VAR analisou lances, e Fifa vê acerto em polêmicas entre Brasil e Suíça

A Fifa aprovou o procedimento da arbitragem nos lances polêmicos do empate por 1 a 1 entre Brasil e Suíça, no último domingo (17), na estreia dos dois países na Copa do Mundo.

O UOL Esporte apurou que houve o que é chamado de “consulta silenciosa” pelo árbitro de vídeo (VAR), tanto na falta reclamada por Miranda no gol de empate suíço como no possível pênalti sofrido por Gabriel Jesus, e que não foi constatada nenhuma infração clara. Nestes casos, a recomendação é de seguir o jogo, protocolo que foi adotado corretamente.

Desta forma, a avaliação dentro da Fifa é de que não houve erro e que o árbitro de campo, o mexicano César Ramos, agiu corretamente ao não parar o jogo. Quando o lance não é claro, a recomendação é de que o responsável pelo VAR não peça para o juiz consultar em detalhes o ocorrido, permanecendo a decisão de primeiro momento.

Como recomendado nestes casos, o árbitro de vídeo informou que era para o jogo seguir com o comando “play on”. Vale lembrar que existem várias consultas a cada partida desta forma “silenciosa”, com a necessidade de o juiz de campo ser avisado apenas em caso de erro, evitando assim muitas paralisações.

Jesus “se jogou”. Juiz acertou com Neymar
Ainda de acordo com apuração da reportagem, o departamento de arbitragem da Fifa entendeu, após rever os lances diversas vezes, que Gabriel Jesus “se jogou” na disputa dentro da área.

Também na avaliação em Moscou, os responsáveis da federação internacional classificaram como acertadas as decisões do árbitro nas dez faltas cometidas pela Suíça sobre Neymar. Os dirigentes ressaltaram que nenhuma falta deixou de ser marcada, além de três jogadores terem recebido cartões amarelos nos lances com o craque brasileiro.

Os jogadores da seleção brasileira deixaram o campo reclamando que, no lance de empate suíço, Zuber colocou as mãos nas costas de Miranda antes de a bola chegar. Na sequência, ele subiu sozinho para cabecear para as redes de Alisson.

Já em lance aos 27 minutos do segundo tempo, Gabriel Jesus caiu na área em disputa com Akanji. Os brasileiros pediram pênalti, mas o árbitro mandou seguir.

Até agora, o recurso VAR foi usado com mais destaque na Copa do Mundo na marcação de pênaltis a favor da França e do Peru no último sábado. Nos dois casos, o árbitro de campo consultou a tecnologia para reverter a decisão inicial e assinalar penalidades em Griezmann e Cueva.

A avaliação até agora da Fifa é de que o VAR tem funcionado muito bem para lances claros.

Após o empate na estreia contra a Suíça, o Brasil encara na sexta-feira (22) a Costa Rica, a partir das 9h (de Brasília).

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Por UOL

Árbitro de vídeo ajuda, Suécia bate a Coreia do Sul

A Suécia contou com o auxílio do árbitro de vídeo (VAR) para estrear com vitória na Copa do Mundo da Rússia.

Nesta segunda-feira, depois de a tecnologia confirmar um pênalti, devidamente convertido pelo zagueiro Granqvist, a seleção europeia derrotou a Coreia do Sul por 1 a 0, em Nizhny Novgorod, e largou na frente com o México na disputa pelas duas vagas do grupo F às oitavas de final da competição.

O resultado positivo do time europeu, consequentemente, pressiona a Alemanha. Os atuais campeões do mundo, que perderam por 1 a 0 para os latinos no último domingo, encaram a Suécia com uma necessidade ainda maior de vitória, já que os suecos agora se colocam em uma posição confortável com o resultado positivo obtido diante dos asiáticos. Uma derrota pode até eliminar Ozil, Müller e companhia do torneio.

Agora com uma possível classificação na mira, a Suécia encara a Alemanha no próximo dia 23, às 15h (de Brasília), em Sochi, com a possibilidade até de assegurar a vaga antecipada às oitavas de final, em caso de vitória. Para este quadro se confirmar, basta o surpreendente México, no mesmo dia, a partir das 12h, derrotar a Coreia do Sul em Rostov.

Quem foi bem: Jo Hyeon-Woo

Apesar de derrotado nesta estreia na Rússia, o goleiro sul-coreano teve papel de destaque. Foram pelo menos duas excelentes defesas que impediam, até então, a derrota dos asiáticos. Jo Hyeon-Woo só não conseguiu parar o pênalti convertido por Granqvist, que decidiu a partida.

Quem foi mal: Berg

Principal referência ofensiva da Suécia, Marcos Berg conseguiu se sobressair em boa parte das disputas corpo a corpo com os defensores suecos. Entretanto, como um centroavante, não poderia desperdiçar tantas chances. O lance mais emblemático que demonstra a infeliz tarde do camisa 9 ocorreu aos 20min da primeira etapa, quando, completamente livre, parou em Jo Hyeon-Woo.

O grande astro do futebol sueco pediu, mas apenas assiste ao Mundial da Rússia. Zlatan Ibrahimovic acabou preterido pela comissão técnica sueca e viu Forsberg usar a “sua” camisa 10 nesta estreia em Nizhny Novgorod. O meia-atacante do Red Bull Salzburg, no entanto, não honrou a fama deixada pelo polêmico centroavante – atuação discreta diante dos sul-coreanos neste primeiro jogo pelo grupo F.

A Suécia retornou melhor para o segundo tempo e dominava a partida, mas pecava sempre diante do goleiro Jo Syeon-Woo. Para sorte dos suecos, o árbitro de vídeo existe na Rússia. Claesson foi derrubado dentro da área por Kim Min-Woo, mas a arbitragem só confirmou a penalidade segundos depois, quando a bola estava já na área comandada por Olsen. A marcação com o auxílio do VAR foi bem aproveitada por Granqvist, que converteu a penalidade e abriu o marcador aos 20min.

Zagueiro quebra jejum sueco

O gol de estreia da Suécia na Copa do Mundo da Rússia serviu para quebrar um longo jejum da equipe vice-campeã em 1958. A cobrança convertida por Granqvist representou a primeira bola na rede a favor do time europeu desde 2006, quando Henrik Larsson deixou a sua marca no empate por 2 a 2 contra a Inglaterra, no Mundial da Alemanha. Lembrando que o país ficou fora das edições de 2010 (África do Sul) e 2014 (Brasil).

Coreia do Sul perde peça importante

Os sul-coreanos jogavam na base da velocidade e exploravam bastante o lado esquerdo com Son Heung-Min e Park Jo-Hoo. A sustentação do setor, no entanto, se perdeu com a saída de Jo-Hoo, que sentiu lesão muscular e deixou o jogo ainda no primeiro tempo. Kim Min-Woo, o substituto, cometeu o pênalti que colocou o time asiático em desvantagem, e precisou se consolado pelos companheiros depois da confirmação do VAR.

Suecos se impõem fisicamente

A Suécia se impôs fisicamente durante a partida desta segunda-feira. O jogo se concentrava na dupla de atacantes Berg e Toivonen, que ganharam constantes disputas com a defesa adversária. Berg, o camisa 9, perdeu chance incrível de abrir o placar ainda no primeiro tempo. A vantagem neste quesito fez a diferença para a equipe da Escandinava.

Velocidade coreana leva perigo

Embora a Suécia tenha controlado mais o jogo e impondo o seu ritmo, a Coreia do Sul levou perigo com o jogo de velocidade pelas pontas, local por onde os asiáticos tentaram explorar o ataque. Entretanto, dependendo muito da ligação direta, os sul-coreanos pouco ameaçaram o gol de Olsen; mesmo com Son Heung-Min, destaque na Inglaterra com Tottenham, o time finalizou apenas uma vez contra a meta sueca.

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Por UOL

Após troca de tiros, Polícia recupera duas motos roubadas no Taquari

Durante a ação uma pessoa foi presa e conduzida à delegacia. O seu comparsa conseguiu se evadir.

Guarnição do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN) recuperou na manhã deste domingo, 17 de junho, no bairro Taquari, duas motocicletas com restrição de roubo. 

A equipe policial realizava patrulhamento de rotina ao longo da Via Verde, quando foram informados por um cidadão, que havia acabado ter seus bens subtraídos por uma dupla em porte de uma arma de fogo. A vítima informou as características dos autores e a direção que haviam tomado.

Diante das informações, militares conseguiram encontrar os suspeitos, que ao notarem a presença policial tentaram se evadir. Nas proximidades de um terreno baldio no bairro Taquari, a dupla abandonou a motocicleta e começou a efetuar disparos contra os militares que reagiram à ação delituosa.

O autor dos disparos conseguiu se evadir com o armamento. Seu comparsa foi detido com um simulacro de pistola, com a motocicleta roubada e todos produtos subtraídos da vítima. A outra motocicleta, de placa NXS 4604, roubada foi encontrada na casa do detido.

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Frio continua durante as noites desta semana, diz Davi Friale

Noite fria, principalmente no leste e no sul do estado. Não chove.

De acordo com a previsão do pesquisador meteorológico Davi Friale, nesta segunda-feira, 18, no Acre o tempo é bom e ensolarado, seco e ventilado. 

A umidade do ar mínima, durante a tarde, varia, entre 35 e 55%, no leste e no sul do estado, e, entre 40 e 60%, nas demais áreas.

Os ventos sopram ininterruptamente, entre moderados e fracos, da direção sudeste e pequenas variações do sul. Temperaturas:

– Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari e Porto Acre, mínima, entre 13 e 15ºC, e máxima, entre 26 e 28ºC;

– Sena Madureira e Manuel Urbano, mínima, entre 14 e 16ºC e máxima, entre 26 e 28ºC;

– Brasileia, Epitaciolândia, Assis Brasil, Xapuri e Capixaba, mínima, entre 12 e 14ºC, e máxima, entre 26 e 28ºC;

– Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Rodrigues Alves e Porto Walter, mínima, entre 17 e 19ºC, e máxima, entre 27 e 29ºC;

– Marechal Thaumaturgo e Jordão, mínima, entre 17 e 19ºC, e máxima, entre 27 e 29ºC;

– Tarauacá, Feijó e Santa Rosa do Purus, mínima, entre 15 e 17ºC, e máxima, entre 27 e 29ºC;

– Acrelândia e Plácido de Castro, mínima, entre 14 e 16ºC, e máxima, entre 26 e 28ºC.

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Brasil vacila e empata com a Suíça na estreia na Copa

Seleção brasileira sai na frente, com gol de Philippe Coutinho, mas toma empate em bobeada da zaga no início do 2º tempo.

A esperada estreia do Brasil na Copa do Mundo da Rússia ficou abaixo do esperado. O empate em 1 a 1 com a Suíça, em Rostov, foi resultado do primeiro tempo de bom futebol, toque de bola, demonstrações de talento, com uma etapa final errante, de falhas na defesa e falta de criatividade. Desde 1978 a seleção não começava um Mundial sem vitória.

O placar igual em Rostov deixa lições para o próximo compromisso na Copa, contra a Costa Rica, sexta, em São Petersburgo. Neymar e Gabrel Jesus sofreram com a marcação adversária e pouco produziram. A defesa cometeu uma rara falha. A outra reflexão é que talvez um outro árbitro possa ser mais enérgico e coibir os lances violentos.

O bom futebol do Brasil demonstrado durante grande para das Eliminatórias levou alguns minutos para aparecer na Copa. Os primeiros instantes foram de domínio suíço, com uma finalização perigosa de Dzemaili. A seleção pareceu no começo mesclar a ansiedade com um estudo do adversário, até começar a dominar o jogo depois de dez minutos. A paciência para tocar a bola, a aproximação dos jogadores e as triangulações pela esquerda iniciar a ditar o ritmo.

O lado do campo com Marcelo, Neymar e a aproximação de Philippe Coutinho passou a trocar passes, ter paciência e buscar uma brecha para o gol. Na primeira investida, Paulinho quase fez. Foi uma amostra de que ali era o caminho. Então, era preciso insistir. Aos 20, nova jogada pela esquerda e na sobra da zaga, Coutinho chutou de fora da área, com curva, para colocar a bola no canto de Sommer e fazer 1 a 0.

A vantagem deixou a seleção ainda mais confiante a ponto de Alisson arriscar passes ousados com os pés e a defesa sair para o jogo com classe. O Brasil prosseguiu o domínio, porém sentia mais falta da participação de Neymar. Caçado pelos suíços, sofreu faltas duras e em uma delas, fez o adversário levar amarelo. Em outros lances, porém exagerou da individualidade.

A equipe diminuiu o ritmo antes do intervalo e viu a Suíça passar a ter mais posse de bola. Ainda assim, sem finalizações de perigo. A torcida brasileira, presente em maior número, terminou o primeiro tempo cantando “o campeão voltou” para logo se calar quando começou a etapa final. No começo, logo aos cinco minutos, escanteio para a Suíça, Zuber se desmarca de Miranda e na pequena área, cabeceia para empatar.

O lance gerou muita reclamações dos brasileiros, principalmente sobre um empurrão do suíço no defensor antes da chegada da bola. O fato é que o empate mostrou o quanto a seleção desperdiçou no primeiro tempo um bom momento e a chance de ter ampliado, ao se acomodar. O segundo tempo era de erros de passes e perda no vigor na marcação no meio. Tite sentiu isso e para tentar conter o crescente domínio adversário, colocou Fernandinho e Renato Augusto para refoçar o setor.

O Brasil melhorou, voltou a comandar a partida, mas se viu de frente a um obstáculo cruel. A arbitragem insegura do mexicano Cesar Ramos, de 34 anos, havia irritado os jogadores no momento do gol suíço, tinha deixado de marcar faltas em Neymar e não assinalou pênalti em um lance de Akanji em Gabriel Jesus.

Nos minutos finais a seleção se arriscou em busca do segundo gol e a Suíça se fechou na defesa. O goleiro Sommer passou a trabalhar em cabeçadas perigosa de Neymar e Firmino. Miranda quase fez em um chute. A bola, definitivamente, não quis entrar, para a frustração do Brasil.

Brasileiro naturalizado polonês, Cionek pode ser titular contra Senegal

Ainda em recuperação de uma lesão no ombro esquerdo, o zagueiro Glik ainda é dúvida na Polônia a dois dias da estreia contra Senegal. Cionek diz estar pronto para assumir a vaga.

A dois dias da estreia na Copa do Mundo, a Polônia tem muitos motivos para estar ansiosa e vivendo uma boa expectativa para enfrentar o Senegal, nesta terça-feira, às 12h. Fora da competição desde 2006, quando caiu ainda na fase de grupos, a equipe chega com um grande peso nas costas, além da responsabilidade de agregar bons resultados na disputa para chegar as oitavas.

Nascido no Brasil e naturalizado polonês, o zagueiro Thiago Cionek deixou claro que seu foco é dar atenção exclusivamente as cores vermelha e branca da bandeira da Polônia, mas afirmou que enxerga a Seleção Canarinho como uma das favoritas ao título.

– Nasci no Brasil, tenho um grande carinho pelo país, mas neste momento só a Polônia que importa. O Brasil é um dos favoritos para ganhar – disse o zagueiro.

Como ainda há dúvida sobre a presença de Glik na disputa, Cionek é uma das principais opções do técnico Adam Nawałka para ocupar a vaga do defensor. Apesar de confirmar uma concorrência interna pela posição, ele garantiu estar pronto para ajudar a seleção polonesa em campo.

– Há muita concorrência, mas todos estão preparados. Tudo pode acontecer. Estou na seleção há quatro anos, estou pronto para jogar e darei o meu melhor. Nós vivemos a atmosfera da Copa do Mundo, tentamos assistir aos jogos. Você tem que estar preparado para cada rival – finalizou.

Também presente na coletiva, o assistente Bogdan Zajac falou sobre a situação de Glik, mas não confirmou o jogador na partida de estreia pelo Grupo H, que tem, além da Polônia, Colômbia, Japão e Senegal.

Fonte: Terra

México surpreende e vence a Alemanha por 1 a 0 na estreia do Grupo F

A Alemanha, atual campeã mundial, estreou na Copa do Mundo de 2018 com uma surpreendente derrota para o México.

Apesar das muitas tentativas da equipe de Joachim Löw, Lozano marcou o único gol da partida.

Logo no primeiro minuto, Lozano recebeu um bom passe na área, mas Boateng se atirou na bola e evitou uma finalização perigosa. A resposta alemã veio na sequência: Kimmich lançou Werner, que bateu cruzado e viu a bola passar o lado da trave direita de Ochoa.

O ritmo frenético do início da partida se manteve por boa parte do primeiro tempo. A Alemanha ficava com a maior posse de bola, enquanto o México acelerava em saídas rápidas no contra-ataque.

A grande chance alemã do primeiro tempo foi desperdiçada por Timo Werner. Aos 19 minutos, após um bom Kimmich, o centroavante dominou, tirou o zagueiro do lance e bateu. Mas a bola saiu sem força, para defesa tranquila de Ochoa.

Empurrados pelos gritos de “olé”, o México empolgava a sua torcida no estádio Luzhnik com saídas alucinantes para o contra-ataque, mas que acabaram desperdiçadas por Chicharito, Lozano e Layun.

Até que aos 34, o México, enfim, acertou. Herrera, um dos melhores em campo, desarmou Müller na entrada da sua área. Hector Moreno lançou rapidamente Chicharito, que tabelou com Vela e avançou. O centroavante esperou a passagem de Lozano e tocou para o companheiro. Desta vez, o atacante tomou a decisão certa: driblou Ozil e bateu no canto direito de Neuer, sem chances de defesa, para abrir o placar.

O gol despertou novamente o ímpeto da Alemanha. A equipe de Joachim Löw partiu para o campo de ataque. Mas a grande chance de empatar parou em Ochoa. Kroos cobrou falta da entrada da área. A bola partiu em direção ao ângulo, mas o goleiro mexicano conseguiu o desvio e o travessão evitou a igualdade no primeiro tempo.

Na volta do intervalo, a Alemanha tentou aumentar a pressão sobre o adversário. A pressão na saída de bola mexicana diminuiu o número de contra-ataques sofridos, mas ainda não resultava em chances claras de gols.

Aos 11, Vela desperdiçou uma oportunidade claríssima de ampliar a vantagem. Os mexicanos partiram com a bola dominada contra apenas um defensor, mas o passe de Chicarito para Vela foi forte demais e a defesa alemã conseguiu afastar o perigo.

Joachim Löw colocou as suas principais opções o setor ofensivo em campo: Reus entrou no lugar de Khedira, Mario Gomez na vaga de Plattendardt e Brandt substituiu Timo Werner. Em uma bicicleta entre os zagueiros mexicanos, Kimmich fez os torcedores se erguerem das cadeiras. Mas a bola passou por cima do gol de Ochoa.

O México seguia perigoso no contra-ataque, mas o domínio alemão crescia a cada minuto. Juan Carlos Osório , ex-técnico do São Paulo, colocou o experiente defensor Rafa Márquez em campo para tentar conter as investidas do rival.

Com uma linha de cinco defensores, e outros quatro jogadores protegendo a entrada da área, o México resistia aos ataques alemães. Chicharito brigava sozinho contra os zagueiros alemães, mas os contra-ataques não ameaçaram o gol de Neuer. Aos 43, após bate e rebate na área, Brandt aproveitou um rebote e chutou com força. A bola bateu na trave e saiu. Para desespero dos alemães e êxtase dos mexicanos.

Fonte: web

Em jogo fraco, Sérvia faz valer força da bola parada para vencer a Costa Rica

Em Samara, na Cosmo Arena, a Sérvia contou com uma cobrança de falta excepcional de Kolarov para vencer a Costa Rica por 1 a 0, pelo grupo E.

O primeiro jogo da Copa do Mundo deste domingo não foi grandioso em qualidade técnica, mas foi um duelo tático interessante de duas seleções que chegam como francos-atiradores na Rússia e um golaço que definiu a partida. 

O primeiro tempo foi equilibrado, mas de momentos bastantes distintos. Depois de um início empolgante, as propostas passaram a ser menos agressivas e o cenário se tornou da Sérvia com posse da bola, mas pouca efetividade, enquanto a Costa Rica apostava nas transições rápidas para tentar surpreender. Se Milinkovic-Savic perdeu a melhor chance do jogo, do outro lado Ureña, Calvo e Giancarlo González levaram perigo, mas ninguém balançou a rede.

Os 45 minutos finais fizeram com que a partida se encaminhasse para outra dinâmica, principalmente pelo gol logo no início. Aos 10, Mitrovic acabou calçado por Guzmán perto da área e na cobrança de falta brilhou a estrela de Kolarov. O lateral bateu com perfeição e Keylor Navas nada pôde fazer. No decorrer da partida, virou um verdadeiro ataque contra a defesa, mas os costa-riquenhos pouco assustaram o goleiro Stojkovic.

Na próxima rodada, a Costa Rica terá a missão de se recuperar contra um adversário que se desenha indigesto. Na próxima sexta-feira, em São Petersburgo, o duelo é contra a Seleção Brasileira. Já a Sérvia tenta garantir mais um triunfo a fim da classificação contra a Suíça, também na sexta, em Kaliningrado.

Um começo empolgante e nada mais

O duelo de costas-riquenhos e sérvios começou de forma até surpreendente, com muita intensidade e dois times muito a fim de propor o jogo para abrir o marcador em Samara. Logo no primeiro minuto, os europeus chegaram com perigo, mas a conclusão do lance teve um cabeceio de Mitrovic que ficou pelo caminho. A resposta sérvia veio pela bola parada, um escanteio, que Gonzáles testou nas mãos de Stojkovic.

A primeira chance mais clara da partida foi da Costa Rica, aos 11 minutos, novamente com Gonzáles. O zagueiro subiu sozinho dentro da pequena área, mas o cabeceio ganhou altura e saiu raspando o travessão. Enquanto isso, a Sérvia já se comprometia a tocar a bola em busca de espaços, que pouco encontrava. As melhores jogadas saíam pelo lado direito, com Ivanovic e Savic, mas sem muita efetividade.

Chances esparsas e jogo de muito toque, mas pouco chute

Os números do jogo dizem muito a respeito da sequência da partida, a partir dos 15 minutos. Com mais de 60% de posse de bola, a Sérvia encontrava dificuldades para infiltrar com passes e um dos melhores do time nesse quesito, Matic, teve primeiro tempo apagado. Uma das alternativas passou a ser a ligação pelo alto e dessa forma, por pouco, Milinkovic-Savic não abriu o placar. Ele recebeu ótima bola de Kolarov, saiu na cara de Navas, que fechou bem o ângulo, contou com o chute fraco e fez a defesa.

Final esperançoso da Costa Rica

Duas chances da Costa Rica na reta final deixaram o jogo mais emocionante a atrativo. Aos 38, Ureña aproveitou a falha na saída de Tosic, recuperou, limpou a marcação e testou de longe, mas para fora. Três minutos depois, foi Calvo quem arriscou e, apesar de passar rente a trave, também saiu pela linha de fundo.

Segundo tempo com a Sérvia melhor e na frente do placar

O segundo tempo começou com a Sérvia fazendo o que pouco fez nos 45 minutos iniciais: finalizando. Aos quatro minutos, Mitrovic perdeu uma chance claríssima de gol. Na tabela com Milinkovic-Savic, o atacante recebeu na cara de Navas, que se agigantou e fez grande defesa para manter a igualdade no placar.

Entretanto, o 0 a 0 não durou muito. Na verdade, mais seis minutos, quando Guzmán derrubou Mitrovic. Na cobrança, da intermediária direita, Kolarov fez uma pintura: colocou a bola no ângulo de Navas, que depois que a bola passou pela barreira pouco pôde fazer.

Costa Rica, na tentativa do gol, povoando o ataque

Atrás no placar, a Costa Rica mudou a postura e tentou povoar o campo ofensivo da Sérvia. A alternativa encontrada, porém, não se refletiu a correta: jogar bola na área. Mais altos, os europeus se sobressaíram, correram poucos riscos e, além disso, chegaram com perigo em alguns contra-ataques. Destaque para a atuação de Milinkovic-Savic, que controlou muito bem e dominou o meio-campo.

Na reta final, já nos acréscimos, uma confusão tomou conta do jogo. A fim de acelerar a partida, um membro da comissão técnica da Costa Rica tentou pegar a bola que havia saído pela lateral, mas teve de conter a empolgação de Matic. Os dois se estranharam, mas tudo foi contornado pelo árbitro de Senegal.

No último lance, apesar do impedimento, Bolaños perdeu uma chance incrível para a Costa Rica na cara do goleiro. Resultado final: 1 a 0 para Sérvia.

Fonte: Terra

Croácia vence a Nigéria e pode colocar a Argentina em xeque

Com um gol contra de Etebo e um de pênalti de Modric, croatas confirmam favoritismo e podem complicar muito a Argentina na quinta.

A Croácia estreou na Copa do Mundo de 2018 com vitória por 2 a 0 sobre a Nigéria, em Kaliningrado, com um gol contra de Etebo e um de pênalti de Modric. Mais do que confirmar o favoritismo dos europeus, o resultado colocou medo na Argentina, que empatou em 1 a 1 com a Islândia na abertura do Grupo D.

roatas e argentinos se enfrentam na quinta-feira, às 15h (de Brasília), em um jogo que tornou-se crucial. Se vencer, a Croácia chegará aos seis pontos, garantirá a classificação e deixará a Argentina em xeque, com apenas um. Independentemente do resultado do confronto entre Islândia e Nigéria no dia seguinte, às 12h (também de Brasília), a seleção de Messi chegaria à última rodada fora da zona de classificação, não dependeria apenas de suas forças e não teria mais chances de avançar em primeiro.

Árbitro brasileiro vai bem

Em um dia em que a tecnologia auxiliou a arbitragem em três lances (dois em França x Austrália e um em Peru x Dinamarca), Sandro Meira Ricci não precisou recorrer a ninguém para ver o abraço de Ekong em Mandzukic após uma cobrança de escanteio. Pênalti bem marcado e convertido por Modric aos 25 do segundo tempo. Foi o segundo gol da Croácia.

O primeiro gol também exigiu algum trabalho do árbitro brasileiro, mas apenas para identificar o autor. Mandzukic foi o primeiro a tocar na bola após a cobrança de escanteio de Modric e Kramaric foi o primeiro a ser mostrado pela transmissão da TV, mas quem empurrou a bola para a rede foi o nigeriano Etebo. Gol contra bem assinalado. 

Pesou a experiência

Não foi um jogo de grandes emoções, até porque a Croácia soube controlá-lo do início ao fim. Talvez tenha pesado o fato de a Nigéria ser a equipe com mais novatos deste Mundial, com 18 estreantes entre os 23 convocados. Ekong, que fez o pênalti bobo sobre Mandzukic, é um deles. Essa geração croata, por outro lado, tem vários atletas com experiência de Copa e é vista como uma das melhores em todos os tempos, capaz de repetir a façanha de 1998, ano em que o país chegou até a semifinal.

3 de Julho Entrevistas 5ª Edição

Veja nesta entrevista o trabalho desenvolvido pelo Movimento de reintegração das Pessoas que contraíram a Hanseníase, e conheça mais sobre esta doença, Curta a nossa página do Facebook 3 de Julho Noticias – A voz da Fronteira e se inscreva no nosso canal do YouTube 3 de Julho Noticias e lembre-se de ativar as notificações clicando no sininho.

Por terra.com.br

A Seleção Brasileira estreou com vitória nas últimas 9 Copas

Série começou contra a União Soviética em 1982. Brasil venceu bem seu amistoso contra a Áustria antes da estreia na Copa.

A Seleção Brasileira tem um retrospecto muito bom em estreias na Copa do Mundo . Desde 1982, obtém vitórias. Quase sempre por placar apertado. Essa série começou contra a União Soviética – venceu por 2 a 1. Se vencer a Suíça, neste domingo (17), vai completar dez triunfos consecutivos em seu primeiro jogo.

Na sequência, superou Espanha (1 a 0, em 1986), Suécia (2 a 1), Rússia (2 a 0), Escócia (2 a 1), Turquia (2 a 1), Croácia (1 a 0), Coreia do Norte (2 a 1) e Croácia de novo, por 3 a 1, em 2014, com dois gols de Neymar e um de Oscar.

Nas 20 edições disputadas até agora, só perdeu duas vezes no início da competição. Na primeira Copa, em 1930, foi superada pela Iugoslávia (1 a 2); e, em 1934, caiu diante da Espanha (1 a 3).

No total das 20 Copas realizadas até hoje, estreou com vitórias em 16 delas, com dois empates e duas derrotas. Marcou 46 gols e sofreu 18. Somente uma única vez, o Brasil não fez nenhum gol em seu jogo inicial – em 1974, no 0 a 0 com a Iugoslávia.

Confira as 20 estreias do Brasil em Copas:

1930 – Brasil 1 x 2 Iugoslávia

1934 – Brasil 1 x 3 Espanha

1938 – Brasil 6 x 5 Polônia

1950 – Brasil 4 x 0 México

1954 – Brasil 5 x 0 México

1958 – Brasil 3 x 0 Áustria

1962 – Brasil 2 x 0 México

1966 – Brasil 2 x 0 Bulgária

1970 – Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia

1974 – Brasil 0 x 0 Iugoslávia

1978 – Brasil 1 x 1 Suécia

1982 – Brasil 2 x 1 União Soviética

1986 – Brasil 1 x 0 Espanha

1990 – Brasil 2 x 1 Suécia

1994 – Brasil 2 x 0 Rússia

1998 – Brasil 2 x 1 Escócia

2002 – Brasil 2 x 1 Turquia

2006 – Brasil 1 x 0 Croácia

2010 – Brasil 2 x 1 Coreia do Norte

2014 – Brasil 3 x 1 Croácia

3 de Julho Entrevistas 5ª Edição

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Fonte: Terra