Coluna do Crica

Rocha se junta ao PT no pedido de impeachment de Temer

O deputado federal Major Rocha (PSDB) juntou-se ao movimento puxado pela REDE, PT, PSOL e outros partidos de esquerda e assinou o pedido de impeachment da presidente Dilma. Por conta da posição vem sendo chamado dentro da oposição de “oportunista”, por estar há bem pouco como vice-líder do governo Temer. Rocha argumenta na sua defesa que, a régua que usa para medir os adversários quando praticam ilegalidades e a mesma que usa para com os aliados. “O Temer recebeu um criminoso, tratou com ele de práticas criminosas, deu informações privilegiadas e não tomou nenhuma providência. Isso é grave sim. Não tem mais moral para permanecer no poder”, acentuou. Rocha pontua que não quer ter o mesmo papel do PT, que quando seus membros são envolvidos em corrupção os santificam e, quando se trata de adversário demonizam. “Quem na oposição quiser ficar contra a minha posição pode ficar”, diz Rocha que promete tocar em frente a sua candidatura a senador pelo PSDB.

Não dá no Francisco?

Não tiro a razão do deputado federal Major Rocha (PSDB) no episódio do presidente Temer. A sua justificativa é plausível.  Até ai Madalena entrou no mato. A situação mais grave foi a do ex-presidente do PSDB, Aécio Neves, flagrado em corrupção com fartas provas. Por que não pediu a sua prisão? Expulsão do PSDB? Pau que dá em Chico não dá em Francisco? Ou não?

Nenhum aval

Liguei para vários dirigentes da oposição. Não quiseram opinar publicamente para não criar uma polêmica com o deputado federal Major Rocha (PSDB), mas todos achando que está adotando a posição apenas para ter holofotes e tentar inflar a candidatura ao Senado.

Laço certeiro

Primeiro foi o Temer, Aécio Neves e ontem o laço da JBS pegou de uma vez só Lula e Dilma, a quem destinaram 150 milhões de reais. São 189 nomes de políticos que pegaram propina da JBS que ainda serão revelados. Anotem: vai ter político acreano dentro desta cumbuca.

Alguém acima disso tudo

O que se precisa no país é de eleições para presidente, senador e deputado federal e reforma política. Mais da metade do Congresso está podre na Lava-Jato. Eleição indireta e merda é a mesma coisa. Pode ser que apareça um candidato sem vinculação com tudo isso que está api e recoloque o país no eixo. Não pode ser essas matracas carcomidas que estão no cenário atual.

Esta turma acabou

Aécio Neves, Lula, Dilma, Palocci, Temer, Fernando Henrique, Serra, Marina, Renam Calheiros e companhia limitada, esta turma já acabou, não inspira mais confiança. Se for político tem que ser um nome novo e limpo, pode vir da iniciativa privada, para ter condições de lavar o país.

Um golpe certeiro

Antes da delação os donos da JBS foram ao mercado e compraram milhares de dólares. Sabiam que, o preço ia estourar quando a delação do Temer fosse divulgada. Fizeram a delação premiada, nem a tornozeleira vão usar. A delação foi publicada, o dólar subiu e os espertalhões lucraram com milhares de dólares e vão curtir em New York. Quem tem cavalo só anda montado. Foi um golpe certeiro num país de muitos otários. E saíram livres e mais ricos.

Uma petista sem ranço

No próximo dia 25, a prefeita  de Brasiléia, Fernanda Hassem, vai entregar a Rua Manoel Ribeiro asfaltada. Os recursos, 400 mil reais, estavam mais de um ano parados e quase perdidos na gestão passada. O dinheiro é fruto de uma emenda da deputada Jéssica Sales (PMDB), que estará presente na inauguração a convite da Fernanda, que se mostra assim uma petista sem ranço e que reconhece quando a oposição ajuda o município com emendas parlamentares. Exemplo a ser seguido.

Petecão limpo

O senador Sérgio Petecão (PSD) vai ter como chegar no horário eleitoral e proclamar ao pedir votos à sua reeleição que é um nome limpo, sem uma nódoa na Lava-Jato. É tão pouco político que poderá em 2018 ostentar esta posição, que será uma bela bandeira para o Petecão.

A gravidade está na relação
A gravidade do Temer não está em nada do que ele falou da gravação, que não o comprometeu em nada, mas em ter recebido alguém que estava enrolado na Lava-Jato ter ouvido a narração de uma série de atos criminosos sem esboçar uma reação negativa. Como autoridade, prevaricou. Era para nem ter recebido o empresário. Foi um erro de amador.

As bengalas do PSDB e PMDB

A situação política do presidente Temer ficará estável enquanto tiver o apoio na Câmara Federal e Senado do PMDB e PSDB, que derrotam qualquer pedido de impeachment ou de eleições gerais antecipadas. O apoio é a única garantia do Temer para terminar o mandato.

Acabou com a bandeira seletiva

A Lava-Jato será sempre lembrada, quando no país se falar em moralização. Não poupou político de nenhum partido. O Juiz Sérgio Moro tem sido exemplar. Até um Procurador da República acusado de receber propina da JBS entrou na foice. A isenção tem sido total.

O Brasil não é um país sério

A frase acima é do estadista francês Charles De Gaulle. Até bem pouco a REDE GLOBO e a grande imprensa eram chamados pelos petistas de “golpistas”. Após a detonação do Temer. viraram santos. Nem um pio! O Brasil é realmente o chamado país da piada pronta.

Experiência me ensinou

Quando a imprensa não vira eco dos que estão no poder, ela é chamada de golpista, de querer praticar extorsão, de imprensa marrom e etc. Os que estão no poder sempre acham que, além da legião de bajuladores que os cercam, a imprensa tem que também só tecer elogios fartos.

Marca registrada

Na parte que me cabe, calejado, escrevo o que penso sem avaliar se agradarei ou não. Mas a grande maioria dos colegas não tem esta liberdade e para manter o emprego segue as regras.

Sem alarde

O deputado Ney Amorim (PT) tem feito uma campanha sem alardes, conversando, reforçando alianças, fazendo novos aliados, porque sabe que ainda é muito cedo para colocar a candidatura a senador na rua. Aliás, nem se sabe ainda quem serão os protagonistas da eleição de 2018. O Ney está correto em ir pela sombra, tipo mineiro, comendo pela beirada.

Rompido politicamente

Política é dinâmica, já dizia o filósofo do Abunã, Rapirã e cercanias, o ex-prefeito de Plácido de Castro, Luis Pereira. O deputado Jonas Lima (PT) e o ex-prefeito de Rodrigues Alves, o “Burica” eram a casa e o botão. Aliados de muitas campanhas. Não se sabe o motivo, mas viraram adversários. Na eleição de 2018, Burica deverá lançar a sua mulher a deputada estadual.

Chapa aberta

O presidente do PDT, Luiz Tchê, terá uma conversa com o deputado Heitor Junior (PDT) que, é contra a que o partido permita a entrada de candidatos com mandato na chapa para a ALEAC. Tchê está apalavrado para abrir vagas aos deputados André da Farmácia e Maria Antonia.

Um dos mais espertos que conheço

Como político, Tchê é um dos mais espertos que conheço. Quando fala em formar uma “chapinha” de deputado federal é para ter a garantia de candidatos que formem legenda que garanta a sua eleição para a Câmara Federal, que na verdade é o que embute a iniciativa.

Vai jogar com isso

Com a mais absoluta certeza o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB) vai jogar com o fato do deputado federal Major Rocha (PSDB) ter aderido ao grupo da esquerda que quer o impeachment do Temer, para lhe ligar ao PT e lhe enfraquecer na direção nacional do PSDB.

No mesmo espaço não terá fim

A briga entre o deputado federal Major Rocha (PSDB) e o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB) só terá um fim, quando ambos não estiverem no mesmo partido. Fora isso o pau continuará a quebrar. Não há espaço para ambos.

Falta de orientação

Não é bom para nenhum ocupante de cargo publicar e tampouco será para o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, se fechar em copas e não dar nenhuma explicação sobre atos da sua gestão para a imprensa, porque tem de prestar contas do que faz. É mal orientado.

É obrigação!

Aliás, é uma obrigação de todo gestor público prestar contas do que faz e do que não está fazendo, como no caso de Cruzeiro do Sul, tapar os buracos das ruas. Não é o dono do mundo.

Pouca vergonha

Desde o ano passado que venho lendo as desculpas dos dirigentes da EMATER de que não pagam os servidores porque o INCRA não repassa os valores correspondentes. Pouca vergonha!. Para a EMATER e para o INCRA que, não resolvem esta antiga confusão.

O que houve, vereador Roberto?

O voluntarioso vereador Roberto Duarte (PSDB) se fechou num mutismo sobre como anda a CPI dos Transportes Públicos, na Câmara Municipal de Rio Branco. Fez voto de silêncio?

Debates livres

Não tenho escutado nenhuma reclamação da oposição de que o presidente da Câmara Municipal de Rio Branco, vereador Manuel Marcos (PRB), tem colocado entraves ao livre debate no plenário. Isso é bom para a democracia. Esta legislatura é melhor que a anterior.

Amém e sim senhor

Na legislatura passada só ouvi-se na Câmara Municipal de Rio Brancoo amém e sim senhor ao que vinha da PMRB, era mero puxadinho.

Tem sua digital

Muitas conquistas do departamento de saúde que cuida das hepatites, se devem ao deputado Heitor Junior (PDT), sempre presente no auxílio aos portadores da doença. E isso precede em muito á sua eleição para a Assembléia Legislativa. Um mérito que ninguém pode lhe tirar.

Varredura geral

As delações da ODEBRECHT e da JBS foram como uma tempestade que varreu a classe política dominante, não deixando sem uma mácula nenhum dos velhos caciques da política brasileira. Não acredito por tudo o que está ocorrendo que algum deles tenha cara de pau de pedir votos para presidente. A política brasileira poderá ser marcada por dois divisores de águas: antes e depois da Lava-Jato. E não se deve deixar de se mencionar o Juiz Sérgio Moro que, pode ter extrapolado pontualmente em alguma situação jurídica, mas se não tivesse sido implacável no combate às práticas ilegais, tudo o que foi revelado e está sendo combatido, continuaria a acontecer na próxima eleição, com as mesmas caras políticas e os mesmos empresários. Moro está prestando um grande serviço ao país. Não reconhecer isso e avalizar os mal feitos.

Coluna do Crica

Daniel Zen diz que é candidato para valer e não para figurar

O deputado Daniel Zen (PT), um dos quadros mais qualificados do partido da nova safra, e uma das revelações políticas desta legislatura na Assembléia Legislativa, não vai colocar o seu nome como opção para disputar o governo em 2018, apenas para fazer figuração. Em conversa ontem, revelou que, está dando início a uma peregrinação pelos órgãos de imprensa para debater os pontos políticos que defende e manterá um diálogo com a sociedade civil organizada e com os partidos da FPA. Quer chegar nas pesquisas com uma posição que lhe coloque como uma candidatura alternativa real. “Temos o Marcus Alexandre como melhor posicionado. Mas se ele resolver não ser candidato ou o partido achar que é melhor ele continuar o seu projeto na prefeitura? Temos que ter outro nome”, explica. Considera, pois, correto a FPA abrir leques de opções de candidaturas ao governo. Disse Zen que já teve uma conversa com o governador Tião Viana neste sentido, que o incentivou a procurar meios de popularizar a sua candidatura a governador. “É isso que vou fazer a partir de agora”, prometeu um entusiasmado Zen.

Um caso hilariante

PT e PMDB são irmãos siameses na maior crise moral e política já vivida pelo país. Cômico, pois, para não dizer hipócrita, quando se vê dirigentes do PT e do PMDB se estapeando na rede social para saber quem roubou mais. Ambos têm responsabilidade igual nesta crise moral. Não adianta um ficar jogando lama no outro. Tanto que estava na chapa vencedora.

STF dificilmente condena

A gravação do diálogo do presidente Temer com o delator não foi o que a imprensa divulgou açodadamente. Com os trechos divulgados, dificilmente, o Temer sofrerá uma condenação no SFT. Não se sabe a reação política, se perder o apoio político, a sua posição fica insustentável. A sua permanência no cargo está nas mãos da classe política. Se perder este apoio cairá.

Assiste várias vezes

Fiz questão de ver calmamente o famoso vídeo várias vezes, em momento algum tem o Temer incentivando o delator a pagar pelo silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha, como foi divulgado antes de ser liberado para a imprensa.

Interessante, muito interessante!
Sumiram como que por mistério nesta delação, os que atribuíam as denúncias anteriores da Lava-Jato como fruto da “imprensa golpista”, da “REDE GLOBO golpista”, aos “políticos golpistas”. Os delatores deixaram de ser entes do mal para serem entes do bem.

“Montanha pariu um rato”

Depois que o áudio foi divulgado ontem, aliados do presidente Temer saíram do Planalto comemorando e afirmando que “a montanha pariu um rato”, tal a fragilidade jurídica dos diálogos para lhe prejudicar no STF. O que pode cassar o Temer é o julgamento no TSE, mas ainda assim tem direito a recorrer ao STF e continua no cargo.

Gravidade só em receber

Só o fato do Temer receber no seu gabinete um empresário todo enrolado na Lava-Jato, já compromete a sua honorabilidade e ainda aceitar travar um diálogo nada republicano, o compromete ainda mais. A próxima semana será fatal para a sua permanência ou sua saída. Se a sua aceitação popular já era pífia, vai desabar muito mais. Não há clima moral para governar. Ma ainda há clima político, porque o PSDB e o PMDB mantiveram o apoio.

É quem define

O apoio do PSDB e do PMDB é que definirá o futuro político do presidente Temer.

Oração não funcionou

Lembro de uma cena em que vários pastores evangélicos foram até o Planalto orar com as mãos sob a cabeça do Temer, para que tudo desse certo no seu governo. Deu tudo errado.

Um Jonas serelepe

O deputado Jonas Lima (PT) estava todo serelepe, ontem, na tribuna reclamando da ausência da deputada Eliane Sinhasique (PMDB). “Aonde anda a defensora do Temer, que chamava o PT de corja, por qual razão não veio para a sessão? Queria debater agora com ela”, ironizava.

Eleições gerais

O senador Jorge Viana (PT) e o deputado federal Major Rocha (PMDB) se pronunciaram pedindo eleições diretas para a presidência e para o parlamento. Ambos ainda têm mais de um ano de mandato. Não há como pedir eleição só para substituir o Temer, porque vira piada.

Continua dando as cartas

Nada acontecerá no Congresso sem o apoio do PMDB, por causa da bancada majoritária, principalmente, no Senado. Para votar o impeachment do Temer, sem o PMDB não passa. E se acontecer uma eleição indireta, como prevê a Constituição Federal em caso de renúncia, o PSDB e o PMDB colocam o nome que bem entenderem para cumprir o restante do mandato. Uma PEC para eleições gerais, também não passa sem o apoio do PMDB e PSDB. É o quadro.

A cor da chita é outra

O PT não pense que será fácil repetir a bancada de cinco deputados estaduais. Quando isso aconteceu tinha na sua coligação a deputada Maria Antonia (PROS), os deputados do PEN e os votos do Ney Amorim (PT), que somaram mais de 26 mil votos para a legenda. Que não terão mais. Maria Antonia vai para o PDT, o PEN acabou e Ney Amorim será candidato ao Senado.

Quem vai querer se coligar?

Qual é o partido que vai querer se coligar com o PT para disputar vagas na ALEAC, com uma bancada de quatro fortes deputados estaduais? Só um doido entrará numa coligação desta.

Composição fechada

O ex-deputado Astério Moreira não será candidato e fechou apoio à reeleição da deputada Leila Galvão (PT), com quem tem afinidade familiar. Leila é casada com seu irmão Nelson Moreira.

Uma parlamentar ativa

A deputada Leila Galvão (PT) tem sido muito ativa nos debates na tribuna da ALEAC e na defesa da solução de problemas dos municípios do Alto Acre. Conseguiu montar bases políticas sólidas em Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia e Xapuri. Será muito competitiva em 2018.

Tempo para avaliar

O prefeito Marcus Alexandre terá tempo para avaliar bem se deve deixar a prefeitura e um projeto que está dando certo para se aventurar numa eleição incerta para o governo. As pesquisas poderão lhe dar um norte se vale a pena arriscar brecar uma bela carreira política.

Só num projeto de partido

O deputado Luiz Gonzaga (PMDB) diz estar propenso em ser candidato à Câmara Federal, mas não por vaidade, desde que seja dentro de um projeto de partido, na vaga do deputado federal Major Rocha (PSDB). Gonzaga defende a candidatura de Rocha para o Senado.

Não está errado

A estratégia do governador Tião Viana não está errada em colocar vários nomes para tentar se viabilizar para disputar o governo. Se a “bala de prata”, o prefeito Marcus Alexandre, não quiser entrar na disputa terá outro nome encaminhado. Na política tem que se precaver.

Perde um padrinho

Os aliados do deputado federal major Rocha (PSDB) comemoraram ontem a queda do senador Aécio Neves (PSDB). E por um simples motivo, era o principal aliado do ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB), e com quem contava para ser candidato a senador pelos tucanos.

Projeto arquivado

O deputado Eber Machado (PSDC) não será mais candidato a deputado federal. Avaliou e buscará a reeleição. Como não será fácil montar uma chapa própria deverá buscar uma coligação para o PSDC. Para Federal teria que entrar numa disputa dura do chapão do PT.

Menos hipocrisia e mais realidade

Fica um bando de arautos pedindo só eleições diretas para presidente. Eleição direta que não seja também para o Senado e para a Câmara Federal e sem uma reforma política em três pontos: financiamento de campanha, criação de uma cláusula de barreira para impedir a formação de novos partidos políticos e limitar os atuais e fim das coligações proporcionais, não vai resolver nada. Como é que um novo presidente vai governar com mais de 30 partidos e outros 40 na fila de entrada para serem legalizados? Terá que entrar em negociatas de cargos se quiser aprovar qualquer matéria que mandar a Câmara ou Senado. Mais da metade do Congresso está encrencada na Lava-Jato. Adianta mudar só o presidente? Eleições diretas para a presidência e para o parlamento e reforma política, sem isso será trocar seis por meia dúzia. E outro ponto, uma PEC para eleições diretas só será aprovada se tiver os votos do PMDB.

Coluna do Crica

Sanderson é peça certa no tabuleiro do Senado

Agora são seis os nomes que já se colocaram como postulantes a disputar uma das duas vagas para o Senado, no próximo ano. O advogado criminalista Sanderson Moura confirmou ontem à coluna a sua decisão de sair com a candidatura. Seria uma espécie de algo de cara nova com qualidade. É um nome limpo. Sobre o REDE diz que aconteceram apenas conversas, mas que não avançaram. Pontua que tem a garantia de um partido em fase final de legalização que lhe dará legenda. Descarta ser candidato por um dos partidos tradicionais da oposição. Enquanto isso vai se dedicando a proferir palestras em todos os municípios e fazendo lançamento de seus livros. Sanderson tem a sua origem política nas lutas sindicais e é um profissional do Direito bem sucedido. “Tenho procurado reanimar a fé dos cidadãos de que é possível fazer uma política limpa, servidora e qualificada”, enfatiza. Bom orador, Sanderson deverá ter como principal adversário o fato de não ter um partido organizado em todos os municípios para ancorar a sua candidatura a senador. Mas não é um nome para ser visto apenas como um mero participante. Pode crescer, principalmente, no horário eleitoral e no corpo a corpo da campanha.

Perdeu a batalha

Basta ir para a rede social para se chegar fácil à conclusão que o governo neste campo perdeu a batalha na opinião pública no tocante à criação do novo museu. Tem tido reações contrárias em massa até de artistas e historiadores sem nenhuma ligação com a oposição. É um fato.

Batalha judicial

Com a ação de investigação da licitação da obra do polêmico museu impetrada pelo vereador e advogado Roberto Duarte, a batalha irá agora para o campo judicial, inclusive, com questionamentos da empresa vencedora que, supostamente teria tido problemas no TCU.

Falta de planejamento

O HUERB não poderia funcionar mesmo inaugurado, porque no projeto não foi prevista uma área para o estacionamento. O governo teve que improvisar e vai transformar a o imóvel da CAGEACRE, no Bosque, num estacionamento. Pode ser que, agora a novela mexicana termine.

Debates que engrandecem

Os debates entre o líder do governo, deputado Daniel Zen (PT) e a deputada Eliane Sinhasique (PMDB) vem engrandecendo esta legislatura da ALEAC, porque mesmo com variantes diferentes, primam pela qualidade. E merecem ser elogiados, principalmente, pelo alto nível. Dois bons deputados. Justificaram até aqui as suas eleições.

Arguição de suspeição

O PDT usa como principal argumento para tirar os nomes dos seus deputados da “CPI da SEHAB” ao fato da ex-candidata a vereadora, Pastora Sandra Asfury, ser do PDT, e ser possível que seu marido deputado Jamil Asfury (PEN), ex- dirigente da SEHAB, possa vir a depor na CPI.

Josa assume a vaga

A vaga que era do PDT será assumida pelo PTN e terá o deputado Josa da Farmácia (PTN) como titular da comissão investigativa da CPI. O deputado Raimundinho da Saúde (PTN) será o suplente. Com a composição completa os trabalhos serão iniciados na próxima semana.

Perguntar não ofende

Falando em CPI, fizeram o maior carnaval, conseguiram vitória na justiça, mas depois disso a “CPI dos Transportes Públicos” parece que murchou pelas bandas da Câmara Municipal de Rio Branco. Pelo menos os seus atos não estão tendo projeção na mídia. Parou por quê? Por que parou? Com a palavra os vereadores da oposição. Não consta de ter havido uma convocação.

Explicação econômica

O deputado Daniel Zen (PT) tem uma explicação econômica para o fato de museus e outros centros culturais não terem sofrido antes a recuperação: a crise econômica. “No governo Binho os recursos eram fartos, no governo Tião Viana, com a crise, minguaram”, cita Zen

Metendo a mão no bolso

Ainda sobre o assunto, quem me ligou foi o presidente do PHS, Manoel Roque, para falar que, como diretor do “Museu dos Autonomistas” teve que meter a mão no bolso e gastar quase 3 mil reais para repor a iluminação e gasta do bolso 70 reais semanais com material de limpeza.

Feijão com arroz

Perguntei ontem a um velho político de Senador Guiomard sobre como estava vendo a administração do prefeito André Maia, nestes pouco mais de cem dias de gestão: “esperava mais, está se limitando a fazer o tradicional feijão com arroz”. E ficou nisso.

Mostrar a cara

O nome da ex-vice-prefeita Branca Menezes (PSDB) é citado no partido como candidata a deputada estadual. Para se viabilizar tem que se mostrar uma fiscal da gestão André Maia. Não existe outro caminho para ela, que foi a segunda mais votada na eleição para prefeita.

Não é um Zé Mané!

É bom os seus adversários não encararem o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB) como um Zé Mané na disputa de uma das vagas do Senado. Está num pique de quem se encontra em plena campanha. A sua pedra no sapato é a questão interna do PSDB, em briga com o grupo do presidente e deputado federal Major Rocha (PSDB), pelo domínio do partido.

Situação estranha

Numa roda de colegas ontem se discutia a situação estranha e incômoda do prefeito Marcus Alexandre que, está como uma espécie de “reserva de luxo”, só entrará no jogo da disputa do  governo se um outro nome apoiado pelo governador Tião Viana não decolar. Situação esdrúxula.

Questão de prioridade

O deputado Nicolau Junior (PP) diz não ser contra a construção de um novo museu, mas que existem áreas que deveriam ser prioridade como o TFD, que não funciona em Cruzeiro do Sul, onde os pacientes sofrem meses para conseguir uma remoção a outros centros.

Não vão pegar por este lado

A obra merece sim ser questionada. Mas a oposição não vai conseguir pegar o governo no chamado desvio de finalidade do projeto. O BIRD deu liberação oficial para a construção do museu, que não constava do projeto original de empréstimo. Nesta parte está legal. O líder do governo, deputado Daniel Zen (PT), pontuou bem sobre este aspecto legal.

Só posso adiantar isso

A construção do Centro Administrativo pelo governo vai ser questionada na justiça, principalmente, no tocante às empresas que vão tocar o empreendimento. Posso adiantar.

Não é ponto faturado

Está pensando completamente enviesado quem pensar, na oposição, que é ponto faturado a eleição para governador no próximo ano. O atual governo tem desgaste do PT estar quase 20 anos no poder, mas num estado com uma população pobre, sem indústrias, com o desemprego em níveis alarmantes, a máquina governamental pesa muito na eleição. E o Tião Viana não é um amador na política.

Que se explodam

Todos no mesmo balaio. Com a gravação bomba da JBS do presidente Temer, em que este autoriza a compra do silêncio do ex-deputado federal Eduardo Cunha, liquida com o presidente. O coloca no mesmo balaio do Lula, Dilma, Aécio e companhia limitada. Que se explodam! Até porque não votei em nenhum deles para a presidência. Um pelo outro não quero volta.

Acaba qualquer governo

Este tipo de gravação acaba com qualquer governo. O governo Temer acabou. Não creio que consiga mais aprovar as reformas, o que seria muito ruim para a economia brasileira. Fazer eleição agora não resolve nada com este Congresso que está aí, onde o grosso dos seus integrantes está enrolado na Lava-Jato. É esperar para a eleição de 2018. O que resta.

Teses idiotas e imbecis

A tese de uma nova eleição agora é idiota. O ganhador teria que governar num mandato-tampão com os atuais deputados federais e senadores. Seria trocar o seis por meia dúzia.

Não é bom para o Brasil

Se for olhar para o lado econômico esta crise que explodiu é muito ruim para o Brasil, porque tira a credibilidade internacional que estava começando a ser restabelecida após o desastre da Dilma, reformas como a Previdenciária, a Trabalhista e Tributária podem não sair e ai o país pode entrar numa bruta recessão econômica. É ruim também para prefeitos e governadores.

Opinião de um petista

Um deputado petista que não revelo o nome porque foi uma conversa informal, comentava ontem que, se tem um nome que não está fora do jogo da disputa do Senado é o senador Sérgio Petecão (PSD). Usa dois argumentos fortes: “está no mandato e tem um partido organizado”.

Só assim teria sentido

Eleição só para a presidência seria pura hipocrisia. Se é para mudar, que se faça eleição para presidente, deputado federal e senador. Só assim teria sentido uma eleição no momento.

Direito de resposta

“Prefiro ser medíocre, mediana, comum, modesta, pequena do que, o supra sumo da intelectualidade e perder a sensibilidade para sentir o que de fato as pessoas precisam. As vaias só valem para quem tem um mínimo de humildade para saber que não esta agradando e para quem tem a capacidade de se auto avaliar, refletir e mudar a forma de atuar”. Deputada Eliane Sinhasique (PMDB) em resposta ao governador Tião Viana.

Jogando duro

O deputado Léo de Brito (PT) encurralou num debate o ministro da Educação, Mendonça Filho, acontecido em uma das comissões da Câmara Federal, e ele acabou admitindo que aconteceram avanços no setor educacional no governo Dilma. Léo sempre presente nas grandes discussões nacionais.

Todos com telhados de vidro

A situação política nacional criou um clima interessante: se chegou a um ponto que os partidos tradicionais estão com todos os seus caciques enrolados ou citados por práticas ilegais. O PT com Lula e Dilma, o PSDB com Aécio Neves e Geraldo Alckmin, o PMDB com Renam Calheiros e companhia limitada. E agora o Temer. O PSD com Gilberto Kassab. E o restante engrossa a fila. Chegou-se a um patamar que a morte política dos velhos caciques é inevitável e que nenhum pode atirar pedra no telhado alheio. Todos estão com telhados de vidro. É o quadro político.

Coluna do Crica

Sebastião Viana aos opositores: “eu adoro vaias!”

A sessão de ontem na Aleac foi só de críticas ao governador Tião Viana pela decisão de construir um museu. A bancada da oposição citou que prioridade neste momento é Segurança, Saúde e Educação. E não gastar 32 milhões para construir um museu. O governador Tião Viana reagiu com ironia aos ataques. Citou Villas Lobos, que respondia seus críticos, assim: “eu adoro vaias!”. “Essas críticas são as críticas da mediocridade. Para a Sinhasique e aliados cultura é liberar o consumo de cachaça e demais bebidas alcoólicas nos mercados públicos. Não dá para dar ouvidos a esse tipo de gente. Não tem como não adorar as vaias deles”, fecha o texto do Tião Viana (foto) enviado à coluna. Este é um debate que está ficando bem interessante.

Tudo muito estranho

O deputado Nelson Sales (PV) foi outro a criticar a obra do museu. “Quem marca um simples exame de hemograma agora é agendado para agosto”. Bateria palmas para a construção do museu se tudo estivesse bem na Saúde, Educação e Segurança, pontuou.. “Pode ser que nesta obra esteja o dinheiro da eleição como acontecia com as obras da BR-364”, alertou Sales.

Fábrica de dinheiro

Para o deputado Gehelen Diniz (PP) o governo deve ter uma fábrica de dinheiro para gastar em obras não prioritárias. “Prioridade é a Segurança, conter as execuções diárias”, disparou. Também tirou sarro com os que são contra o projeto da Previdência: “Lula taxou os inativos, Dilma mexeu no direito do seguro desemprego por Medidas Provisórias. Ninguém lembra”?.

CPI vai funcionar

O deputado Lourival Marques (PT) ligou para repor a verdade sobre a CPI da SEHAB. Disse que estava afastado para tratar da saúde, mas que hoje estará na ALEAC para participar da comissão. Com a explicação do Louro, não há mais de que se cobrar a instalação da CPI. É tocar em frente. Que seja uma CPI para apurar fatos e não midiática. E sem blindagem.

Não tem fundamento

O dirigente do PP, José Bestene, me ligou para desmentir insinuações vindas de deputados e da direção do PDT de que, o vice-prefeito Chico Batista deixaria o PP para filiar-se ao PDT e ser candidato a deputado estadual. Bestene conversou com Batista e ouviu dele não ser verdade.

Passou sinceridade

A entrevista do vereador Carlos Juruna (PSL) ao “Bar do Vaz” passou sinceridade. Dois pontos me chamaram atenção: mora de favor na casa do sogro e nem carro tem. Que corrupto é esse? Como poderia vender espaços públicos já ocupados pelos camelôs? Para reflexão.

Parte cômica

A entrevista teve sua parte cômica. Quando esteve sendo procurado pela polícia, o vereador Carlos Juruna (PSL) teve um pique de pressão, foi se consultar na UPA, ainda tomou soro e saiu sem ser reconhecido. Enquanto isso toda a polícia estava mobilizada na sua captura. Ou não?

Não é para agora

O julgamento dos recursos do vereador Carlos Juruna (PSL) deve rolar um bom tempo pelo STJ e depois no STF. A sua absolvição ou a manutenção da condenação não será para tão cedo.

Poucos restariam

O prefeito de Acrelândia, Jonas da Farmácia, foi cassado por não dar o apoio necessário ao Conselho Tutelar. Raro é o prefeito que dá a assistência exigida pelo MP. Se fossem usar o mesmo peso para os outros prefeitos poucos ficariam no cargo.

O nosso pastor fundista

Enquanto a discussão fervia na Assembléia Legislativa, o deputado Jairo Carvalho (PSD) ocupou a tribuna para dizer que participou da “Corrida do Amendoim”, em Senador Guiomard. Quanta relevância!. Não deve ter tido uma boa colocação, porque não citou em que lugar chegou.

Virou malabarismo

Para o cidadão conseguir andar nas ruas em Xapuri tem que ter uma boa dose de paciência e ser malabarista, porque a cada dois metros é um buraco. A denúncia foi feita ontem pelo deputado Antonio Pedro (DEM), para quem o prefeito Bira Vasconcelos (PT) não disse a que veio.

Não há o que comemorar

A nossa secretária de Turismo, Raquel Moreira, é uma especialista em comemoração. Tudo para ela é no superlativo. Como comemora essa turma do governo! Está comemorando a liberação de vôos internacionais para o Acre. Comemorar caberia se o preço da passagem a Cruzeiro do Sul, em certos dias, não chegasse e 1.600 reais. O que é um belo absurdo.

Aviso ao navegante

O deputado Jairo Carvalho (PSD) deu um aviso ontem ao deputado federal Alan Rick que se vier mesmo para a oposição que venha de “malas e cuias” e não apenas pela metade.

Um zen isolado

O que se viu ontem nos duros debates da ALEAC entre oposição e a base do governo foi um deputado Daniel Zen (PT) praticamente isolado na defesa dos atos governamentais e intervenções esporádicas dos deputados Jenilson Leite (PCdoB) e Jonas Lima (PT). Os demais deputados da FPA apenas assistiram sem dar um pio. Isso é um fato corriqueiro.

Lutadora incansável

A deputada Leila Galvão (PT) tem sido uma lutadora incansável pela conservação da rodovia que leva à Brasiléia e pelo término das obras da Avenida Marinho Monte. Não deixa de cobrar.

Tudo pelo religioso

O Pastor da IBB Agostinho Gonçalves tem procurado ficar ao largo do movimento que envolve políticos da sua igreja, sempre citando que está se dedicando ao lado espiritual e ao crescimento do número de fiéis. Diz que não se envolverá na política como antigamente.

Nomes postos

Pelo menos para o Senado o PT já decidiu por duas candidaturas, a do senador Jorge Viana (PT) e a do deputado Ney Amorim (PT). Falta a oficialização do nome que disputará o governo.

Pelo menos o vice

O presidente do PDT, Luiz Tchê, já tem um plano pronto caso não decole a candidatura a governador do secretário Emylson Farias ao governo, tentar lhe emplacar como vice.

MP acionado

A coluna tem informação que o PMDB está entrando com denúncia no MP de Mâncio Lima, para que o prefeito Isac Lima (PT) explique uma compra de 400 mil reais de cestos de lixo.

Sujo e mal lavado

O deputado Gehlen Diniz (PP) lembrou bem o fato de por Medidas Provisórias o Lula ter taxado os inativos da Previdência Social e a Dilma prejudicado os que precisam do seguro desemprego. É interessante que, eu não me lembro de um sindicalista ter se levantado contra. E fica na velha história do sujo falando do mal lavado quando criticam o Temer.

Muito improvável

O presidente do PDT, Luiz Tchê, trabalha ativamente para formar uma chapa alternativa para deputado federal. É improvável que consiga candidatos competitivos. O único que se apresentou foi o deputado Jesus Sérgio (PDT), que tem alguns votinhos em Tarauacá.

Outro sonho do tchê
Outro sonho do deputado Luiz Tchê (PDT) é que o grupo do ex-prefeito Vagner Sales saindo do PMDB filie-se ao PDT. Como o PDT é uma espécie de agregado do PT, seria o mesmo que o peemedebista filiar-se por tabela no PT. Isso seria um desastre para sua imagem política.

Convite feito

Mas o convite ao ex-prefeito Vagner Sales (PMDB) já foi feito pelo presidente Luiz Tchê.

Eliane x  Zen

Deputada Eliane Sinhasique considera um escárnio se gastar 32 milhões na construção de um museu enquanto o orçamento da PM é de 7 milhões de reais. “Enquanto isso o Museu da Borracha está fechado desde 2013, o HUERB e o INTO não foram concluídos e falta até aparelhos de nebulização em número suficiente para as crianças nas UPAs”. Para Eliane a construção do museu é para atender a um “capricho” da primeira-dama Marlúcia Cândido. O líder do governo, deputado Daniel Zen (PT) considerou medíocres e mentirosos os argumentos contra a obra, citando os investimentos em Saúde, Segurança e Educação e mais recentemente um concurso para contratar 500 policiais. E lembrando que os recursos serão também destinados às atividades culturais. Citou também que, o estado investe bem mais do que é exigido em lei nas áreas de Educação, Saúde e Segurança. E que a oposição “desconsidera a importância da cultura no Estado”. Este é um tipo de debate que deveria acontecer mais na ALEAC, porque é para isso que a Casa existe. Aliás, foi para debater os problemas do povo que os deputados foram eleitos. O debate de ontem merece ser ressaltado pelo alto nível em que foi travado, em cima de fatos, sem descambar para o baixo nível.

Coluna do Crica

Na política os atos devem ser analisados friamente

Caso este desfecho do voto da deputada federal Jéssica Sales (PMDB) contra o projeto da Previdência Social seja o de causar a sua expulsão e resultar numa debandada do PMDB, em Cruzeiro do Sul, prejudicará em cheio a sigla na região do Juruá. Mas também abalará politicamente o plano do ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (foto) de disputar uma cadeira de senador. Pelo fato de que, todos os grandes partidos da oposição têm seus postulantes a disputar o Senado. Para que partido iria? Sem falar que o PMDB de Cruzeiro do Sul é um partido organizado e o Vagner teria que buscar uma sigla nanica que não teria a mesma organização. Não prejudicaria a reeleição da deputada federal Jéssica Sales (PMDB) e nem a eleição da deputada Antonia Sales (PMDB), porque o voto da região do Juruá seria suficiente para eleger ambas. Já para o Senado o buraco é mais embaixo, o candidato tem que ter um partido organizado em todo estado, para servir de base. É um dado que o Vagner tem de avaliar. Na política todo ato tomado tem que ser analisado de uma maneira calculista.

Não acredito

Não acredito que a deputada Jéssica Sales (PMDB) vote contra, porque sabe que seu ato trará conseqüências políticas. No frigir dos ovos vai acabar se ausentando da sessão de votação.

Agenda prioritária

O PSB definiu no seu último encontro no sábado, que a reeleição do deputado federal César Messias (PSB). César tem como sua principal base eleitoral os municípios do Vale do Juruá.

Usar lupa

Há muita chiadeira na oposição pela escolha das empresas que vão trabalhar na recuperação da BR-364 nos trechos críticos para Cruzeiro do Sul. Não entro nesta discussão. O que importa é a qualidade do serviço que será executado, isso sim é que deve ser fiscalizado com uma lupa.

Fiscalizar palmo a palmo

Os deputados da oposição e da base do governo terão a oportunidade de fiscalizar as obras.

Fora de cogitação
Chegou a informação de que um de seus dirigentes que a REDE não pretende ter como candidato o advogado Sanderson Moura para o Senado.  Mas terá candidato, isso é certo.

Igualdade de condições

Não vejo em que foram privilegiados os candidatos que eram para fazer prova em Cruzeiro do Sul, mas que pela suspensão dos vôos não puderam viajar. Disputaram em igualdade de condições com os relacionados para prestar o concurso em Rio Branco. Confusão mais besta!

Caso fortuito

Os candidatos que iam fazer prova em Cruzeiro do Sul não tinham culpa do vôo ser suspenso.

Mais importante do que firulas

Mais importante que estas discussões estéreis é que o governo estadual está oferecendo 500 empregos na área de segurança pública, num tempo de crise econômica, e num estado em que a iniciativa privada é incipiente na questão de vagas no mercado de trabalho.

Explicação da terceira via

Os que defendem que o deputado federal Major Rocha (PSDB) mantenha a sua candidatura ao governo usam como argumento que, a oposição não pode ficar desprevenida, caso o senador Galdson Cameli (PP), por qualquer motivo, não puder ser o candidato ao governo em 2018.

Defensor intransigente

O senador Jorge Viana (PT) é um defensor intransigente que o nome ao governo seja o prefeito Marcus Alexandre, por várias vezes chegou a se manifestar, publiquei, inclusive, na coluna, em que disse que, o PT não vive um bom momento para fazer laboratório de candidatos.

Erro político

A informação é dada com base em uma fonte, mas com ressalva: a ex-prefeita de Sena Madureira, Toinha Vieira (PSDB), estaria propensa em sair da oposição e entrar na FPA. Se fizer isso vai cometer um erro amador, porque o seu eleitorado é todo na oposição.

Mais um agravante

A ex-deputada Toinha Vieira perdeu as últimas eleições que disputou, indicador que mostra um declínio na sua popularidade E não vai resolver isso indo para o palanque dos petistas. Com certeza perderá muito mais que ganhará se de fato optar pela mudança.

Viabilizar para vice?

Figuras políticas com trânsito palaciano avaliam de que o governador Tião Viana, quando coloca o secretário de Segurança, Emylson Farias, no PDT, como opção da disputa do governo, quer na verdade preparar o nome do seu secretário para ser o vice de Marcus Alexandre.

Esfinge política

Pode ser que esta tese seja verdade, mas não descarto em hipótese alguma que ele de fato queira tentar viabilizar a candidatura do secretário Emylson Farias ao governo. O Tião Viana é uma esfinge quando se trata de política, na base do: decifra-me, ou te devoro. Aguardemos.

Uma coisa é certa

Sobre tudo isso que começa a acontecer no arraial da disputa do governo, um fato salta claramente aos olhos de quem acompanha o movimento da política: a vice-governadora Nazaré Araújo não é prioridade no processo, colocaram seu nome para fazer número.

Depende da reversão

Conversei ontem com o presidente do PDT, Luiz Tchê, sobre a candidatura do Emylson Farias a governador pelo partido. Mostrou-se alegre e motivado, mas acha que a viabilidade da candidatura depende da reversão do quadro da violência na capital e de uma projeção maior sua na mídia. Criar um ambiente que passe à população de estar mais protegida é essencial.

Falta a vinculação

O sistema de segurança tem desbaratado quadrilhas, apreendido armas, drogas, entre outras ações positivas, mas isso não foi colado à imagem do secretário Emylson como o responsável.

Não pode estar fechado

O presidente Tchê diz que a posição do deputado Heitor Junior (PDT) de fechar as portas do partido a quem tem mandato é uma posição pessoal, que deve ser discutida pelo partido. Defende a vinda de outros deputados como Maria Antonia (PROS) e André da Farmácia (PTN).

Assunto em discussão

Sobre a vinda do vice-prefeito de Tarauacá, Chico Batista, para o PDT, confirmou que existe só conversa e nada decidido. Mas, Tchê acha normal que possa ocorrer, já que com o deputado Jesus Sérgio (PDT) sendo candidato a Federal, o colégio eleitoral do município ficará aberto.

Demissões em massa

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, tem promovido uma série de demissões para enxugar a máquina. Devia ter feito isso no primeiro dia que sentou na cadeira de prefeito. Nestes tempos bicudos não há mais lugar para o empreguismo, mas para uma gestão enxuta.

Grampos ilegais

Escândalo em Mato Grosso sobre escutas clandestinas patrocinadas pelo governo, através da PM. Funcionava como “barriga de aluguel”; em uma escuta legal, incluíam outras pessoas que nada tinha a ver com crimes, como jornalistas, advogados e adversários políticos. Isso mostra que este é um serviço que pode ser burlado por quem age de má-fé. Este é um exemplo.

Assim deve ser

A deputada Leila Galvão (PT) não abre mão de que seja avisada para estar presente em qualquer atividade do governo na região do Alto Acre. E usa um argumento forte: é a única parlamentar estadual da Frente Popular com bases nos municípios de fronteira.

Tem seu crivo

Todos os benefícios que são levados pelo governo à Assis Brasil, Brasiléia, Epitaciolândia e Xapuri têm o crivo de uma reivindicação sua feita na tribuna da Assembléia Legislativa.

Agora pode avançar

Com a substituição do deputado Lourival Marques (PT) pelo deputado Daniel Zen (PT), enfim, a “CPI da SEHAB” vai funcionar, faltando apenas definir na primeira reunião esta semana quem será o Presidente e o Relator. E a partir deste momento podem começar as convocações.

Que seja aberta

O que se espera desta CPI é que não seja midiática, mas também não blinde quem tiver algo que possa esclarecer o esquema de venda de casas. E que seja aberta á imprensa, para que não pairem dúvidas de protecionismos. E que se comece logo esta esperada novela.

A expulsão estaria amparada legalmente

A deputada Jéssica Sales (PMDB) não terá alternativa se o PMDB fechar questão pelo voto a favor do projeto da Previdência Social, porque passa a ser uma questão partidária a obrigatoriedade do voto. Quem for contra, neste caso, a expulsão fica legalmente amparada.Todo partido tem o seu Regimento Interno a ser seguido, ao qual quem se filia tem que seguir. A deputada federal Jéssica Sales (PMDB) ter convicção própria que o projeto da Previdência Social não é benéfico à população é um direito seu. Mas todo partido tem as suas regras, ou vira uma bagunça. Se votar contra e for expulsa, o ex-prefeito Vagner Sales (PMDB) sairá. Disso eu não tenho a menor dúvida. Também não tenho dúvida alguma que, no caso da debandada, o PMDB praticamente fica só no nome em Cruzeiro do Sul. O PMDB orbita no município em torno dos Sales. Sem falar que, o PMDB como um todo sofreria um baque, no Acre.

Coluna do Crica

Manda quem pode, obedece quem tem juízo

Se alguém da FPA pensava que a candidatura ao governo do secretário de Segurança, Emylson Farias, seria apenas uma diversão, um balão de ensaio, enganou-se. E muito mais quem duvidava que, ele era o preferido do governador Tião Viana. Numa reunião em que estavam o presidente do PDT, Luiz Tchê, deputados Heitor Junior (PDT) e Jesus Sérgio (PDT), sob os aplausos do governador foi anunciado a sua filiação no PDT para disputar o governo. A filiação deve ser dar num grande ato com figuras nacionais do PDT, inclusive, o candidato a presidente Ciro Gomes (PDT), em data a ser marcada. Com a entrada no PDT, Tião Viana quer descolar a imagem de Emylson Farias (foto) do desgaste do PT e tentar burilar através da Companhia de Selva a imagem do novo na política. Tião Viana quis também dar um recado ao PT e à FPA: o candidato da minha preferência é o secretário Emylson. E nada mais disse e nem lhe foi perguntado.

Ações centralizadas

Ficou definido que a partir de agora todas as ações de estado serão direcionadas para popularizar a imagem do secretário de Segurança Emylson Farias, que passará a ser prioridade política do governo como um todo. O próprio Tião Viana é quem estará à frente da estratégia.

Não é da simpatia plena

O prefeito Marcus Alexandre não é o nome da simpatia plena do governador Tião Viana. Essa mexida no tabuleiro da sucessão deixa isso bem claro. Marcus é uma espécie de reserva de luxo, ficará no banco e somente será chamado a ser candidato se Emylson Farias não decolar.

Não tem tu, vai tu mesmo
O prefeito Marcus Alexandre está para a sucessão estadual para o candidato que só será chamado na base do velho ditado popular: – só tem tu, então vai tu mesmo. Engolido a seco.

Novas adesões

Na reunião que definiu a sua entrada no PDT, o secretário Emylson Farias prometeu que trará três candidatos a deputado estadual: um do Corpo de Bombeiros, um da Polícia Militar e outro da Polícia Civil. No pacote para deputado federal virá o diretor do DERACRE, Cristovão Pontes, que também prometeu trazer nomes para compor a chapa de estadual do PDT.

Adesão de peso

Com o aval do governador Tião Viana deverá filiar-se ao PDT para ser candidato a deputado estadual, o vice-prefeito de Tarauacá, Chico Batista, que é do PP. Seu tio, o deputado Jesus Sérgio (PDT) disputará uma vaga na Câmara Federal.  Chico é vice da prefeita de Tarauacá, Marilete Marilete (PSD).

Definindo rumos

Ainda não se manifestou publicamente, mas pelo que se ouve nos bastidores a candidata prioritária a deputada estadual da primeira-dama Marlúcia Cândida e do movimento das mulheres do PT é a secretária Sawana Carvalho (PT).

Pesa muito

Ninguém fala de público, mas nos bastidores da cúpula petista nunca viu com bons olhos essa independência administrativa do prefeito Marcus Alexandre, ao ponto de sombrear a cúpula do PT. O único nome de peso no PT que ainda defende ferrenhamente o seu modo de fazer política é o senador Jorge Viana (PT). Mesmo o Marcus arriscando a perder o seu mandato.

Ordem de cima

A direção regional do PRB aguarda ordens da cúpula política da Igreja Universal para saber se lançarão um candidato a deputado federal. Na avaliação dos dirigentes locais é quase certo.

Tudo que não podia

Para o ex-deputado Jamil Asfury (PEN) tudo o que não podia acontecer era a mão no ombro do Pastor Agostinho Gonçalves da IBB na candidatura à ALEAC do secretário de Saúde, Gemil Junior. Para quem teve a IBB como reduto fechado, o acontecimento não é bom para o Jamil.

Sumiu na buraqueira

Depois que saiu da SEHAB o ex-deputado Jamil Asfury (PEN) entrou num período sabático.

Não é doido

Esta candidatura a governador pelo PDT do secretário Emylson Farias tem um limite. Se mostrar viável nas pesquisas. Sem isso o governador Tião Viana não será doido em insistir na sua manutenção, ainda que seja ele o preferido, a pessoa que queria ver lhe suceder.

Decisões madurecidas

O deputado federal Major Rocha (PSDB) e o ex-deputado Márcio Bittar (PSDB), num ponto se afinam, chegaram à conclusão que um dos dois tem que espirrar e que isso não pode demorar.

Redundo em que

O que redundou de prático a decisão de alguns vereadores andarem de ônibus uma semana? O preço da passagem vai baixar? A frota será renovada? Como nada disso aconteceu foi tudo um mero e velho jogo de cena para aparecer na mídia.

Um carnaval gospel

É basicamente em que se transformou a “Marcha para Jesus”, com direito a cada igreja levar seu grupo uniformizado, a trio elétrico tocando e puxando uma multidão dançante e os políticos aparecendo no evento para tentar tirar uma casquinha política. Oração? Pouco. A diferença para o carnaval normal é que na “Marcha” não tem despudor, mas respeito. Só.

Momento “quero voto”

A Marcha também teve o seu momento “eu quero voto”, em que políticos abraçavam um aqui, outro acolá, faziam acenos, outros se ajoelhavam, faziam fotos, davam adeuzinhos, numa mistura do religioso com o profano da política partidária. A simbiose religião-política virou marca registrada, no Acre.

Melhor restaurar

O Museu da Borracha está praticamente abandonado. Se é para transformar as dependências do ex-colégio META num Museu para não ter cuidado com as peças históricas, melhor esquecer a iniciativa. Que se restaure o local e se preserve para encontros culturais e outras atividades.

Vetada no PDT

O deputado Heitor Junior (PDT) veta a entrada de qualquer político com mandato na chapa de deputado estadual do PDT. A deputada Maria Antonia (PROS), por exemplo, não conseguiu se filiar. O argumento é que uma chapa com muitos deputados afasta os outros candidatos.

Abrindo o caminho

Reunindo com os dirigentes dos partidos nanicos, ampliando alianças, o deputado Ney Amorim (PT) vai sedimentando o seu espaço para ser o segundo nome do Senado na chapa petista.

Chapa da oposição

Flaviano Melo, Jésica Sales, Luiz Gonzaga, Antonia Lúcia, Alan Rick, são alguns dos nomes postos até aqui, que disputarão vagas para a Câmara Federal pela oposição.

Chapão da FPA
Raimundo Angelim, Sibá Machado, Perpétua Almeida, Léo de Brito, Eber Machado, são os candidatos de maior potencial dentro do FPA para disputar mandatos de deputado federal.

Um nome de importância

Fala-se muito numa candidatura a Senador do advogado Sanderson Moura pelo REDE SUSTENTABILIDADE. A política não precisa de simplesmente caras novas, precisa de caras novas competentes e com outra visão do que é a política. O Sanderson é um bom novo nome.

Lei da sobrevivência

Esta questão da oposição ter cinco nomes querendo disputar o Senado não é nenhuma coisa do outro mundo. No meado do próximo ano as pesquisas farão a seleção natural. E os que se sentirem que não terão chance, naturalmente, procurarão sair para outras áreas.

Longe da discussão

O senador Gladson Cameli (PP) tem tomado uma posição equidistante desta briga em que se transformou a ocupação de espaços para disputar o Senado. Tem que ser neutro, como está sendo. Este é um assunto que deverá ser resolvido pelos dirigentes destes partidos.

Faça doação de órgão

Autorizar a doação de órgãos é salvar vidas. Pense sempre nisso antes de uma negativa.

Uma entrevista sob a ótica petista

Uma visão sob a ótica do petismo. Assim foi a entrevista da doce, bela e recatada vice-governadora Nazaré Araújo. Por isso respeito, mas não concordo com seu foco de ver a política nacional e o seu partido. Eleição antecipada, por exemplo, não é constitucional. E fazer uma eleição agora não resolveria nada, o novo governante teria que governar com o falido sistema eleitoral e negociar a troca de cargos por votos, com 30 partidos, para aprovar algo no Senado ou Câmara Federal. Sem uma constituinte para fazer uma profunda reforma política não muda nada.

É cedo para tanta confusão e comemorações

Em política 24 horas é um tempo longo e que pode mudar tudo. Quanto mais estando há mais de 1 ano para a eleição de governador e senador. Pesquisa longe da eleição é pesquisar o vazio, como diz o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. É muito cedo, pois, para um candidato ao Senado ou ao Governo desfraldar a bandeira do favoritismo, porque não se sabe nem se os nomes dos quais se fala como candidaturas aos cargos majoritárias irão se confirmar. Por isso, senhores, menos confusão e menos comemoração, com base no resultado das pesquisas. O jogo de verdade só vai começar a partir do próximo ano. Fora isso é ilusão.

Coluna do Crica

Não chega a ser novidade

Não vejo como nada anormal o senador Jorge Viana (PT) aparecer bem nas primeiras pesquisas de opinião pública para o Senado. Esquecendo a que partido pertence, ele foi sim um bom prefeito de Rio Branco e um bom governador. No Senado não cumpre um mandato omisso, ao contrário, é atuante. É natural para quem já foi prefeito, governador e agora senador tenha o nome presente na opinião pública. É bom lembrar aos incautos em política que mesmo o PT e suas principais lideranças estando em frangalhos perante a opinião pública, quando se trata de cargo majoritário o eleitor não vota no partido, mas vota no nome com o qual tem uma maior empatia. É do maior amadorismo que o Jorge é um nome fácil de ser batido na eleição do próximo ano. Em qualquer situação será altamente competitivo.

Duvidando da pesquisa

O deputado federal Major Rocha (PSDB) não acredita na última pesquisa do DELTA: “estranho o Márcio Bittar aparecer em primeiro lugar da oposição e com a menor rejeição. Por qual razão, ele não divulgou a simulação em que estamos juntos? Se o Márcio já estava isolado, com esta manobra, conseguiu se isolar mais e desagradar toda a oposição. O PT está comemorando.”, pontua Rocha.

Pesquisa no forno

O PSDB deverá colocar em campo uma nova pesquisa, anunciou Rocha.

Única observação

Não discuto a lisura da pesquisa do DELTA porque não tenho dados para fazê-lo, mas posso fazer uma observação que o universo de pesquisados foi muito pequeno para a disputa do governo. Seria irresponsável tecer um comentário além sem ter visto as planilhas e a metodologia. Toda pesquisa sempre vai ter quem aceite e terá também os que não aceitam.

Acredita quem quer

Pesquisa quando bem feita e isenta é o retrato do momento, nada além. E pesquisa há mais de um ano da campanha não tem sentido, quando não se sabe nem quais serão os candidatos ao governo, é como pesquisar o vazio. Nada contra quem faz pesquisa antecipada. Cada qual com seu cada qual.

Positivo e negativo

Um ponto positivo é a ação da Polícia Civil em fazer mais uma operação para tirar 23 acusados dos mais diversos crimes de circulação. Alivia mais. E a segunda é uma crítica ao comando da PM, que até hoje não fez restabelecer na plenitude o GIRO – patrulhamento com motocicletas.

Sumiram por completo

Pelo menos na região do Tropical, o GIRO, antes presente desapareceu por completo.

Utilidade pública

Atenção prefeito Marcus Alexandre ou a quem interessar possa: as luminárias do final da Rua das Palmeiras na direção do igarapé São Francisco estão apagadas, favorecendo os bandidos.

Se perde e se ganha

O ex-prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno (PT), não entendeu que eleição se perde e se ganha. E ele foi derrotado pela prefeita Marilete Vitorino. Não adianta ficar se martirizando.

Queria o que?

Quando prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno, afastou todos os aliados da campanha e por isso, não tem como reclamar da derrota. Não se governo chutando os parceiros.

Antes de votar o aumento

Os vereadores que, para criar um fato político passaram a andar de ônibus para ver a qualidade do serviço prestado à população, estão fazendo jogo de cena para a platéia. Deveriam ter tomado esta decisão antes de votarem a favor do reajuste das passagens.

Mérito do concurso

Não entro no mérito se houve ou não ilegalidade na aplicação das provas para a Polícia Civil e PM. Isso é com o MP. Mas ressalto a ação positiva do governador Tião Viana em realizar um concurso para 500 vagas na Segurança, num tempo de desemprego e de crise econômica.

Não há motivo

Por mais crítico que se queira ser ao governo Tião Viana, este é um feito que não cabe crítica.

Briga não cessa

A briga entre o deputado federal Major Rocha (PSDB) e o Márcio Bittar (PSDB) não vai terminar enquanto nenhum dos dois deixar o partido. Virou pessoal. O Rocha jamais apoiaria Márcio Bittar (PSDB) ao Senado e o Márcio jamais apoiaria o Rocha para o Senado. Este é o quadro.

Resolvam pelo menos na porrinha

É um assunto que deveriam resolver logo. Ambos não ganham nada em ficar brigando. Virou uma guerra interna entre os dois grupos e entrava o partido. As cenas que o Márcio Bittar (PSDB) e o Major Rocha (PSDB) protagonizam não terá vencedor. Mas, um perdedor: PSDB.

Muito mais estruturada

A deputada federal Jéssica Sales (PMDB) deverá vir para a reeleição mais forte. Elegeu-se com um mês de campanha. Agora conhece o eleitorado, fez novas alianças e esteve presente em todos os recantos do Juruá. E não foi omissa na Câmara Federal aos problemas da região.

Especial atenção

A oposição deveria ter especial atenção nas prefeituras de Feijó e Tarauacá. Foram os dois redutos que deram a vitória do governador Tião Viana. E há problemas nos dois municípios.

Erro de estratégia

A defesa do ex-presidente Lula tem passado o tempo todo tentando desqualificar a figura do Juiz Sérgio Moro. É justamente quem dará a sentença que pode condenar ou absolver o cliente.

Cada dia complica

A delação dos marqueteiros João Santana e Mônica Moura foi a última pá de cal nas situações jurídicas dos ex-presidente Lula e Dilma, porque eram as figuras mais próximas dos candidatos durante a campanha. Foi uma delação organizada com documentos, dados e datas sobre o Caixa-2. Foi sem sombra de dúvida o pior das delações contra o Lula e a Dilma.

Desenvoltura impressionante

O depoimento da marqueteira Mônica Moura foi uma peça de espontaneidade. Descontraída, saiu detonando Dilma, Lula, o ex-ministro da Justiça Eduardo Cardoso e Palocci e complicando todos. Escancarou. E agora para complicar o Palocci voltou atrás e resolveu fazer delação premiada. E o Palocci é outro que terá muito o que falar, porque era quem cuidava das finanças.

Buraco brigando com buraco

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, tem hoje nos buracos nas ruas da cidade o principal adversário que tem levado a uma queda na sua popularidade, ao ponto de ser vaiado nos atos públicos a quem comparece. O verão está chegando e a partir daí morre sua desculpa.

Situação complicada

Quando um prefeito ou governador assume o mandato de um antecessor que saiu com baixa popularidade qualquer coisa que fizer tem projeção na opinião pública. Mas no caso de Cruzeiro do Sul sucede um prefeito que saiu bem avaliado, por isso precisa mostrar trabalho.

Bom prefeito

E o Vagner Sales (PMDB) foi sim um dos melhores prefeitos que passou por Cruzeiro do Sul. Tanto a sua administração foi bem avaliada que surrou o PT em todos os confrontos pela prefeitura cruzeirense.

Há uma diferença

Em todas as pesquisas feitas até aqui a oposição tem aparecido na frente do PT na disputa para o governo, mesmo os petistas estando com o governo e a prefeitura de Rio Branco. O que pode pesar contra a oposição é que não tem o mínimo de organização, insiste no amadorismo. Já no PT tem uma voz de comando. Mas quando povo quer mudar não tem barreira. Mas querer fazer uma previsão com base em duas pesquisas há mais de ano da eleição, quando as candidaturas nem foram postas pelos partidos é no mínimo uma irresponsabilidade. Uma mera brincadeira.  Não se pode falar em vantagem em um jogo que ainda nem começou. Pesquisa agora só serve para embalar as torcidas organizadas dos candidatos. E nada mais.

Coluna do Crica

Sem briga, sem alarde, o Petecão vai se arrumando

Ano passado, em qualquer roda que se chegasse e se falasse sobre eleição para o Senado era quase unanimidade que o senador Sérgio Petecão (PSD) teria dificuldade de se eleger. Com a eleição municipal, onde lutou em vão até o último momento pela unidade da oposição, ao ponto de conseguir convencer o ex-deputado federal Márcio Bittar (PSDB) ser o vice da candidata a prefeita Eliane Sinhasique (PMDB), proposta recusada, a partir deste momento começou recuperar-se. Organizou o PSD de Marechal Taumaturgo à Assis Brasil, com vários vereadores, seu partido tem dois prefeitos, enfim, estruturou-se e não tem mais a rejeição que tinha. Hoje, até entre os seus principais adversários da FPA é visto como um forte candidato entre os que disputam o Senado. Na política, a estratégia vale mais do que vida acadêmica e um vasto currículo. Não tirem o Petecão da disputa por uma das vagas de senador.

DATA-CONTROL –Avaliação do governo Tião Viana

Somatório da aceitação do governo Tião Viana na pesquisa do DATA-CONTROL, realizada em todos os municípios acreanos: Ótima 5,5%%, BOA 24,4%, REGULAR 38,2%, RUIM 12,5, PÉSSIMA 14,7, NS/NR 4,7%. Somados os 5,5% de ÓTIMO e 24, 4% de BOA, dá uma aceitação de 29,9%.

Esteve bem melhor

29,9% de aceitação não chega a ser um patamar devastador para o governador Tião Viana, tem tempo para a recuperação, mas para quem sempre oscilou no primeiro mandato acima de 50% de aceitação, houve uma queda acentuada de popularidade. Junto desses números está o desgaste que atravessa o PT. Lembrar sempre que toda pesquisa é só o retrato do momento.

A chatice de sempre

Mudando de prosa. O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) tem uma tese que se realizar sessões solenes vai render votos. Nada a ver! Deve ser isso, para ser o campeão destes atos chatos, melosos, de troca de elogios, e que, em absolutamente nada, contribui para as entidades homenageadas. Podia promover numa sexta-feira e não em dia de sessão de debates, como fez ontem.

Quanta besteira escrita

Falou-se tanta besteira do interrogatório do ex-presidente Lula, como se fosse um confronto futebolístico em que se ganha e se perde. Foi um ato jurídico dos milhares que acontecem no país. O Lula é um cidadão normal. Agora é que vem a hora da onça beber água: a sentença.

Papel importante

A presidente do PMN, Valdete Sousa, tem tido um papel importante nesta sua briga pela oposição e sempre colaborando para novas adesões e buscando novos caminhos. Como quem decide é quem tem mandato, os caciques, ela tem a sua limitação. Mas é uma guerreira.

Chapa encorpada

A coligação SOLIDARIEDADE-PPS-PTB será uma das mais fortes da oposição. Para estadual terá nomes como o da publicitária Charlene Lima, ex-deputado Walter Prado, Coronel PM Ulisses, e outros que não se elegeram, mas foram bem votados nas eleições que disputaram.

Chapinha de federal

É também meta primordial da coligação ter chapa própria para a Câmara Federal.

Projeção no vazio

Para quem vive às turras por causa de resultados de pesquisas para o governo longe da campanha, vou republicar uma frase do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: “Pesquisa fora de época não é pesquisa. É projeção no vazio”.

Chutando o balde

O ex-prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno, está atirando para todos os lados. Entregou a gerência do Hospital de Tarauacá alegando perseguição da prefeita Marilete Vitorino e ter sido abandonado pela secretaria de Saúde. E ainda citou o Salmo que fala na defesa dos inimigos.

Perdeu na articulação política

Aliados do ex-prefeito de Tarauacá, Rodrigo Damasceno, dizem que não se reelegeu por não fazer política e não respeitar os que o ajudaram na eleição. Na gestão foi bem, mas foi a parte política que decretou a sua derrota. Centenas de ex-aliados apoiaram a Marilete Vitorino.

Não conheço

Não conheço um governador ou prefeito que, ao se eleger abandonou os aliados e depois quando tentou a reeleição conseguiu êxito. Na política, a falta de palavra é fatal. Uma das máximas da política é: não pode cumprir uma parceria, então não faça. Ou o desgaste é certo.

Quem decide são as lideranças

É ilusão alguns militantes ficarem fazendo movimentos para buscar a “unidade” da oposição. Vale como um ato de boa vontade. Nada será definido este ano. As decisões sobre as chapas majoritárias só vão acontecer pelo meado de 2018, quando seus cardeais sentaram-se.

Não esperem dois candidatos

O senador Sérgio Petecão (PSD) tem o legítimo direito de disputar a reeleição. Márcio Bittar (PSDB) declarou que, se forem dez as candidaturas ao Senado a dele será uma delas. O Vagner Sales (PMDB) diz ser candidato não interessa o total de postulantes. O Major Rocha (PSDB) é outro que diz não abrir para a disputa do Senado. São quatro candidatos a senador.

Um agravante para a unidade

A questão é que destes quatro candidatos ao Senado pela oposição todos estão em partidos consolidados, se quiserem levar a candidatura adiante não há quem impeça, são donos do nariz.

Movimento de convencimento

Há um movimento interno dentro do PMDB defendendo que o vice da chapa do senador Gladson Cameli (PP) venha a ser o deputado federal Flaviano Melo (PMDB) que somaria politicamente e com a sua experiência. Resta saber se já combinaram isso com o Flaviano.

Propenso à reeleição

Na última conversa que tive com o deputado federal Flaviano Melo (PMDB) me disse da sua intenção de disputar a reeleição. Não acredito que vá entrar nesta onda de querer ser vice.

Direito de escolha

Nesta questão entre o ex-prefeito Vagner Sales e o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, há que se ponderar: o prefeito agora é o Ilderlei. Se quiser contratar 600 cargos de confiança e depois isso explodir num grande desgaste, problema dele. A gestão é sua. O Vagner está certo em manter-se afastado, para não denotar qualquer interferência na gestão.

Alguém acreditou?

No seu depoimento o ex-presidente Lula disse que não tinha nenhuma interferência no PT. Alguém acreditou? Lula é o próprio PT, sua maior liderança, sua palavra no partido é ordem.

Nada do outro mundo

Não vejo como nada do outro mundo o governador Tião Viana e o senador Jorge Viana terem ido a Curitiba dar uma força ao Lula, de quem são amigos próximos. Não entro no radicalismo.

Todos bem posicionados

Não será fácil aos novos candidatos a deputado estadual pelo PT tomar a vaga de um dos quatro parlamentares petistas que disputarão a reeleição: Jonas Lima, Leila Galvão, Daniel Zen, Lourival Marques, todos com grupo de apóio sólido e na vantagem de disputarem nos mandatos.

Temer está certo

O deputado Josa da Farmácia (PTN), partido que integra a FPA, defende as reformas colocadas em curso pelo presidente Michel Temer. É melhor fazer uma reforma dura agora, para no futuro ter como pagar os aposentados, posiciona-se Josa. Espera a Reforma Política para deixar o PTN.

PTN em disputa

Dentro do PTN há uma clara disputa entre os grupos dos Asfurys e do deputado Raimundinho da Saúde para ver quem fica com o comando partidário. É um fato que está bem nítido.

Não tinha mais clima

Desde que votou a favor do impeachment da Dilma que o deputado federal Alan Rick vinha sendo achincalhado por setores petistas. Isso deve ter pesado também para entrar na oposição. Sem falar que não conseguiu o domínio do PRB, mesmo sendo o presidente.

Movimento interessante

Acho interessante esta iniciativa dos movimentos organizados do PT de só fazer campanha para as candidatas mulheres. É uma forma de valorização e abrir mais espaço no parlamento.

Fato a ser medido e pesado

Um fato que tem de ser avaliado numa possível candidatura do prefeito Marcus Alexandre ao governo e que se reelegeu com a maior margem de votos de todos os tempos sobre a oposição. Simplesmente jogar para o alto este eleitorado pode parecer pouco caso, não sei como este eleitor reagiria o vendo como candidato ao governo. Deixando o mandato em pouco mais de um ano. E ainda ter que deixar o mandato em abril. Temos o exemplo do ex-prefeito Flaviano Melo (PMDB), que fazia uma gestão bem avaliada, saiu da prefeitura para disputar o governo e não repetiu mais a votação que teve na capital, e ainda perdeu a eleição.

Coluna do Crica

Hora da verdade: Major Rocha ou Márcio Bittar?

A direção nacional do PSDB vai definir até o final do mês quem permanece no partido, se o atual presidente, deputado federal Major Rocha ou o ex-deputado federal Márcio Bittar, cujos grupos andam ás turras. “Estive com a nacional e coloquei o quadro. O Márcio tem se dedicado exclusivamente a fortalecer o SOLIDARIEDADE, presidido pela sua mulher Márcia Bitrtar, não soma nada para o PSDB, e não há mais espaço para os nossos grupos no partido”, assinalou ontem Rocha, que se diz “tranqüilo” quanto à sua permanência. Para Rocha, a executiva nacional tucana está muito bem informada do que está acontecendo no Acre e interessa a eles a solução do problema o mais rápido possível, porque a disputa só está trazendo prejuízos políticos. “O certo é que a partir do fim do mês somente ficará no PSDB o meu grupo ou o grupo do Márcio Bittar. Acho que a situação do afastamento do Márcio das decisões partidárias me ajudará muito quando o caso for analisado”, enfatiza Rocha. Sobre a disputa majoritária assegura que o seu foco é o Senado, mas de acordo com os acontecimentos poderá disputar o governo em 2018. “Não tenho medo”. A roleta tucana vai girar: Major Rocha ou Márcio Bittar? Senhores, façam os seus jogos. Fichas em cima da mesa.

Não tinha outro caminho

Não há espaço no PSDB para o deputado federal Major Rocha (PSDB) e Márcio Bittar (PSDB) e um deles vai ter que espirrar. Sempre coloquei neste espaço. O que vai acontecer agora com a intervenção da direção nacional no caso é só o desfecho de uma novela de fim previsto.

Vantagem do mandato

Márcio Bittar tem toda uma história de lutas dentro do PSDB, mas pelo fato de ter mandato e ser hoje o presidente regional do partido, o deputado federal Major Rocha (PSDB) leva vantagem se a direção nacional tiver que escolher entre ambos.

Emylson Farias

Toma corpo a cada dia a candidatura do secretário de Segurança, Emylson Farias, é o que tenho escutado de altos dirigentes do PT. O professor Rêgo foi inclusive escalado pelo governador Tião Viana para lhe dar assessoria. Todas as ações do governo são para moldar a sua imagem como gestor. Em todos os atos de governo aparece com destaque junto ao Tião.

“Independente de mais para nosso gosto”

O mesmo alto dirigente do PT que me passou ontem o panorama do encorpamento da candidatura do secretário Emylson Farias ao governo, referiu-se ao prefeito Marcus Alexandre como “uma pessoa que tem independência demais para o nosso gosto”, frase que vou traduzir para o popular: o Marcus não se presta ao papel de sabujo e tem posições próprias.

O adversário é interno

O principal adversário do secretário Emylson Farias está dentro da sua gestão. Se não conseguir reverter os números da violência, não no papel frio dos números e estatísticas, mas ao ponto da população ter uma sensação de tranqüilidade, sua candidatura terá problemas.

Não importa

Para o ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, nesta questão do Senado dentro da oposição não importa quantos candidatos serão lançados, porque em qualquer quadro a sua candidatura a senador está assegurada. O fato de ter uma base sólida no Juruá o beneficia.

Um vice com experiência

O ex-prefeito Vagner Sales (PMDB) defende que o vice do senador Gladson Cameli (PP) seja uma pessoa de mais idade, de respeitabilidade, um ex-Juiz, um ex-desembargador, do TCE, enfim, o nome de alguém que possa dar equilíbrio à sua chapa e passar confiança ao eleitor.

Mas não chega ao povão

O deputado Daniel Zen (PT) enumerou várias realizações do governo Tião Viana, como pagar em dias os servidores em tempo de crise econômica, realizar concursos públicos, dar reajuste salarial, implantar a escola em tempo integral, para contestar a publicação de ser Tião o “pior governador do Brasil”. Acrescentaria a Central de Tansplantes.  Também não concordo que é o “pior governador do Brasil”. Acontece, Zen, é que estes avanços apontados não chegam na ponta, que é o povão. Mesmo com estes dados positivos, com quem se conversa, a crítica ao governo atual é muito grande. É só chegar em qualquer roda política para se comprovar isso.

Não tem este direito

Os motofretistas não têm o direito de parar o trânsito interditando ruas em pleno horário de pique de quem trabalha. O direito do cidadão de ir e vir, ele é livre. As forças policiais foram omissas ao deixar que a baderna no trânsito se instalasse ontem na cidade.

Previsão de sentença

Os analistas políticos nacionais dão como saindo no máximo em 30 dias a sentença do Juiz Sérgio Moro sobre o processo de ontem a que responde o ex-presidente Lula. Existem mais quatro em que Lula também é réu.

Triste espetáculo

O STF, que era para dar um exemplo de serenidade, com a briga pública entre os seus ministros passa para a opinião pública uma imagem de que a corte é uma balbúrdia. Lembra mais uma briga de comadres do que a mais alta instituição jurídica do país. É uma pena.

Não tem um nome

Dirigentes do PRB dizem que ainda não existe um nome em pauta para lançar a deputado federal, com a saída do deputado federal Alan Rick, mas que, com certeza a direção nacional vai querer que o partido tenha candidato à Câmara Federal.

Rede na disputa

O partido REDE SUTENTABILIDADE terá no Acre um candidato a senador e um candidato a governador. Isso é ponto pacífico, dizem os seus dirigentes. Os nomes não foram revelados e devem ser de pessoas que possam representar o novo na política. Aguardemos, pois.

Novo quadro

Com a posse do advogado Valadares Neto na Câmara Municipal de Brasiléia o PMDB ganha um novo quadro. O PMDB saiu da cena política de importância, no município, desde o afastamento do ex-prefeito Aldemir Lopes por problemas jurídicos. Era a sua maior liderança.

Não é tarefa fácil

O ex-prefeito Aldemir Lopes, goste-se o não dele, aceite ou não os seus métodos, ainda é a maior liderança do PMDB em Brasiléia. E se voltasse ao cenário político seria protagonista.

Jogo de cena

O vereador Railson (PTN) faz mais jogo de cena ao ser mostrado em rede social vindo para a Câmara Municipal de Rio Branco de ônibus. Para saber que temos passagens caras para curtos percursos, ônibus velhos, sujos, que não cumprem o horário, não precisaria fazer a encenação.

Carnaval fora de época

O depoimento do Lula foi como de qualquer outra pessoa que é réu em um processo. Não precisava do carnaval fora de época de formar caravanas para ir a Curitiba. O depoimento foi dado, em média de 30 dias sairá a sentença, e o mundo continuará a girar sem problemas.

Fora da projeção

O ex-deputado Jamil Asfury (PEN), que chegou a ser o braço político da Igreja Batista do Bosque, perdeu esta posição para o secretário de Saúde, Gemil Junior, que será o candidato a deputado estadual apoiado pela cúpula da igreja, numa dobradinha com Alan Rick à Federal.

Escolher bem

Foi primeiro suplente de vereador e de deputado estadual. Se o Dr. Jferson, hoje no PRB, souber escolher bem o partido pelo qual vai disputar uma cadeira de deputado estadual, em 2018, pode fazer o gol ao invés de bater na trave. O quadro lhe é mais favorável na oposição.

Bom que não desista

É bom que o Dr. Jeferson seja candidato a deputado estadual. A política precisa de quadros qualificados que possam chegar na Assembléia Legislativa e ter condições de travar um debate.

Uma PEC do bem

Não tem que possa levantar a voz contra a PEC apresentada pelo senador Jorge Viana (PT), que torna imprescritíveis os crimes de estupro. Mesmo que o autor fuja e passe anos escondido, quando for preso novamente o processo criminal continua. Isso é um avanço, o estupro é um dos crimes mais hediondos e quem o pratica deveria sempre ser condenado à pena máxima. A PEC do senador Jorge Viana é uma grande contribuição na proteção das mulheres violentadas. A matéria foi aprovada no Senado e deverá ir para votação na Câmara Federal, onde deverá ser aprovada sem problema algum. Ninguém será a favor de proteger estuprador.

Vagner Sales: “meu nome está posto para o Senado”

Vagner Sales: “meu nome está posto para o Senado”

Não tem mais volta e o jogo está jogado. O ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, anunciou ontem à este BLOG que, o assunto já está fechado no PMDB e a sua candidatura a senador no próximo ano está decidida. Para Vagner, especialista em ganhar do PT no Vale do Juruá, a preferência é que a oposição tenha apenas duas candidaturas, mas analisa que se tiver mais que este número, não terá problema, por ser detentor de um reduto eleitoral forte, no caso os municípios do Vale do Juruá. Vamos para os meios de comunicação, mostrar no horário eleitoral as nossas realizações, porque é isso que o eleitor quer, está cansado de discursos vazios, pontua. Para Vagner, a eleição de 2018 será uma eleição em que vai pesar a experiência do candidato e ter alguma coisa a mostrar no vídeo para a população. “Eu terei o que mostrar; as obras que fiz, além de que, sou um candidato que sempre combateu e venceu o PT nas disputas da prefeitura de Cruzeiro do Sul. Vou para cima do PT agora na disputa de uma das vagas do Senado. Sou uma oposição de raiz desde o MDB, lembra Vagner.

Cem dias de desastres

Uma comissão de Vila Campinas esteve ontem na Aleac para denunciar o descaso a que foi submetida aquela comunidade, onde inexiste a presenças dos poderes públicos estadual e municipal. Gildomar Charqueiro, que comandava a caravana, considera a gestão do prefeito de Plácido de Castro, Gedeon Barros, que também administra Campinas, uma espécie de cem dias de desastres, aonde não se vê uma obra e o município no abandono. Na sua visão, o que dá para destacar da gestão do prefeito Gedeon é o lado negativo de ter entupido a prefeitura de cabos-eleitorais com cargos de confiança, inchando o quadro funcional da municipalidade. Gedeon estaria tão perdido administrativamente que neste período já trocou quatro secretários. Chaqueiro tem se notabilizado como um opositor à gestão de Gedeon.

Perdeu a quilha

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, perdeu a quilha na questão de contratações de cargos de confiança. Só no seu gabinete são 62 os nomeados. Conheço o gabinete. Não cabe tanta gente e nem há necessidade. Não adianta contratar para depois ter que colocar na rua.

Não dá certo e vem o desgaste

A máquina municipal, num tempo de crise financeira, tem que ser enxuta, não pode se transformar a prefeitura num cabide de emprego, porque mais na frente vai faltar dinheiro para pagar, terá que demitir e o desgaste será certo.

Alguma coisa errada na comunicação

O governador Tião Viana paga o servidor em dias, deu aumento salarial, fez concursos para contratar mais 500 policiais, dotou a Segurança de mais estrutura, toca o belo programa “Quero Ler”, tem investido muito na Saúde, na agricultura, mas não conseguiu capitalizar estes feitos, popularmente, basta ouvir a população que se sente durante as conversas a sua rejeição. Algo está errado na projeção da sua imagem pela numerosa equipe que integra a sua Comunicação. O somatório de suas obras não chega ao conhecimento da ponta, no povão.

Chapa das cobras criadas

A deputada Leila Galvão (PT) previu ontem numa conversa com jornalistas e parlamentares que, na chapa do PT a eleição é muito difícil. Na eleição passada rodou candidato com 5 mil e 500 votos. No seu cálculo, no pleito de 2018, para garantir a eleição terá que ter 8 mil votos.

Chapa do PT

São candidatos pelo PT à ALEAC: deputado Daniel Zen, Jonas Lima, Leila Galvão, Lourival Marques, vereador Jackson Ramos, secretários Gemil Junior, Sawana Carvalho, Nil Figueiredo, o que já deixa a chapa forte. Só tem uma questão: para repetirem as cinco cadeiras na Aleac, os novos candidatos terão que ter votos. O PEN contribuiu com 11 mil votos na última eleição. E nenhum dos seus integrantes permaneceu na aliança. Some-se a isso o desgaste do PT.

Doença segura sehab

Não começaram os trabalhos da CPI da SEHAB. É que o deputado Lourival Marques (PT), que seria o presidente teve que viajar a São Paulo para tratamento médico de uma antiga cirurgia. Deverá ficar ausente 10 dias e somente após sua volta os trabalhos iniciam dentro do prazo. Mas nada que preocupe.

Sem problema algum

O deputado Gehlen Diniz (PP) não vê problema em disputar a reeleição em Sena Madureira para a ALEAC, com a filiação do deputado Nelson Sales no PP. “São 28 mil votos, há espaço para todo mundo”, pondera. Não acertou nenhuma dobradinha para apoiar Sales á Federal.

El Brujo

Um dos principais articuladores da ida do deputado federal Alan Rick (PRB) para o DEM foi “El Brujo”, Normando Sales, que é um dos mais fiéis amigos do presidente do DEM, Tião Bocalon.

Nome na mesa

A secretaria Sawana Carvalho colocou o seu nome na Secretaria das Mulheres do PT para ser candidata a deputada estadual. Tem qualificação. Há um trabalho entre os movimentos do PT para que, na próxima eleição, estes grupos só apóiem mulheres, como forma de aumentar o número de representantes na ALEAC. A primeira dama Marlúcia Cândida é quem está à frente.

Movimento interessante

Considero interessante e válido este movimento das mulheres do PT. O PT, presente em todos os municípios tem entre os vinte e quatro deputados, só uma mulher na Casa, a deputada Leila Galvão (PT).  Maria Antonia é do PROS, Eliane Sinhasique do PMDB e Juliana Rodrigues do PRB.

Alvo de brincadeiras

A deputada Juliana Rodrigues (PRB), que é da Igreja Universal, foi alvo de brincadeiras ontem no salão azul da ALEAC, sobre a saída do deputado federal Alan Rick para o DEM: “a sessão de descarrego foi forte para tirar o Alan do PRB”. Afável, Juliana só riu do humor dos colegas.

É o que já tinha publicado

Ontem, conversei com deputados do PT e alguns colegas que cobrem o dia a dia do governador Tião Viana. Para eles, não há mais dúvida que tentará viabilizar o secretário de Segurança, Emylson Farias, como candidato ao governo. Em todas as solenidades do estado o Tião já o trata como se fosse o candidato oficial, até pedindo espaços para ele na imprensa.

Mais entusiasmado

O deputado Chagas Romão (PMDB) é o mais entusiasmado dos peemedebistas com a candidatura do ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales (PMDB) ao Senado. Dizia ontem nos corredores da Aleac que, Vagner será a surpresa positiva entre os candidatos a senadores.

Rei da cocada preta

O deputado Jairo Carvalho (PSD) criticou ontem a postura, segundo ele “autoritária “, do presidente da Câmara Municipal de Senador Guiomard, Gilson da Funerária (PP). Este moço não respeita os outros vereadores e diz que, quem manda na Câmara é ele e mais ninguém.

Soberano, só o plenário.

Se for isso mesmo que o deputado Jairo Carvalho (PSD) está dizendo, há um equívoco do presidente Gilson da Funerária (PP), o único soberano numa Câmara Municipal é o plenário.

Forte no PSDB

O coronel PM Ulisses é forte se estiver colado na disputa de uma cadeira de deputado estadual no grupo do deputado federal Major Rocha (PSDB), porque ambos juntariam forças dentro da corporação, principalmente na tropa, onde transitam muito bem. Fora isso seria arriscar.

Não conseguiu decolar

Perguntei ontem a um amigo do PP, que votou no empresário Kiefer (PP) para prefeito de Feijó e ouvi a seguinte frase: “tem tomado decisões atrapalhadas, ainda não se encontrou na prefeitura”. É tão simples: basta coletar o lixo, pagar em dias, manter a cidade limpa, remédios nos postos e o sistema educacional funcionando. O resto é querer inventar a pólvora.

Argumento que faz sentido

Não há como o senador Gladson Cameli (PP) sendo candidato, o Juruá não ter um candidato ao Senado. Este é um dos argumentos para justificar a candidatura do ex-prefeito Vagner Sales (PMDB). Ou com o Senado ou indicando o vice o PMDB terá papel importante na sucessão estadual.

Mais pressão

O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) vai conversar com o presidente da ALEAC, deputado Ney Amorim (PT), para que libere logo a instalação da CPI da BR-364, já que o pedido com as assinaturas necessárias já estão na mesa diretora. Juridicamente não depende mais de nada.

Campanha para o juruna

Vamos fazer uma campanha tipo “doe uma bicicleta para o vereador Carlos Juruna”. Depois de sair do esconderijo voltou ontem à Câmara Municipal, justificando a sua inocência, dizendo que não tem um pneu de bicicleta, quanto mais bens. Brincadeira à parte, não tem posses.

Doe órgãos

Doe órgãos. Doar órgãos é salvar vidas. Entre nesta campanha humanitária.

Compra de votos

O presidente Temer está comprando votos para aprovar a Reforma da Previdência Social, dando como moeda de troca a liberação de emendar parlamentares. O protesto e a denúncia são do deputado federal Léo de Brito (PT), para quem, Temer  institucionalizou esta prática.

Não estamos numa republiqueta de bananas

A ida de caravanas até Curitiba “dar força” ao presidente Lula é um movimento mais para uma republiqueta de bananas, do que para um país democrático. O que vai haver é apenas a audiência criminal de um cidadão que responde a um processo. Aliás, Lula é réu em cinco processos. Na Constituição Federal prega que ninguém está acima da lei. A regra, pois, vale também para o ex-presidente do PT. As provas é que vão dizer se será absolvido ou condenado. E não será com o barulho de movimentos sociais que a justiça será coagida a ter que absolver o Lula. A justiça não funciona sob pressão popular, mas pela prova dos autos.