Artista é selecionado para representar o Acre em encontro internacional

'Caps In The Wall' deve ocorrer de 17 a 19 de novembro na cidade de Quito. Matias Souza diz que vai fazer leilão virtual e vender peças para comprar passagens.

O acreano Matias Souza, de 30 anos, foi selecionado para participar do encontro internacional de grafite “Caps In The Wall”, que deve ocorrer de 17 a 19 de novembro na cidade de Quito, capital do Equador. Para se inscrever no evento, o artista plástico enviou um portfólio com trabalhos que já fez no Acre. O material passou por uma curadoria e foi selecionado.

Matias explica que evento não tem um tema fechado e que a ideia é proporcionar a troca de técnicas entre os artistas. Segundo ele, o “Caps In The Wall” também vai contar com a participação de grafiteiros do Chile, Paraguai, México e Colômbia. Ao todo, 25 artistas de vários países foram selecionados e mais 30 artistas que atuam no Equador.

“Vai ter vários workshops, trocas de ideias, experiências e técnicas. A ideia é conhecer o trabalho um do outro, mas no local podem surgir várias oportunidades para outros encontros na Europa, por exemplo. Além disso, é muito importante e gratificante para mim representar o Acre, pois lá fora eles têm um olhar bem valoroso para a cultura acreana e nossos desenhos. Nossos traços são muito valorizados”, conta.

Souza, que trabalha com grafite há 15 anos, destaca a importância de levar o trabalho feito no Acre para o resto do mundo. Ele afirma que vai apresentar uma série nova durante o evento. O trabalho é relacionado a pássaros e buscam a reflexão sobre questões urbanas e que afetam o dia a dia das pessoas.

“Usei o personagem pássaro porque, quando vemos um, pensamos em liberdade. Dentro desse contexto eu coloco o pássaro como o personagem humano. O grafite é muito subjetivo e coloco o desenho para que a pessoa pense o que ela quiser dentro desse objetivo. E claro, logicamente, quero mostrar o Acre, nossa cultura, nossa identidade”, afirma.

Leilão virtual

O grafiteiro conta que o evento oferece ajuda de custo somente na alimentação, hospedagem e translado de uma cidade para outra. Assim, os artistas precisam comprar as passagens para o Equador. Por isso, Souza decidiu iniciar, no dia 18 de setembro, um leilão virtual das peças dele com lance mínimo de R$ 30 para arrecadar dinheiro.

“Esse é outro desafio grande para a gente. Já temos bastante apoio, mas, para representar o Acre, fora a situação é um pouco mais complicada. Então, a gente precisa desse apoio. Não vou representar apenas o meu trabalho, vou levar todo um grafite relacionado ao Acre, ao cotidiano no estado. Então, nada mais justo, eu acho, que as autoridades de cultura e juventude apoiem um acreano que vai para um evento mundial”, finaliza.

Do G1 Acre

Irmãos criam cerveja artesanal ‘Seringueira’ em homenagem ao Acre e dão cursos

Próxima turma deve iniciar curso no dia 15 de outubro. Investimento é de R$ 350 em dinheiro e R$ 390 parcelado no cartão.

A paixão por química e expansão do mercado de cervejas artesanais motivou os irmãos Dayan e Ricardo Marques a produzirem e ministrarem cursos de produção de cerveja artesanal, um dos únicos do Acre. A marca criada pelos irmão leva o nome de um símbolo tipicamente amazônico, Seringueira Beer.

Ricardo conta que a ideia era homenagear o estado acreano. A marca foi criada no final de 2016, quando também tiveram a ideia de ofertar os cursos.

O processo de produção é 100% artesanal, segundo os irmãos, utilizando equipamentos e insumos acessíveis à população. A fabricação, chamada de brassagem, dura em média 8 horas e o processo de fermentação, maturação e carbonatação dura em média 45 dias.

“Atualmente estamos produzindo 30 litros por curso. No dia do curso é ensinado, primeiramente, toda a parte teórica de fabricação de cerveja aos entusiastas participantes e, logo em seguida, vem a parte prática, onde todos colocam a mão na massa fabricando a sua própria cerveja”, diz Ricardo Marques.

Ricardo é farmacêutico, professor universitário, mestre e doutor em química e com pós-doutorado em biotecnologia e síntese orgânica. Dayan, além de farmacêutico, é bioquímico industrial, empresário, professor universitário e mestre em química inorgânica.

Cada turma tem no máximo oito pessoas. Ricardo diz que o produto ainda não é comercializado devido à baixa produção, mas pensa nessa ampliação futuramente.

“Nós dois somos farmacêuticos e professores universitários e utilizamos do nosso conhecimento em química onde podemos realizar nossas experiências principalmente para modificar o PH da água. Sempre buscando retirar o melhor proveito de nossas criações”, explica Ricardo.

Os dois mantém um site onde é possível obter todas as informações sobre o curso e produções. Além disso, o site também tira dúvidas sobre o valor do investimento, que pode chegar a R$ 390 no cartão e também o local onde ocorrem as produções.

“Além de realizar a inscrição do curso, você pode encontrar outras informações, como o que é oferecido no dia, sobre os mestres cervejeiros e formas de pagamento para participação. Lembrando que não é necessário saber nada para participar do curso. Lá é um local voltado para a troca de experiências e aprendizado”, destaca Dayan.

Do G1 Acre

Acre terá representante no Miss Brasil das Américas que será realizado no Rio

A jovem foi escolhida para representar a beleza acreana e tentar o título no evento que reunirá candidatas de todo o país.

A jovem riobranquense Rogéria Rocha, de 26 anos, vai representar o Acre no Concurso Miss Brasil das Américas, que acontecerá em novembro, no Rio de Janeiro. 

Segundo a direção nacional do concurso, exige-se muito mais que beleza física das candidatas: todas passam por avaliações periódicas, tarefas são emanadas pela coordenação geral, onde todas as candidatas têm prazos para cumprir. Isso sem falar que a conduta de cada uma delas é detalhadamente avaliada.

Rogéria, que foi escolhida a dedo pela Direção Nacional do evento, diz que usa o tempo livre, com a ajuda de parceiros, para cuidar do corpo, beleza e dos projetos sociais que diz participar. Ela fala da gratidão em puder representar o estado em um concurso como este, que é o Miss Brasil das Américas.

“Acredito que além de focar no objetivo, que é vencer o concurso, você tem que acreditar em si mesma. Quero chegar lá e ser eu mesma. Vou dar o meu melhor! Acredito que se você não está preparada para perder, você não merece ganhar. É importante mostrar para outras meninas que é possível realizar um sonho e assim orgulhar o povo e o estado que eu tanto tenho admiração”, diz a jovem acreana.

Segundo Wesley Homedes, organizador do evento, o concurso é seletiva para a etapa internacional, o Miss Reina de las Américas, portanto, caso Rgoéria vença, poderá representar o Brasil no evento sediado na Colômbia. Ele explica os critérios avaliados pelos jurados do concurso.

“Nossas Candidatas são escolhidas através de ações sociais que desempenharam no seu estado. Os Critérios são os quesitos mais simples que existem em nosso mundo: presteza, humildade, altruísmo, disciplina, alegria, benevolência”, diz o organizador ao explicar os critérios técnicos: “elegância, postura, beleza física, facial, passarela, corpo mais belo. As candidatas são avaliadas de forma simples, porém poucas passam nas avaliações”, diz.

O Concurso

O Miss Brasil das Américas Internacionais – Beleza Social, foi fundado no em 09 de setembro de 2015, em Altamira no Pará, às margens do Rio Xingu, por Weslley Homedes. O Concurso Nacional é franqueado do Miss Reina de Las Américas, sediado na Colômbia, com elos na República Dominicana.

O concurso tem Origem Latina, por isso não se iguala a nenhum concurso já visto no Brasil. A sua primeira edição foi em Natal, no Rio Grande do Norte, em 04 de novembro de 2016. Nesse no, o evento também ocorrerá na mesma data.

Por João Renato Jácome / ac24horas

Após divulgação de ensaio nu, miss sofre ataques racistas ‘cabelos de bucha’

Ediane participou de ensaio fotográfico para retratar beleza e sensualidade da mulher grávida. Após ser hostilizada na internet, jovem prestou queixa e ingressou com ação cível.

Ediane Caetano, de 21 anos, foi fotografada aos 8 meses de gravidez (Foto: Assis Lima/Arquivo Pessoal)

Após participar de um ensaio fotográfico nu, realizado no início deste mês, e divulgar o resultado nas redes sociais, a estudante e Miss Beleza Negra 2016, Ediane Caetano, de 21 anos, sofreu ataques racistas de internautas no Acre. As ofensas, feitas por meio de comentários na publicação da jovem, começaram pouco depois de o trabalho ser divulgado na mídia.

“Sou obrigado a achar negra dos cabelos de bucha uma lindeza!!”; “Que mulher horrível”. Essas foram algumas das frases pejorativas destinada a jovem em uma página no Facebook. Após saber das ofensas, a estudante registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) e ingressou com uma ação cível contra o internauta.

Ela soube dos ataques somente no dia 11 deste mês, mas eles vinham sendo feitos em dias anteriores. Nas imagens, é possível ver que outros internautas defendem a miss.

“Recebi muitos comentários positivos, mas também vieram os negativos, quando fui hostilizada. Me agrediram de forma brutal. Nunca fui atrás de confusão com ninguém, jamais humilhei ninguém para conseguir o que quis. Fiquei chocada. Mesmo após 130 anos de abolição da escravatura, ainda existe gente com pensamento racista. É inadmissível lidar com essa intolerância no século XXI”, lamenta Ediane.

A miss conta que recebeu apoio de diversas pessoas que condenaram os ataques racistas. Mas, mesmo assim, um dos internautas que desferiram as ofensas continuou com os insultos.

Mesmo advertido por outra pessoa de que estava praticando preconceito, o rapaz afirmou: “preconceito não, pós-conceito! É feia igual a você”. Ediane enfatiza que mesmo com a dignidade ferida, ela não deixou com que as agressões tirassem a coragem de enfrentar a situação constrangedora.

“Fiz esse ensaio para quebrar qualquer tipo de preconceito. Para que as pessoas se aceitem do jeito que são. Não vou baixar a cabeça, é por isso que existe preconceito hoje, porque as pessoas não lutam pelos seus direitos, mas vou lutar pelo meu. Como mulher, mãe e negra me senti ofendida, justamente pelo momento que estou passando [a gravidez]”, enfatiza a universitária.

Ediane conta ainda que ficou abalada com a situação que classifica como inadmissível. Ela lembra que o racismo ainda é recorrente na sociedade, mas que casos como o dela não são solucionados por falta de denúncia.

“Essa questão é pouco discutida, mas muito séria. Espero que se faça justiça. Não sei se, por meio da minha denúncia, vou mudar alguma coisa, mas vou confiar nas instituições”, finaliza.

Do G1 Acre

Ampliando conhecimentos, xadrez é difundido na rede pública de ensino

Já são 130 alunos de xadrez atendidos pelo Estado. Do encontro com o governador Tião Viana, saiu o compromisso de realização de atividades para promoção do xadrez ainda este ano.

 Por Arison Jardim Assessoria 

“O mundo é muito mais amplo do que eu via antes de jogar xadrez”, afirma Roberto Molina, mestre internacional da modalidade. Em uma parceria com o governo do Estado e a Federação Acreana de Xadrez, ele está no Acre para treinamento dos enxadristas locais.

Na última sexta-feira, 15, o governador Tião Viana recebeu Molina e o presidente da Federação, Luiz Carlos de Oliveira, para o planejamento de novas atividades de promoção desse “esporte que agrega ciência e arte”, como afirma o mestre internacional.

O novo momento do xadrez no Acre se dá com a criação do Instituto de Matemática, Ciência e Filosofia (IMCF), no Centro de Referência de Inovações Educacionais (Crie), do governo do Estado. Este ano, já estão sendo planejados um torneio internacional em Rio Branco e uma grande atividade no centro da cidade, aberta ao público.

Em dois anos, a parceria já começa a colher frutos, que ajudam a fortalecer a prática do esporte. Até 2015, o Acre tinha apenas seis pessoas incluídas no ranking internacional, hoje já são em torno de 20. O estado também já conquistou um segundo lugar na Região Norte.

“Com essa parceria entre o governo do Estado e a Federação, podemos dizer que hoje o xadrez está crescendo não só em Rio Branco, mas também em todo o estado. Estamos atendendo 130 alunos diretamente, alguns entre iniciantes e intermediários e outros já de forma profissional”, afirma Oliveira.

Para além dos resultados profissionais, Tião Viana vê nessa prática uma forma de aprimorar o conhecimento. “O xadrez é uma referência. É o caminho para a ampliação do futuro dos jovens acreanos”, afirmou.

Treinamento

Agora, o trabalho é para aumentar o nível dos profissionais, além de qualificar ainda mais professores que possam multiplicar o ensino das técnicas. “Nossa meta agora é incluir o Acre entre os melhores da Região Norte. Por isso, estamos aqui com o mestre internacional Molina ajudando na profissionalização dos nossos representantes”, explica Oliveira.

“Acredito que agora está havendo um trabalho com foco de profissionalizar a prática do xadrez. Com minha vinda aqui, vou passar técnicas e ferramentas para elevar o esporte a um nível acima de treino e ensino”, afirma Molina.

O treinador e mestre descobriu o xadrez aos sete anos de idade, e desde então foi seguindo os caminhos até ver que, além de competir profissionalmente, poderia se tornar multiplicador de conhecimento. “Aos 12 anos, jogando um torneio escolar na minha terra natal, Minas Gerais, descobri um outro lado do xadrez: o da ciência e depois o da arte”, relata.

Molina explica ainda que esse esporte é completo. Na derrota ou na vitória, o atleta precisa aprender a aceitar com humildade o resultado, por exemplo. Além disso, Molina explica ainda que o xadrez trabalha muito a tomada de decisão, que pode ser aplicada tanto para um empresário como para um aluno. “Às vezes a pessoa vai pensar duas vezes antes de tomar uma decisão, pois na hora de jogar uma peça é uma questão individual.”

Com um olhar concentrado, como se estivesse em um momento peculiar no tabuleiro, Molina fala das mudanças que pôde sentir em si próprio com a prática contínua. “No aprendizado de línguas estrangeiras, por exemplo, pude perceber uma facilidade muito grande. Fui vendo que o mundo é bem mais amplo do que Belo Horizonte [capital do seu estado]. É uma oportunidade para todos.”

  Veja o Vídeo 

Acreana investe R$ 6 mil para personalizar fusca com cor rosa e colocar ‘cílios’

Diana Reis conta que mudanças em fusca levaram ao menos 4 meses e que precisou pesquisar peças na internet. Motorista diz que pessoas ficam curiosas quando veem o veículo na rua.

Diana investiu R$ 6 mil para deixar fusca na cor rosa. Ela personalizou volante, painel, estofados e até os cintos de segurança (Foto: Diana Reis/Arquivo Pessoal)

Apaixonada por carros, a acreana Diana Reis decidiu investir R$ 6 mil para personalizar um fusca com tapeçaria no teto, piso, bancos e portas na cor rosa, além de colocar ‘cílios’ no veículo.

A motorista conta que para realizar o sonho precisou pesquisar as peças na internet, pois não encontrava o material no modelo adequado em Rio Branco. Ela conta que somente o jogo de pneus para rodas modificadas custou R$ 3 mil.

Dentro do carro, Diana personalizou de rosa o teto, volante, bancos, cintos de segurança, pedais, maçanetas, painel, marcha e até o freio de mão. Além do rosa pink, o carro tem detalhes na cor rosa bebê e lilás.

Todo o projeto levou ao menos quatro meses para ficar pronto. Toda a parte elétrica custou ao menos R$ 800 entre mão de obra e material. O carro não tinha luz interna, por exemplo, e agora tem uma de LED.

Diana conta que sempre teve sonho de personalizar carro e que faria investimento novamente (Foto: Diana Reis/Arquivo Pessoal)

“Como é um carro que não é mais fabricado, há dificuldade de encontrar as peças nas lojas locais. Se você comprar um produto qualquer sem consultar o vendedor muitas vezes não para instalar. As rodas antigas não tinham como ser adaptadas, então, tive que comprar tudo novo”, conta.

Diana faz parte do “Penelop’s Clube” que tem ao menos 12 mulheres com carros modificados e que usam como inspiração a personagem de desenho animado Penélope Charmosa.

A motorista diz que pretende fazer novas modificações no veículo e destaca que o fusca rosa tem feito sucesso por onde passa e até participou do desfile cívico em Rio Branco no dia 7 de Setembro.

“As pessoas ficam muito curiosas e os cílios também chamam muita atenção. Era o meu sonho e se eu pudesse faria tudo de novo. Tudo valeu muito a pena, pois um sonho não tem preço, não tem dinheiro que pague”, finaliza.

Do G1 Acre

Ministério do Turismo reconhece potencial de 14 cidades acreanas

Praticar o ecoturismo é uma das possibilidades no Acre. O Mapa do Turismo Brasileiro foi divulgado na última quinta-feira, 14, com a lista de 3.285 municípios de 328 regiões turísticas.

O Acre foi um dos estados que registrou crescimento quando comparado à última edição do levantamento, divulgada em 2016.

O mapa do turismo no estado cresceu 40%. Cinco municípios foram inseridos e um, excluído. Agora são 14 as cidades que demonstraram interesse em trabalhar com o turismo e desenvolver a economia em cinco regiões acreanas.

Esse crescimento é resultado das políticas públicas implementadas no setor pelo governo do Acre. Todas as áreas foram identificadas e classificadas para receber os investimentos adequados.

“Tivemos a oportunidade de inserir novos dados para compor o mapa. Foi um trabalho intenso de diálogo com as prefeituras e empresários. Órgãos foram criados para gerir o turismo e as cadeias que ele movimenta”, lembrou Rachel Moreira, titular da Secretaria de Estado de Turismo e Lazer (Setul).

A atualização periódica do Mapa é parte das ações do Plano Brasil + Turismo, do governo federal, para fortalecer o setor no país.

No Acre apenas Rio Branco alcançou classificação A – as demais cidades figuram entre as categorias D e E. Os destinos ainda não possuem grande fluxo turístico e precisam de mais apoio para geração de empregos e locais para hospedagem.

“É por meio da categorização e do mapa que as prefeituras podem concorrer e receber recursos dos editais disponibilizados pelo governo federal. Quem compõe o relatório também pode receber os recursos do Estado”, afirmou Rachel Moreira.

Veja as fotos: Festival de Praia em Assis Brasil é sucesso de público

Essa festa movimenta a cidade e aquece a economia local. Festival de Praia Trinacional no município de Assis Brasil reúne mais de dez mil pessoas.

O presidente da Associação, Jesus Pilique, disse que o evento foi um sucesso de público. Foto: Jardy Lopes

O Festival Trinacional chega a sua 13ª edição em alto estilo e com a participação de milhares de pessoas Brasil, Peru e Bolívia. O evento é organizado pela Associação Comercial e Industrial de Assis Brasil, em parceria, com a prefeitura do município, governo do Estado, Sebrae, Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia.

O festival recebeu esse nome por ser realizado na tríplice fronteira do país. São três noites de festas, tendo iniciado na sexta-feira (08) e a com conclusão da festividade neste domingo (10).

Na edição deste ano, mais de sete bandas musicais se apresentaram na festa, fazendo a alegria do público que veio de vários lugares do Estado. Além das atrações musicais, o ápice da festa é a escolha da garota verão trinacional.

O deputado estadual Jenilson Leite ( PCdoB), que é um dos apoiadores do evento, diz que é um dos mais belos eventos multicultural do Acre e enalteceu o trabalho da associação comercial. ” Parabenizo o Pilique pelo ótimo trabalho que vem fazendo em prol dos moradores dessa cidade à frente da associação comercial de Assis Brasil, e também parabenizo o público que veio prestigiar este magnífico evento. Que além da conotação festiva, representa uma melhora na economia”.

O presidente da Associação Comercial organizadora do evento, Jesus Pilique, disse que o festival tem por objetivo aquecer a economia local e também da visibilidade a cultura do município.

"Estamos resgatando o maior evento popular de Assis Brasil. Essa festa movimenta a cidade e aqueceu a econômia local, além de oportunizar lazer e diversão pra nossa gente, disse Pilique.

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Foto: Jardy Lopes

Governo estuda potencialidade de turismo científico no Seringal Bom Destino

A proposta é que o sítio seja palco do primeiro Centro de Estudos de Abelhas Nativas do estado.

Localizado em Porto Acre, berço da Revolução Acreana, o sítio histórico ambiental Seringal Bom Destino pode se tornar rota de turismo científico no Acre, em breve. Na quarta-feira, 6, os gestores das secretarias de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof) e Turismo e Lazer (Setul) visitaram o local para avaliar suas potencialidades.

Além de vasta diversidade e trilhas, o seringal também agrega um meliponário, que é a coleção de colméias de abelhas sem ferrão. As 22 caixas com as espécies, instaladas no ano passado, já passam por processo de multiplicação – etapa importante que garante crescimento, evitando a necessidade de se retirar outras colméias da natureza.

A proposta é que sítio seja palco do primeiro Centro de Estudos de Abelhas Nativas do estado, atraindo pesquisadores, turistas e toda sociedade científica. A iniciativa, ao mesmo tempo em que gera emprego e renda na região, contribui com o desenvolvimento da ciência biológica.

“A ideia é tornar esse ambiente atrativo para o turismo científico, principalmente, voltado para o estudo de abelhas nativas e toda a riqueza que elas podem gerar aos moradores da Amazônia”, salientou a secretária de Turismo Rachel Moreira.

Thaumaturgo Neto, secretário da Seaprof, observa que a iniciativa junta produção, ciência e turismo. “O Seringal possui toda uma estrutura para receber a sociedade acadêmica, interessada no estudo nas melíponas. Além de incentivarmos a produção dessa cadeia em ascensão, vamos impulsionar a comunidade científica e turismo nessa região”, destacou.

Programa do Mel

Atualmente, mais de 700 produtores em todo o Acre, atuam na cadeia produtiva do mel, impulsionada pelo Estado, por meio da Seaprof. A meliponicultura, além de contribuir com a conservação do meio ambiente, gera renda para essas famílias, uma vez que o mel da abelha nativa tem maior preço de mercado.

“O produtor é contemplado com a doação das colméias, assistência técnica do governo, pela Seaprof, e ainda, como se não bastasse, toma o mel, melhorando sua dieta alimentar, e vende o produto por um preço diferenciado”, explicou a coordenadora da cadeia produtiva do mel, Maria Edna Costa.

Além da viabilidade econômica, há ainda uma outra vantagem na produção de mel que é a possibilidade de pessoas mais idosas desenvolverem a atividade, como forma de terapia.

Tudo pronto para o 13 Festival de Praia de Assis Brasil

A Associação Comercial de Assis Brasil está resgatando o mais tradicional evento da cidade, o Festival de Praia Trinacional. 

O evento vai acontecer este final de semana, depois de quatro anos sem ser realizado. O presidente da Associação, Jesus Pilique, disse que o evento tem tudo pra ser um sucesso e voltar ao cenário regional.

"Estamos resgatando o maior evento popular de Assis Brasil. Essa festa movimenta a cidade e aquece a economia local, além de oportunizar lazer e diversão pra nossa gente. Estamos nos empenhando ao máximo para garantir a segurança, boa alimentação e muita música animada a todos que participarem", disse Pilique.

O evento está sendo realizado pela Associação Comercial e tem o apoio do Governo do Estado, Sebrae, Prefeitura, Banco do Brasil, Caixa, Basa, Deputado Jenilson Leite, Deputada Leila Galvão e Senador Petecão.

A festa na praia começa nesta sexta-feira e vai até domingo. Entre as atrações haverá a escolha da garota verão 2017, festival gastronômico e a atração musical internacional, Banda Rio Claro, de Lima no Peru.