Câmara aprova suspensão que autoriza casamento gay

casais do mesmo sexo e a conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo.

Agência Câmara

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A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou há pouco o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 871/13, do deputado Arolde de Oliveira (PSD-RJ), que suspende a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que abriu espaço para os cartórios aceitarem a celebração de casamentos civis de casais do mesmo sexo e a conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo.

A rejeição foi pedida pelo relator, deputado Pastor Eurico (PSB-PE), que, assim como o autor do projeto, defendeu que “a resolução do CNJ extrapolou as competências do órgão e avançou sobre as prerrogativas do Poder Legislativo”.

A Resolução 175/13 determina que cartórios brasileiros não podem recusar a “habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas de mesmo sexo”. A recusa implicará a imediata comunicação ao respectivo juiz corregedor para as providências cabíveis.

O projeto será analisado agora na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Se aprovado, segue para exame do Plenário.

Direitos previdenciários

Na mesma reunião, a comissão rejeitou o Projeto de Lei 6297/05, do ex-deputado Maurício Rands (PE), que permite a inclusão de companheiros gays como dependentes, para fins previdenciários. Os deputados acompanharam o parecer do relator, deputado Pastor Eurico, que pediu a rejeição da proposta.

No extenso parecer apresentado contra o projeto, o deputado defende que “haja observância das razões históricas e fáticas que fazem a família ser base da sociedade e digna de usufruir proteção especial do Estado”.

Reserva no Texas ganha apelido de “Lago de Sangue”

O fenômeno é inédito:Fim dos tempos?

E então, em poucas horas, ela ficou completamente vermelha.

E então, em poucas horas, ela ficou completamente vermelha.

Escrito Por Mudesuamente

do dia para a noite, a água do reservatório O.C. Fisher, no Texas (EUA), ficou vermelho sangue. Até então, o lago era normal como qualquer outro, de cor azul e repleto de peixes. Mas, há pouco mais de dois anos, o local – que fica dentro do Parque Estadual de San Angelo – começou a sofrer um período de seca que fez com que parte da água secasse. E então, em poucas horas, ela ficou completamente vermelha.

O caso virou um mistério na cidade e a população passou a achar que era um sinal do fim dos tempos, que o apocalipse estava próximo. Muitas famílias chegaram, inclusive, a sair da região ou estocar comida esperando o pior.

Até que veio a explicação científica: por conta da seca, que não cessou, houve uma proliferação muito rápida da bactéria Chromatiaceae, que é de cor vermelho-sangue e se reproduz em águas com pouco oxigênio. Por conta disso, o lago ganhou o apelido de “Blood Lake” (Lago de Sangue). Desde então, o problema só se agravou e, recentemente, a reserva secou por completo

Jovem De 17 Anos Quebra O Punho E Morre No Hospital

Os Supostos Equívocos Teriam Resultado Na Morte Do Jovem Por Hemorragia Interna 

Imagem ilustrativa

Banda B

A família de André Felipe Leal Vianna, de 17 anos, que mora na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), denuncia  possível erro cometido por médicos de dois hospitais, um de Curitiba e um de Matinhos.

Os supostos equívocos teriam resultado na morte do jovem por hemorragia interna no final da tarde de domingo (17), após ele ter sofrido uma simples queda em uma partida de futebol na cidade litorânea, na última sexta-feira (15).

Segundo Roseli de Fátima, prima de André, ele estava com amigos jogando futebol na areia de Matinhos quando caiu e machucou o punho, na tarde do dia 15. Com muita dor, o jovem foi, logo após o acidente, ao Hospital Nossa Senhora dos Navegantes, em Matinhos.

“Lá o médico aplicou Dipirona dizendo que era uma luxação e o liberou na mesma hora, só que ele não aguentava a dor e voltou na sexta à noite mesmo para Curitiba”, contou a prima, que complementou dizendo que no sábado o jovem procurou uma clínica de fraturas em Curitiba.

“Nós temos convênio e no sábado fomos ao hospital, onde só fizeram um simples raio-x. Meu primo foi medicado e colocaram uma tala, porque o diagnóstico novamente apontou que seria uma luxação, só que durante a noite a situação piorou”, explicou a prima. Com bastante febre, já na manhã de domingo, a família do jovem procurou novamente a Clínica de Fraturas.

“O médico que nos atendeu chegou a nos perguntar quem mandou colocar a tala e pediu para o André ir com urgência ao Hospital Evangélico, porque não estava bem e teria rompido uma veia calibrosa do punho”, descreveu.

No Evangélico, André recebeu uma dose de morfina e morreu pouco depois.

“O legista do Instituto Médico Legal (IML), informalmente, nos disse que o meu primo teve uma hemorragia interna devido ao rompimento da veia e só resistiu durante tanto tempo porque tinha uma saúde ótima. Foi uma tragédia que até agora não conseguimos acreditar. Se o rompimento na veia tivesse sido visto antes, por meio de uma ecografia, ele estaria vivo”, opinou, contando também que o jovem morreu por conta de uma embolia pulmonar.

“Vamos procurar nossos direitos na Justiça”, garantiu.

A Banda B entrou em contato com o Hospital Nossa Senhora dos Navegantes e com a Clínica de Fraturas, citados pela família.

O primeiro prometeu resposta por telefone, o segundo, por meio de um email, garantiu que não há registros do paciente no histórico de atendimento.