Quase 14 mil não sacaram FGTS de contas inativas no Acre

Caixa contabiliza que, até a quarta-feira (12), um total de 39,1 mil pessoas foram pagas. Prazo para pagamento se encerra no dia 31 deste mês.

Um total de 13,9 mil trabalhadores ainda não sacaram o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) das contas inativas no Acre até a quarta-feira (12), correspondendo a R$ 3 milhões. Faltam em torno de duas semanas para o final do prazo, uma vez que os pagamentos vão até o dia 31 deste mês, data limite estabelecida pelo governo federal.

Ao todo, conforme anunciado em fevereiro deste ano, a Caixa Econômica Federal estimou que 53 mil trabalhadores teriam direito aos saques, um montante que chegava a R$ 44,5 milhões. No entanto, o banco efetivou o pagamento de 39,1 mil pessoas, aproximadamente R$ 41,5 milhões.

Os saques foram liberados no mês de março, seguindo um calendário separado pela data de nascimento dos beneficiados. A última etapa, por sua vez, começou no sábado (8) em todo país para os nascidos em dezembro. No Acre, 4,2 mil pessoas estão incluídas.

Além desses, a gerência regional da instituição financeira afirmou que existiam outros 16 mil de calendários anteriores que não tinham sacado ainda o FGTS. O gerente José Dias Júnior esclareceu que, depois do prazo, o acesso ao dinheiro volta a seguir as regras originais. O atendimento é realizado nas agências da Caixa do estado.

“Após essa data, só poderão sacar aquelas pessoas que constam na lei do FGTS, para usar em habitação, doença grave ou aposentadoria. A vigência que liberou para todos sacarem se encerra no dia 31 de julho. O recurso é da pessoa, portanto, fica na conta”, complementa.

FGTSDo G1 Acre

Acre pode registrar a friagem mais intensa de todos os tempos

As simulações numéricas apontam que o frio será muito intenso do Acre ao Rio Grande do Sul.

A chegada da mais intensa frente fria de 2017 – por enquanto – ao Brasil nos próximos dias está sendo comemorada por comerciantes, moradores de cidades de serra e turistas, uma vez que além de marcas negativas de temperatura, também há possibilidade de precipitação de neve na segunda-feira (17).

Frio intenso também significa na maior possibilidade de geada, onde os agricultores de grande parte da Região Sul, além de Mato Grosso do Sul e nos extremos oeste e sul de São Paulo, serão afetados, inevitavelmente.

Boa parte da safrinha já foi colhida, mas culturas permanentes, como café e fumo, podem sofrer bastante com horas seguidas de frio intenso e geada consecutiva nos próximos dias.

As simulações numéricas, na reta final antes da chegada do sistema frontal, e consequentemente, do intenso pulso de ar polar continental, divergem menos e apontam que o frio será muito intenso do Acre ao Rio Grande do Sul.

Em quase toda a Região Sul, com exceção do litoral e do norte do Paraná, marcas negativas de temperatura são previstas, inclusive para municípios das Regiões Metropolitanas de Curitiba, no Paraná, Florianópolis, em Santa Catarina e Porto Alegre, no Rio Grande, não especificamente na capital, válido ressaltar.

Municípios do sudoeste e sul de Mato Grosso do Sul, também possuem condição para valores negativos de temperatura, o que pode tornar a geada mais danosa à agricultura.

Desta vez, devido a uma situação de bloqueio sobre a média coluna troposférica, algo em torno de 5.800 metros de altitude, o frio não avançará com agressividade para o Sudeste, a ponto de promover geada generalizada. Mesmo assim, as temperaturas vão cair bastante, afirmam os órgãos oficiais de meteorologia brasileiros, Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe) e Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Para a Região Centro-Oeste, além de Mato Grosso do Sul, conforme já mencionado, o frio será rigoroso em parte de Mato Grosso, onde simulações apontam para valores de apenas 4°C no oeste do estado.

Na Região Norte, Acre, a metade sul do Amazonas e Rondônia, principalmente, podem registrar não apenas a friagem mais intensa de 2017, mas também como a mais forte de muitos anos anteriores.

Em 1999, por exemplo, Vilhena, no sul de Rondônia, teve temperatura mínima de apenas 6°C no dia 6 de agosto daquele ano. Já em 26 de junho de 1994, a temperatura mínima caiu para apenas 5,5°C e poucos dias depois, no dia 10 de julho, outra intensa friagem baixou a temperatura para 5,6°C. O recorde de frio para Vilhena, oficialmente, é de 3,4°C em 19 de julho de 1975, quando houve formação de geada em plena Amazônia brasileira. Os dados são de Meteorological Aerodrome Report (METAR) do Aeroporto Estadual “Brigadeiro Camarão”.

Quando as temperaturas caem de forma abrupta, como a atual projeção, os animais, acostumados com valores mais elevadas ou declínios mais discretos, sofrem bastante e muitos acabam morrendo por hipotermia. O caso mais recente ocorreu em Mato Grosso do Sul, em 2013, quando uma onda de frio duradoura matou mais de 10 mil bovinos no sudoeste do estado, região de Porto Murtinho.

No Pantanal, aves também não resistiram às baixas temperaturas e acabaram morrendo. Casos isolados foram registrados no oeste de São Paulo.

Não apenas os animais, mas os moradores de rua também sentem, e muito, o reflexo das baixas temperaturas, comemorada por muitos.

Em todo o Brasil, passa de 100 mil o número de pessoas que estão morando nas ruas, valor crescente em virtude da crise econômica que atravessa o país, de acordo com a mais recente pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Apesar de a maior parte dos moradores de rua estarem em regiões densamente povoadas, como São Paulo e Rio de Janeiro, o órgão ressalta que nas capitais da Região Sul, o número cresceu bastante nos últimos três anos, com mais de 15 mil moradores.

Além de prefeituras, entidades como associações comunitárias, igrejas e ongs fornecem alimento, banho e cobertores aos moradores de rua, que por algum motivo, seja econômico ou questões relacionadas às drogas, estão ao relento.

Países vizinhos como Argentina, Bolívia e até o Paraguai, através de seus órgãos oficiais de meteorologia, estão emitindo aviso para a possibilidade do frio intenso e que pode causar morte por hipotermia. No Brasil, por enquanto, apenas há menção do Cptec/Inpe e Inmet para queda acentuada de temperatura, apenas, de modo padrão.

“A onda de frio atingirá o sul de RO, sul e oeste de MT, causando o fenômeno de friagem, pois as temperaturas máximas declinarão bastante, e a Bolívia, inclusive com ventos de sul com intensidade moderada para esta área, os quais deverão aumentar a sensação de frio. Esse vento de sul avançará para o AM até a noite do dia 17/07. No RS haverá condições para formação de geada no sul, sudoeste, oeste, centro e noroeste desse Estado. Também haverá condições favoráreis para a queda de neve no planalto e serra do nordeste e campos de cima da serra do RS e no planalto sul e serra de SC na manhã e tarde do dia 17/07, mas será de forma muito isolada. A friagem avançará para o sul e sudoeste do AM, AC, RO, noroeste, centro, sul, sudoeste e sudeste de MT no dia 18/07, entretanto as temperaturas máximas estarão em gradativa elevação no dia 19/07 para essas áreas. Nesse dia (18) haverá formação de geada ampla no RS e em SC, e em grande parte do PR, com menor chance para o norte desse Estado, e também no sul e sudoeste de MS. O frio chegará em SP, principalmente para a terça-feira (18/07) onde as temperaturas no período da tarde ficarão baixas, devido a passagem da frente fria, que causará chuva no sul, leste, nordeste, litoral e cone leste, e da entrada do ar frio na retaguarda dessa frente, associada a massa de ar frio continental. O valor da alta pressão pós-frontal poderá chegar a 1038 hPa no norte da Argentina na segunda-feira (17/07). O RJ terá queda das temperaturas máximas nos dias 18 e 19/07 deixando a tarde fria com chuva no Estado, haverá possibilidade para que a chuva tenha intensidade significativa na região da capital no dia 18, entretanto deve-se monitorar a rodada dos modelos para esta área nas próximas 48h.”

Projeção de temperatura

Projeção de temperatura para os próximos dias prevista pelo modelo norte-americano GFS. (Foto: Reprodução)

De olho no tempo meteorologia

PM realiza sonho de criança no dia do seu aniversário de quatro anos, na capital

O pequeno Alessandro tinha pedido aos seus pais que no dia do seu aniversário os policiais lhe fizessem uma visita.

Homens do 4° Batalhão de Polícia Militar (4º BPM) foram acionados para atender uma “ocorrência” atípica, no fim da tarde de quinta-feira, 13, no conjunto Portal da Amazônia. Com muita alegria e satisfação, os policiais se dispuseram a realizar uma visita surpresa ao aniversariante Alessandro Cândido de Souza, de 4 anos, que é fã incondicional da PM.

O pequeno Alessandro tinha pedido aos seus pais, Joelma Cunha, de 38 anos, e Antônio da Silva, 47, que no dia do seu aniversário os policiais que patrulham o bairro lhe fizessem uma visita.

O pedido, então, foi feito pelo pai ao Comando do 4° BPM, que prontamente o atendeu e mobilizou os militares que realizam o patrulhamento nas imediações de sua casa para que fizessem uma visita surpresa ao menino, como havia desejado.

“Chegamos aqui e foi só festa! O garoto nos abraçou e disse que éramos seus amigos, e que seu maior sonho era ser policial. São situações como essa que nos motivam, ver nos olhos de uma criança o orgulho de ser policial”, destacou o subcomandante do 4° Batalhão, capitão Jamisson Neri.

O pai da criança, que estava bastante contente pela visita feita ao filho, disse que Alessandro admira muito a Polícia Militar do Acre (PMAC) e, como previsto, já diz que quando crescer será policial e que quer defender o estado.

“Tão pequeno e já convicto do que quer ser: um policial militar! Meu filho sempre chamou os PMs de amigos e, quando os vê na rua, não consegue segurar a alegria e fascínio pelos policiais no desempenho de sua função”, frisou.

No aniversário, o garoto Alessandro tirou foto com os militares e pôde conhecer o interior de uma viatura policial.

surpresa

Com informações de Contilnet

Ministério Público inaugura Unidade na Cidade do Povo, em Rio Branco

“Ações como essas são uma demonstração de que o Ministério Público é um grande parceiro do governo”, disse Nazareth Araújo.

 Por Concita Cardoso 

ministério público

Os mais de três mil moradores da Cidade do Povo foram presenteados na manhã desta sexta-feira, 14, com a Unidade Ministerial do Ministério Público do Estado do Acre (MPE/AC). A solenidade de inauguração contou com a presença da vice-governadora, Nazareth Araújo e de representantes dos poderes legislativo, judiciário, executivo municipal e estadual e da Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC).

Na nova unidade local, o cidadão terá acesso aos serviços do Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC), do Centro de Apoio à Vítima (CAV), do Núcleo de Apoio Psicossocial em Dependência Química (Natera) e dos serviços de Promotoria de Justiça que visam garantir a defesa da sociedade e de seus interesses.

De acordo com Nazareth Araújo, ações como essas são uma demonstração de que o Ministério Público é um grande parceiro do governo do Estado no trabalho de levar políticas públicas que tenham como finalidade maior o cidadão. “Essa ação demonstra uma firmeza nas intenções que temos de proporcionar àqueles que mais precisam o exercício de sua cidadania plena. Pelos tempos que estamos vivendo hoje temos que celebrar entregas como essas que têm como finalidade maior aproximar o serviço público da população”,  frisou a vice-governadora.

Elineide Barbosa de Carvalho, líder comunitária da Cidade do Povo, destacou que a nova Unidade do Ministério Público “caiu do céu”. Segundo ela, os moradores não precisam mais gastar dinheiro com transporte público para se deslocar até o centro em busca de seus direitos.

“A inauguração de mais uma instituição prestadora de serviços na Cidade do Povo representa muito para todos que aqui residem. É uma constatação de que podemos exercer nossa cidadania bem pertinho de nós”, disse Elineide Carvalho.

A inauguração da Unidade faz parte da programação das comemorações do 54º Aniversário do MPAC, a unidade faz parte da estratégia da instituição, que se propõe a estar cada vez mais próxima dos destinatários de sua atuação e, assim, contribuir para o pleno alcance da cidadania por parte dos moradores daquele núcleo habitacional.

“Tenho a convicção de que esta unidade nos permitirá trabalhar ainda mais o desenvolvimento e o aprimoramento de nossas atividades institucionais em prol do cidadão naquela comunidade”, destacou o procurador-geral, Oswaldo D’Albuquerque.

Comunidade assistida

A inauguração da unidade representa mais um passo da atuação do MPAC na Cidade do Povo, considerado o maior projeto habitacional do Acre e que abriga hoje mais de três mil famílias. Em março deste ano, o MPAC realizou no bairro, a 31ª edição do projeto MP na Comunidade.

O MPAC esteve presente durante uma semana oferecendo no local os serviços disponíveis nas unidades ministeriais, como assistência jurídica e interlocução com outros órgãos em situações que não fazem parte das atribuições do Ministério Público.

comunidade

Shane Kaya: Um povoado em busca de suas raízes

Existe um povo nos arredores do município de Feijó, distante aproximadamente 364 km da capital Rio Branco, que vive um tempo de resgate cultural, construção e sustentabilidade.

Um povoado em busca de suas raízes

Estes são os Shanenawas, uma etnia que viveu a mesma história de muitas outras no estado do Acre, graças a rápida ocupação da Amazônia em função do extrativismo e exploração do caucho. Eram utilizados para o fornecimento de mão de obra e insumos para os seringueiros na região.

Além disso, os Shanenawas “fugiram” da sua região de origem, o rio Gregório, por conta de conflitos com o povo Yawanawa, o que fez com que eles migrassem pra região do rio Envira e assumissem a identidade dos Katukina a fim de se “camuflarem” e não se indisporem com os Yawanawa mais uma vez. Porém ao longo dos anos, os Shanenawa foram reafirmando sua identidade original.

Hoje este povo vive um novo tempo de lembranças, preservação do meio ambiente e resgate de sua cultura. O cacique Nay Nawá saiu das proximidades do centro de Feijó, e percorreu sete quilômetros da BR 364 em direção a Cruzeiro do Sul, e entrou numa área de floresta, que segundo ele, que é agente ambiental, “era apenas floresta secundária”, e junto com sua família, começaram um novo desafio: criar uma nova aldeia.

E foi assim, com facões e instrumentos comuns, abriram uma picada na mata, e em 2014 fixaram morada onde hoje é o povoado Shane Kaya, um lugar com igarapés, grandes morros, e de muita fertilidade.

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Celebração cultural

Desde 2015 os Shanenawas mobilizam toda a aldeia para realização de uma grande festa no terreiro. Amãytí Mãnã Runukeneya é a frase que recebe quem visita o grande terreiro de chão batido, que em tradução livre significa “terreiro da jiboia colorida”. A jiboia é considerada um animal sagrado para várias comunidades indígenas.

Aqui não entram comidas artificiais, bebidas, e tudo o que consumimos é produzido aqui. Temos sustentabilidade na produção de frutas, verduras e queremos ter uma vida saudável que.

Este festival, realizado no dia primeiro de julho, dura exatamente 24 horas e reúne participantes de outras comunidades. Ao todo, participaram cerca de 200 pessoas. Umas de perto, outras de lugares mais distantes, como os próprios Shanenawas, Huni Kui, e também Yawanawas do Rio Gregório.

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Nay Nawá disse que o festival foi criado exatamente para promover o resgate cultural, as trocas de linguagens, tradições, danças e músicas, uma vez que o palco se torna um show de artistas de toda a parte.

Orgulhoso do seu feito, Nay Nawá afirma: ”Aqui não entram comidas artificiais, bebidas, e tudo o que consumimos é produzido aqui. Temos sustentabilidade na produção de frutas, verduras e queremos ter uma vida saudável que proporciona a longevidade de nossos antepassados”.

O Cacique enquanto dizia isso, segurava um tubérculo chamado “Niá Yuxu”, que significa “Batata em pé”, e se parece muito com a mandioca, se come cru, tem um leve sabor adocicado, porém, segundo ele, ninguém preservou a cultura deste alimento, e apenas ele possui uma plantação, que é guardada a “sete chaves”.

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No almoço, mingau de banana, farinha, verduras, e peixe feito exatamente como os índios faziam antes de usarem panelas. Cozido no interior da taboca, ou bambu e, às vezes, na folha da bananeira, este feitio, ou prato se chama “Kawa“. Ele reafirma: “tentamos fazer um resgate em cada detalhe, desde a língua que vinha sendo perdida, até na maneira de cozinhar”.

Após a pausa para o almoço, voltamos para Manã Runukeneya, o terreiro que não para um segundo sequer durante esse dia de festa.

Mais música, mais dança e tudo regado ao “Matxu”, mais conhecido como caiçuma, uma bebida fermentada feita da mandioca produzida ali mesmo, por eles, e que é acondicionada num tronco de palmeira, para que quem estiver ali se sirva à vontade.

Proporciona a longevidade de nossos antepassados

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Festa e espiritualidade

Cai a noite e os Shanenawas e convidados continuam a festa até o amanhecer, porém com um ritmo mais lento, para a comunhão dos participantes em volta da fogueira em um lindo ritual Ayahuasqueiro, onde a música e o colorido do bailado dos homens, mulheres e crianças ali presentes deixam a noite mais iluminada, e bordada com estrelas.

“Shava shava!” é o grito de celebração, uma expressão usada para celebrar, como “Haux Haux!” É como dizer “Viva!” em nossa língua.

Como a festa não parou até as oito horas da manhã seguinte, foi possível ver o encontro da noite com o dia, onde as estrelas insistiam em permanecer até o último minuto antes de se despedir, assim como eu, que demorei a dizer “tchau” pra todos os novos “txais” e amigos que conheci neste lindo encontro.

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Texto e Fotografias de Diego Gurgel || Diagramação de Adaildo Net

Incêndio é registrado em Sena Madureira e atinge 5 hectares de terras

Caso foi registrado na quarta (12) em um ramal de Sena Madureira. Fogo quase atingiu residências, segundo informou o Corpo de Bombeiros.

m incêndio florestal de grandes proporções foi registrado na quarta-feira (12) em um ramal da cidade de Sena Madureira, interior do Acre.

O Corpo de Bombeiros do Acre informou, nesta quinta (13), que o fogo consumiu cerca de 5 hectares e quase atingiu as residências ao redor. Os bombeiros levaram quase três horas para combater as chamas.

"Queimou uma grande área, em um ramal. Teve risco às residências e chegou a queimar a fiação elétrica. O risco é sempre o mesmo. Risco à vida, tanto para as pessoas como os animais, que sempre sucumbem nessas situações, além do risco ao patrimônio. Se não fosse a ação dos bombeiros, tinha queimado casas também", disse o major do Corpo de Bombeiros Cláudio Falcão.

Falcão falou ainda que o incêndio foi provado por ação humana, mas o autor não foi identificado. Ele lembrou que estão proibidas queimadas no estado.

“As pessoas que insistirem nisso estão cometendo delitos, é bom que saibam. Além disso, não estamos preocupados com a parte jurídica, mas sim com a vida, com propriedade e com a saúde, porque a fumaça vai gerar problemas de saúde em todos nós”, acrescentou.

Incêndios em Rio Branco

Ainda segundo o major Falcão, foram registrados 657 incêndios ambientais entre janeiro e a metade de julho deste ano. Os dados são referentes a ocorrências atendidas em Rio Branco. Destas, 80% são de ocorrências entre o mês de junho e julho.

Fogo consumiu uma área de 5 hectaresDo G1 Acre

Em mais de 1 ano, PRF contabiliza 42 veículos com sobrecarga no Acre

Autuações foram contabilizadas entre 5 de abril do ano passado e o último sábado (8). Estado acreano conta com duas rodovias – BR 317 e 364.

Levantamento feito pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) mostrou que 42 veículos de carga com excesso de peso foram autuados em pouco mais de um ano nas duas rodovias que cortam o Acre. A quantidade de peso excedente, segundo o estudo, chegou a quase 200 toneladas.

Os dados dizem respeito às BRs 317, usada na ligação com os países da Bolívia e Peru, e 364 – esta a única via terrestre de acesso do estado ao restante do país. As autuações foram contabilizadas do dia 5 de abril do ano passado, data da criação da Superintendência da PRF-AC, até o último sábado (8).

As cargas com peso em excesso, conforme a polícia, causam danos à trafegabilidade, danos ao asfalto e aumentam o risco de acidentes nas vias. O inspetor Wilse Filho, da PRF-AC, explica que a fiscalização ocorre todos os dias tanto por conta própria polícia quanto em parceria com outros órgãos, como Ministério Público e Agência Reguladora de Serviços Públicos (Ageac).

“A PRF é a única que tem atribuição de fiscalizar a questão do trânsito nas vias federais. A fiscalização baseia-se na abordagem dos veículos, consulta de documentos. Na questão do peso, temos duas formas de verificar: pela nota fiscal e pela balança”, complementa.

Sendo constatado o peso excessivo, o motorista tem a opção de fazer o transbordo, além da autuação. “Se não tiver como fazer o transbordo, o veículo fica retido até a regularização. Apesar dos dados serem de um ano, temos fiscalizado ao longo de 20 anos. Se for constatada a infração, é obrigação do policial fazer a autuação”, finaliza.

veículos que levavam sobrecargaDo G1 Acre

Organização espera 20 mil pessoas na 18ª edição do Festival do Açaí em Feijó

Produtores de açaí devem participar de workshop na abertura do evento. Na festa, marcada para os dias 11, 12 e 13 de agosto, prefeitura e cooperativa pretendem criar 'Selo do Bom Açaí'.

A 18ª edição do Festival do Açaí no município de Feijó, no interior do Acre, vai ser realizada nos dias 11, 12 e 13 de agosto. A organização espera que ao menos 20 mil pessoas compareçam na festa que vai contar com shows da banda Rabo de Vaca, da dupla Yago Santhiago e Thiago Brava.

As bandas locais Boca Mel, Trio Furacão, Arregaçaê e Alamo Kário também se apresentam.

Conforme a Prefeitura de Feijó, na abertura do evento, no dia 11 de agosto, todos os produtores de açaí vão participar de um workshop para aprender mais sobre as técnicas de manuseio do fruto.

As técnicas devem ser ministradas por equipes do Sebrae-AC, Universidade Federal do Acre (Ufac) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

A organização destaca ainda que a prefeitura fez uma parceria com uma cooperativa de produtores de açaí para criar o “Selo do Bom Açaí”, como, segundo a gestão, já foi feito em Belém, no Pará.

Festival do Açaí em Feijó

Morre no Pronto Socorro o cabo da PM que sofreu acidente, em Rio Branco

O cabo Alelcenir Costa da Polícia Miltar do Acre Morre na UTI do Pronto Socorro de Rio Branco. O PM é um dos que sofreram o acidente na Via Verde.

O cabo da Polícia Militar, Alelcenir Costa da Silva, um dos policiais envolvidos no acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (11) na Via Verde, morreu no final da tarde de hoje na UTI do Pronto Socorro de Rio Branco.

Segundo relatos de policiais que o acompanham no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), cabo Alelcenir Costa da Silva foi internado inconsciente, com hemorragia interna, traumatismo craniano e torácico.

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Os colegas do cabo chegaram a fazer um apelo para doações de sangue através das redes sociais, mas o militar não resistiu os ferimentos e morreu após passar por intervenções cirúrgicas para tentar salvar sua vida.

A viatura que capotou transportava mais dois policiais militares que foram atendidos no PS. O veículo dos militares teria feito uma manobra para evitar a colisão com uma motocicleta que desviou um buraco na pista.

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Alelcenir Costa PM do AcreCom Informação ac24horas