Bandidos armados assaltam taxista no bairro Vitória em Rio Branco

Por conta do índice de violência, os profissionais evitam fazer corridas para o Caladinho, Taquari, Cabreúva ou Cidade do Povo.

Um taxista foi rendido por três assaltantes armados na madrugada deste domingo (24) quando chegava na praça do bairro Vitória, em Rio Branco. De acordo com informações da categoria, os assaltantes levaram documentos pessoais, celular e até a chave do carro do taxista, que é conhecido como Chimbinha.

“Ninguém pode reagir, se não eles matam a gente”, contou Valdomiro Santiago, colega da vítima. No início de agosto, o Sindicato dos Taxistas informou que alguns bairros eram evitados pela categoria devido à onda de assaltos. Na época, seis assaltos eram registrados por dia.

O presidente do Sindicato dos taxistas, Esperidião Teixeira, diz que atualmente é impossível medir o número de ocorrências, pois, a categoria não tem feito o boletim de ocorrência. “Já estamos até mais ‘felizes’ porque eles [bandidos] não estão mais levando o carro e pedindo resgate. Situação totalmente fora de controle, algo absurdo”, diz.

Entre os bairros evitados pela categoria estão Caladinho, Taquari, Cabreúva e Cidade do Povo. “Não é que a população seja marginal ou bandida, mas há uma concentração muito grande de assaltos nesses locais e não existe nenhuma operação policial que controle isso”, destaca Teixeira.

As corridas durante a noite também devem sofrer redução, segundo o sindicato. “Não existe um plano desenvolvido para realmente conter a violência em uma cidade pequena como Rio Branco e nas cidades do interior”, finaliza.

Do G1 Acre

Homem é acusado de enforcar filha de seis meses em Cruzeiro do Sul

Bebê começou a sangrar pelo nariz e pela boca. Polícia Civil investiga o caso e menina está em estado grave na UTI.

A pequena Bruna Carla, de seis meses, deu entrada na UTI do Hospital do Juruá neste domingo (24) após ter sido enforcada pelo próprio pai. O caso ocorreu na comunidade São João, na BR-364, a 100 km de Cruzeiro do Sul.

A mãe da criança, Ana Carla Brandão, de 18 anos, diz que o pai fez isso com a criança após ela sair pra comprar comida na manhã de sábado (23).

Ana conta que saiu por volta das 11h para comprar comida e deixou a bebê com o marido de 20 anos. Ela diz ainda que não costuma deixar a criança com ele, porque não é a primeira vez que ele maltratada e menina.

“Quando cheguei, ela estava babando dentro da rede, quase morta e a vizinha que me ajudou. Ele tentou matar ela enforcada, porque ela tava chorando e ele não tem paciência com choro. Uma vez, quase que ele cegava ela com a unha”, conta a dona de casa.

Após ver a menina babando, a dona de casa pediu ajuda a uma vizinha que conseguiu acalmar a criança. Mas, logo em seguida, Bruna começou a apresentar piora. “Ela começou a revirar os olhos e se debater. Ela estava passando mal e sangrando pelo nariz e pela boca”, relembra.

Como a comunidade fica distante de Cruzeiro do Sul e por ser humilde, a dona de casa pagou um freteiro para levá-las até um rezador – um curandeiro – na comunidade de Santa Luzia. “Chegando lá, ele disse que não era mal de criança, mas que eu precisava de um médico. Como ela não melhorou, liguei pro Samu e vim com ela hoje [domingo, 24] de manhã”, conta.

No hospital, a informação é de que o estado da menina é grave e que ela corre risco de morrer. Segundo a mãe, foram necessárias duas ambulâncias, porque a menina precisava de oxigênio e teve cinco paradas cardíacas durante o trajeto. A médica plantonista da UTI não pôde dar mais informações.

A Polícia Civil já está ciente do caso e deve ouvir a mãe da criança ainda na tarde deste domingo (24). Ana diz que o marido está foragido desde que cometeu o crime contra a criança. “Dessa vez eu vim dar queixa, porque quero que ele pague por ter tentado matar a minha filha”, finaliza.

Por Adelcimar Carvalho, G1 Acre

Polícia Rodoviária no Acre não tem efetivo para combater narcotraficantes

O superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Acre (PRF-AC), Cezar Henrique, está em Brasília para buscar soluções junto à Direção Geral do órgão para os problemas enfrentados no Estado.

A falta de efetivo e de delegacias em pontos estratégicos são alguns dos assuntos que foram levados para serem discutidos.

Atualmente, a PRF no Acre tem a defasagem de aproximadamente 300 agentes. É o que aponta o superintendente em exercício, Silveira Lima, em entrevista na manhã de quinta-feira (21).

Estes homens são necessários para realizar um combate mais efetivo ao tráfico de drogas e armas na região do Alto Acre e Juruá, onde precisam ser construídas delegacias regionais.

O efetivo da superintendência regional é de aproximadamente 70 policiais rodoviários federais, equivalente a cerca de 30% do quadro de Rondônia. Estes homens estão alocados em três pontos, na sede da superintendência, no Centro de Rio Branco; na BR-364 no posto de fiscalização localizado no Bairro Santa Cecília, em Rio Branco; e no posto de fiscalização de Xapuri, na BR-317.

De Cruzeiro do Sul a Sena Madureira, por exemplo, não existe fiscalização da PRF. “Se aumentarmos o efetivo, vamos realizar mais apreensões de drogas e armas, não tenho nem dúvidas” afirma o superintendente em exercício.

A defasagem na fiscalização ajuda o armamento das organizações criminosas no estado do Acre, que está cada dia com armas mais modernas e perigosas. “O aumento do efetivo é essencial para mitigar os problemas dos crimes transfronteiriços na região”, frisa Silveira Lima.

Busca de soluções

Em busca de soluções e melhorias para a superintendência do estado do Acre e também para a segurança pública, o superintendente Cezar Henrique está em Brasília para solicitar mais efetivo para o Acre, além do retorno de duas equipes enviadas para o Rio de Janeiro.

Outros assuntos que devem ser tratados são as criações de duas delegacias regionais, uma em Cruzeiro do Sul e outra em Epitaciolândia, além da realização de um concurso público para suprir a defasagem da PRF no Acre.

“Precisamos de gente para criar delegacias em Cruzeiro do Sul e Epitaciolândia, para isso necessitamos da ajuda dos parlamentares na busca desse efetivo”, relata Silveira.

Concurso

Um concurso público é essencial para que a PRF possa garantir as atividades de fiscalização no Estado. Pois o efetivo deve reduzir ainda mais com a transferência de policiais para outros estados.

Silveira diz que boa parte dos agentes que passam nos concursos da PRF no Acre é de outros estados, e que, por isso, após anos de serviços, pedem para atuar no estado natal.

Apreensões

No decorrer do ano, mais de 215 quilos de cocaína foram apreendidos pela PRF, no estado do Acre, número maior que no mesmo período do ano passado.

No entanto, ainda deixa a desejar, quando o volume de apreensão é comparado a outros estados. No Mato Grosso do Sul, no primeiro semestre de 2017, o órgão contabilizou a apreensão de 103,7 toneladas de drogas, 102.446 quilos de maconha e 1.245 quilos de cocaína.

Segundo Silveira, a diferença no volume de apreensões está no efetivo e na estrutura disponibilizada no Estado. “São os mesmo policiais, com o mesmo treinamento. No entanto, lá eles têm mais estrutura e efetivo”, argumenta o superintendente em exercício.

Posto de Xapuri

Diferente do que foi denunciado pelo deputado Manuel Moraes, o posto de fiscalização da PRF não fechou e nem deve fechar na BR- 317, na entrada do município de Xapuri. Silveira explica que as atividades operacionais foram reduzidas naquele trecho da BR-317, porque duas equipes da PRF-AC foram enviadas para o Rio de Janeiro para atuar em operação contra violência.

Ainda assim, o trabalho continuará sendo realizado, mesmo que de forma precária. Além do trabalho no posto, a PRF também realiza trabalho de ronda, no decorrer da estrada, por isso, nem sempre haverá polícias no posto, de acordo com Silveira.

Uma prova de que o posto não fechou e de que a PRF continua a atuar na BR-317, é que nas últimas duas semanas três apreensões de drogas foram realizadas entre Brasileia e Rio Branco por agentes rodoviários federais.

Contingenciamento

Além dos problemas apresentados, a PRF também sofre com o contingenciamento de recursos, o que tem comprometido a fiscalização no estado do Acre. Em função de contingenciamento orçamentário de 44% imposto pelo Decreto 9.018/17, de 30 de março de 2017, a superintendência da PRF do Acre teve que reduzir os gastos.

Serviços de ronda e patrulhamento ostensivo realizado pela PRF ao longo das rodovias federais sofreram impacto. Devido à contenção de gastos para combustíveis e manutenção das viaturas, ocorreu ainda a redução de deslocamentos terrestres. Com isso, as equipes permanecem a maior parte do tempo nos postos de fiscalização.

Nas eventuais saídas, são priorizados atendimentos de acidentes com vítimas, denúncias de crimes e auxílios exclusivos da PRF.

A contenção de gastos acarreta também na suspensão de operações regionais. Com isso, a fiscalização se concentra nos municípios de Rio Branco e Xapuri. Serviços de operações regionais, como operações realizadas durante festivais e festividades no interior do estado estão suspensos também.

Coronel do Exército e condenados por desvio de dinheiro na BR-163

Condenação se deu em julgamento do Superior Tribunal Militar. O coronel era o chefe Seção Técnica do 8º Batalhão de Engenharia de Construção em 1999.

Um julgamento realizado na terça-feira (19), o Superior Tribunal Militar (STM) condenou o coronel do Exército, Carlos Alberto Paccini Barbosa, e mais seis pessoas – um ex-tenente e cinco civis -, por envolvimento em um esquema de desvio de dinheiro público em obras que estavam sob a responsabilidade do 8º Batalhão de Engenharia de Construção (8º BEC), quartel do Exército sediado em Santarém, oeste do Pará.

A defesa do coronel argumentou na apelação ao Tribunal Militar, que não havia provas robustas que comprovassem o cometimento de crime por parte dele. Mas, para o Ministério Público Militar, além de provas documentais, perícias técnicas comprovaram as irregularidades.

Os ministros do STM apreciaram um dos recursos, contra a condenação dos sete réus em relação a irregularidades na execução das obras da rodovia federal BR-163, no estado do Pará, decorrente de convênio com o extinto Departamento Nacional de Estradas e Rodagem (DNER).

Após julgamento dos recursos, o tribunal condenou os réus pelo crime de peculato, com penas variando de três a cinco anos de reclusão. As fraudes resultaram em um desvio de mais de R$ 4 milhões, com a participação de coronéis e outros oficiais do Exército, além de civis, dentre eles, empresários.

O coronel foi condenado a pena de quatro anos de reclusão, por ter infringido a lei em quatro dos contratos em andamento para a realização do serviço. Um dos exemplos foi o trabalho de escavação e carga de material para o local das obras, que teve o pagamento autorizado pelo oficial sem que houvesse sido concluído: do total de 75 mil m³ empenhados, apenas foram executados 18.126,38 m³.

Obras na BR-163

De acordo com o processo, no ano de 1999, o Exército Brasileiro firmou convênio com o DNER para a realização de obras na BR-163, que liga as cidades de Santarém (PA) e Cuiabá (MT). Ao 8º Batalhão de Engenharia de Construção (8º BEC) coube a execução das obras. Para realizar o serviço, o batalhão fez a contratação das empresas dos réus civis que responderam à ação penal militar.

Após constatar irregularidades na execução das obras, o Ministério Público Militar iniciou uma investigação e identificou que diversos serviços não teriam sido concluídos pelas empresas contratadas, mas sim pelo Exército Brasileiro, diretamente. Além disso, os valores acordados teriam sido integralmente pagos aos acusados civis.

Segundo o Ministério Público Militar, a conduta delituosa foi resultado de ação criminosa do coronel, que era o chefe Seção Técnica do 8º Batalhão de Engenharia de Construção. De acordo com a denúncia, o acusado, tinha a função de fiscal do contrato referente à BR-163, à época dos acontecimentos.

O coronel era acusado, entre outras coisas, de ter consignado a realização de serviços que não teriam sido concluídos pelas empresas de propriedade dos corréus civis, com a anuência de um tenente do 8º BEC, que teria liquidado os montantes de forma fraudulenta, em desrespeito à legislação, e de um ex-tenente também processado na ação penal.

Em relação ao serviço de base estabilizadora com areia, no valor de R$ 266 mil, foi pago à empresa cerca de 87% do montante, sendo que a contratada havia realizado apenas cerca de 12,65% do total exigido. Denunciados à Justiça Militar federal, os réus foram condenados na Auditoria de Belém (1ª instância), mas decidiram recorrer da decisão ao STM.

Processos

Segundo o Superior Tribunal de Justiça Militar, inicialmente os fatos faziam parte de um único processo, envolvendo 15 pessoas, e que posteriormente foi desmembrado em quatro ações penais. Um coronel do Exército, que era o comandante do 8º BEC, também foi denunciado pelo Ministério Público Militar (MPM), mas teve extinta a punibilidade em razão do seu falecimento no decorrer do processo.

Um dos processos foi instaurado para apurar irregularidades nas obras de restauração e ampliação da pista de pouso do Aeroporto de Tefé (AM), decorrente de convênio com a Aeronáutica. Na primeira instância da Justiça Militar da União, os fatos apurados resultaram na condenação de seis acusados pela prática do crime de peculato, em 2015.

Recurso ao STM

O relator do processo, ministro Cleonilson Nicácio Silva, afirmou que nos autos havia duas perícias técnicas de engenharia, realizadas no ano de 2001, em desfavor do réu. O magistrado rebateu a tese de atipicidade da conduta, por supostamente não existirem elementos característicos do delito de peculato na conduta do acusado, como arguido pela defesa.

A defesa do ex-tenente – condenado a 5 anos de reclusão – sustentou a ausência do elemento subjetivo do tipo penal na conduta do réu, pois declarou que ele teria agido de boa-fé ao confiar nos papéis que lhe eram repassados.

O relator afirmou que o militar fez a liquidação de despesas de onze notas fiscais sem qualquer documento de medição que comprovasse a conclusão dos serviços e acrescentou que ele havia confessado, em juízo, que liquidava as despesas antes da conclusão das obras.

Baseado no voto do relator, os ministros do STM decidiram, por unanimidade, descartar os argumentos apresentados pela defesa do coronel, do ex-tenente e das outras cinco pessoas ligadas às empresas contratadas, confirmando integralmente a sentença de primeiro grau.

Os civis foram condenados por obterem vantagem patrimonial ilícita em prejuízo da Administração Militar e foram condenadas a penas que variam de 3 a 5 anos.

Por G1 Santarém

Polícia prende grupo criminoso por tráfico de drogas, em Rio Branco

Ação da Polícia Militar prende grupo criminoso no bairro Baixo Habitasa por tráfico de drogas, em Rio Branco.

Uma denúncia anônima mobilizou os militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) a prenderem nessa quinta-feira, 21, três agentes sob posse de 52 trouxinhas de entorpecentes, além de materiais para confecção de drogas. A ação policial ocorreu na rua México, bairro Baixo Habitasa.

Uma denúncia anônima mobilizou os militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) a prenderem nessa quinta-feira, 21, três agentes sob posse de 52 trouxinhas de entorpecentes, além de materiais para confecção de drogas. A ação policial ocorreu na rua México, bairro Baixo Habitasa.

 

De acordo com a guarnição, após chegarem ao local mencionado pelo denunciante, foi possível constatar a presença das drogas, ainda sob posse de um dos agentes, além de mais produtos para confecção do material ilícito.

Os indivíduos foram presos em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e associação criminosa e encaminhados, juntamente com os entorpecentes, para a delegacia Central de Flagrantes (Defla) onde foram tomadas as providências cabíveis ao caso.

Polícia prende em Rondônia um dos chefes do tráfico no Acre

Agentes da Polícia Interestadual (Polinter da Polícia Civil de Rondônia) prenderam na manhã desta quinta-feira (21) um perigoso foragido da Justiça do Estado do Acre, identificado como Jardes S. L. (34).

A prisão de Jardes aconteceu na residência de uma irmã dele, que fica localizada no bairro Cidade Nova, zona Sul de Porto Velho.

Segundo a polícia, o suspeito possui quatro mandados de prisão pelo crime de tráfico de drogas e é apontado como chefe de quadrilha em Rio Branco/AC.

Jardes foi interrogado na delegacia especializada em recapturas de foragidos e será recambiado à cidade vizinha nas próximas horas. Com informações o observador.

Boliviana tem bens bloqueados após levar calote de Brasileiro

Casal clama por socorro à justiça brasileira após ter sido avalista de Brasileiro em empréstimo de 17 mil dólares, na Bolívia.

 Por Alemão Monteiro 

Não vamos divulgar o nome do caloteiro vamos chama ele de Brasileiro: O Brasileiro fez mais uma vítima de seus calotes, desta vez trata-se de uma mulher de nacionalidade Boliviana e casada com Brasileiro, ela que foi avalista de um outro Brasileiro, que se dizia Policial Civil no Brasil, para que ele fizesse dois empréstimos em dois Bancos diferentes na Bolívia em seu nome.

A boliviana conta que o Brasileiro era seu cliente há um ano e meio, uma vez que a mesma é contadora e possui um escritório de contabilidade na Rua 9 de Febrero, na galeria Shopping Cobija no Centro ao lado da rádio Jovem Pan (rádio esta em que o Brasileiro comprou e depois não pagou, resultando em sua expulsão do local e desapropriação pela Justiça Boliviana).

A contadora conta que as coisas aconteceram da seguinte maneira: O Brasileiro, como era seu cliente há um ano e meio e lá dizia que era Policial Civil conseguiu enganar a todos. No ano de 2016 conversou com a boliviana para que ela fosse sua avalista de seu primeiro empréstimo que foi no valor de 7 mil dólares no "Banco Sol" e a mesma concordou, já que ele havia se comprometido em pagar cada centavo da conta que estava fazendo em nome dela.

Logo em seguida, o Brasileiro conversou novamente com a contadora pedindo que ela fosse sua avalista mais uma vez, pois o mesmo pretendia fazer o segundo empréstimo desta vez no valor de 10 mil dólares, a boliviana além de ter aceitado mais uma vez, se deixou levar pela conversa fiada do Brasileiro, teve que colocar seu terreno como garantia, já que era uma exigência do "Banco FIE S.A" segundo Banco que aprovou o crédito para o empréstimo.

Após todas as transações feitas nos dois Bancos, e o Brasileiro ter pegado o dinheiro, veio às cobranças, onde está sendo descontadas do salário da boliviana as parcelas de somente um dos bancos sendo ele "Banco Sol".

Já o "Banco FIE S.A" além de ter demitido o funcionário que aprovou o crédito para o empréstimo do Brasileiro, bloqueou o terreno da mulher que foi colocado como garantia no empréstimo de 10 mil dólares, vendo que o Brasileiro havia sumido e estava agindo de má fé com ela, a boliviana decidiu ir até a residência do Brasileiro próximo a escola K.J.K em Brasileia para falar sobre a problemática, mas segundo ela ao chegar à casa do Brasileiro foi agredida verbalmente pela esposa do caloteiro.

A contadora, em entrevista a nossa redação se emocionou ao falar do assunto, pois alega que nunca pensou em passar por uma situação dessas “O Brasileiro é um mentiroso, oportunista e caloteiro que se aproveitou da minha confiança para me prejudicar, eu estou sendo notificada direta pelos bancos querendo pegar meu terreno porque ele não cumpriu com a palavra dele, onde eu moro alaga e eu comprei esse terreno para construir uma casa, mas agora não tem como”, disse ela.

A mesma conta ainda que o Brasileiro também já foi notificado por diversas vezes e alega que não tem como pagar a dívida que contraiu em seu nome. “Ele só fez o mal para aquelas pessoas que quiseram ajudar ele o funcionário do Banco "FIE S.A." foi demitido por culpa do Brasileiro eu estou sendo lesada por culpa do Brasileiro também”, indagou a mesma.

Além da dívida dos empréstimos nos Bancos, o Brasileiro ainda deve 3.200 bolivianos (equivalente a 1.600 reais) em serviços de contabilidade feitos na empresa que ele abriu no país vizinho sem contar nos 7 mil dólares equivalente a 49 mil bolivianos (24.500 reais) e mais os 10 mil dólares equivalentes a 70 mil bolivianos (40 mil reais), ao todo a divida de empréstimos que a boliviana está devendo chega aproximadamente a 119 mil bolivianos que segundo ela seria culpa do Brasileiro.

A contadora afirmou que contratou dois advogados um em Brasileia e outro na Bolívia, já que seu esposo é Brasileiro para fazer com que o Brasileiro assuma essa conta que é dele e segundo ela, “ele vai ter que pagar, pois apesar de não ser policial civil ele é funcionário público então que seja descontado do salário dele e não do meu”, disse a mesma.

Fique de olho, a próxima matéria será sobre umas portas de vidro comprada em nome de uma igreja, a redação já fez uma entrevista com o pastor da igreja.

Policial é condenado por facilitar fuga de detido e ocultar provas no Acre

Pessoa havia sido detida por infração de trânsito e estava sob a guarda do profissional.

O Juízo da 1ª Vara Criminal da Comarca de Cruzeiro do Sul julgou parcialmente procedente a denúncia contida no Processo n°0005508-66.2013.8.01.0001, e condenou o policial civil J.A.G.S. a prestar serviços à comunidade e pagar pecúnia no valor de cinco salários mínimos, por ele ter facilitado a fuga de uma pessoa que foi detida por infração de trânsito e estava sob sua guarda, além de ter ocultado provas contra o detido.

Na sentença, publicada na edição n°5.965 do Diário da Justiça Eletrônico (fl.104), a juíza de Direito Adamarcia Machado, titular da unidade judiciária, descreveu que o réu praticou os crimes descritos no artigo 351, parágrafo §3º, e art. 305 ambos Código Penal, bem como substituiu a pena restritivas de liberdade (um ano de seis meses de reclusão), pelas penas restritivas de direito.

O policial foi denunciado pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por ter praticado as seguintes condutas: deixado o detido sob sua guarda fugir; ocultar documentos comprovatórios; e, alterar tais documentos. Mas, como só foi possível verificar a materialidade e autoria em relação aos crimes de facilitar a fuga e ocultação de documentos comprovatórios, o Juízo Criminal da Comarca de Cruzeiro do Sul o condenou por esses crimes.

Sentença

A juíza de Direito relatou que o policial assumiu que o detido fugiu, pois estava sozinho e o homem detido não devia ficar com os outros presos, por ter cometido apenas infração de trânsito, também reconheceu que não seguiu os procedimentos corretos, quando notou a fuga do detido, e acabou tentando ir buscar recapturar o homem sozinho e ao não encontra-lo ocultou os documentos comprovatórios.

Contudo, como registrou a magistrada “o fugitivo quando indagado, inclusive em Juízo, afirmou que foi liberado pelo policial que estava na delegacia”. Portanto, juíza vislumbrou a responsabilidade do policial, afirmando que o “(…) o acusado como agente de polícia, responsável pelo plantão, tinha conhecimento da dinâmica da delegacia e os pontos vulneráveis, sabia do risco de deixar o flagranteado sozinho e solto”.

Já quanto à ocultação de prova, a magistrada também reconheceu a prática desse crime. “Tudo indica que o acusado querendo ocultar sua ação ao facilitar a fuga do flagranteado (…) escondeu os documentos do plantão referente ao flagranteado, só os apresentando à autoridade policial depois de ter sido requerido”, registrou Adamarcia Machado.

Assim, após julgar parcialmente procedente a denúncia ministerial, a juíza considerando que o policial é réu primário e observando o regime inicial da pena, não decretou a prisão preventiva do acusado, além de conceder o direito de o policial recorrer em liberdade contra a sentença, mediante termo de compromisso de não se aproximar das testemunhas.

Por GECOM – TJAC

PM e Ibama resgatam onça vítima de atropelamento em Manoel Urbano

A ação interventiva ocorreu nessa segunda-feira, 18, após o acionamento das instituições responsáveis para o atendimento da ocorrência.

 Por Assessoria PMAC 

Uma operação integrada entre os órgãos de fiscalização ambiental, Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) possibilitou o pronto atendimento a uma onça parda, da espécie Puma Concolor, vítima de um acidente automobilístico no quilômetro 44, no ramal Felicidade, entre os municípios de Boca do Acre e Manoel Urbano. 

De acordo com o comando do Bpa, apesar das dificuldades de acesso à área da ocorrência e, consequentemente, ao socorro, é sempre gratificante poder salvar a vida de um animal que muito significa para a nossa natureza.

"A equipe é guerreira e conseguiu vencer qualquer adversidade em prol da sobrevivência do animal. Quando chegaram ao local, o nosso veterinário identificou fraturas na região pélvica, além de algumas lacerações, momento no qual foi realizado todos os procedimentos médicos de pronto atendimento ao animal", frisou o comandante do Bpa, major Samir Freitas.

A equipe, depois de realizar todos os procedimentos de estabilização, conseguiu resgatar a onça, com vida e estado clínico estável, sendo encaminhada para a realização de exames, para posteriormente ser cirurgiada.

Juíza libera 11 motoristas para trabalhar com Uber em Rio Branco

Após Advogado protocolar mandado de segurança Juíza libera 11 motoristas para trabalhar com Uber em Rio Branco e proíbe RBTrans de fiscaliza-los.

A juíza Zenair Bueno, da 2ª Vara da Fazenda Pública, decidiu via liminar proibir a RBTrans de cometer qualquer ato que impeça o trabalho de 11 motoristas de Uber em Rio Branco.

A decisão da magistrada atende a um pedido do advogado Gabriel Santos. “Essa liminar foi concedida após protocolarmos mandado de segurança em face do diretor da RBTrans Gabriel Forneck, que insiste em tratar o Uber como um serviço ilegal”, informou o advogado.

Outros 14 motoristas estão com ações judiciais esperando decisões semelhantes. A Justiça deve decidir sobre esses casos em breve.

Semana passada, o juiz Anastácio Menezes, titular da Vara da Fazenda Pública, decidiu liminarmente a favor de uma motorista de Uber liberando-a para trabalhar pela empresa.

Na mesma decisão, o magistrado proibiu a Superintendência de Trânsito de fiscalizar a motorista. A decisão do juiz acabou abrindo jurisprudência para outros casos.

Fonte: ac24horas