita demanda. Os agentes de saúde são muito importantes no mutirão, pois levam a demanda até a comunidade onde fazem as visitas. Pessoas que precisam de atendimento de urgência e emergência devem vir até a unidade”, finaliza.

Francisca Martins procurou atendimento para ela e o neto em mutirão odontológico. Foto: abaixo.

Francisca procurou atendimento

Do G1 Acre

A mulher que retirou o útero sente o mesmo prazer de antes da cirurgia?

A cirurgia para retirada de útero, chamada de histerectomia, pode ou não afetar o prazer sexual.

mulher que retirou o útero 1

O útero, localizado acima da vagina, é um órgão essencialmente reprodutor, que abriga e nutre o ser humano em sua vida fetal.

O útero em si não participa diretamente na questão de prazer sexual – o órgão responsável pelo prazer sexual é a vagina, com terminações nervosas no clitóris e ponto G. Além disso, há outros pontos erógenos no corpo, como as mamas.

Entretanto, há dois fatores na histerectomia que podem afetar diretamente a sexualidade feminina, em especial, a libido: a disfunção hormonal e questões psicológicas.

A histerectomia traz a menopausa precoce, o que acarreta na diminuição dos hormônios sexuais.

Além disso, algumas mulheres já tem disfunção hormonal previamente à cirurgia. Por isso é possível que a mulher passe a ter menos libido, (desejo sexual) e sinta algum desconforto na relação sexual, como diminuição de lubrificação, após a histerectomia. Estas questões são tratadas com auxílio médico e fisioterapia pélvica (uroginecológica).

Útero associado à feminilidade

É comum a mulher associar o útero à sua feminilidade. Por este motivo, quando há a retirada do órgão, ela se sente “menos mulher”, ou “incompleta”. Essa associação diminui a autoestima, causa depressão e gera disfunção sexual. Nestes casos o psicólogo deve ser consultado.

Portanto, a mulher que faz retirada de útero pode ter o mesmo prazer sexual de antes da intervenção cirúrgica. Caso não tenha, pode buscar auxílio profissional para resgatar sua qualidade de vida sexual.

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mulher que retirou o útero