A prisão mais temida do mundo, localizada entre a Rússia e o Cazaquistão

Operada pelo Serviço Penitenciário Federal do país, ela detém hoje criminosos como terroristas, canibais, pedófilos, maníacos e assassinos.

Conhecida como The Black Dophin (Golfinho Preto, em tradução livre), a Prison Colony IK-6, é uma prisão de segurança máxima localizada em Sol-Iletsk, Orenburg Oblast, na Rússia, junto à fronteira com Cazaquistão.

O símbolo de seu nome pode ser encontrado na entrada na prisão, como uma estátua de porte médio, em forma de um golfinho preto, que foi construída pelos internos. A IK-6 é uma das prisões mais antigas da região, com o propósito de ser usada apenas para sentenças de prisão perpétua. 

Atualmente, ela abriga cerca de 700 dos criminosos mais perigosos da Rússia, que juntos estimam-se ter cometido cerca de 4.000 assassinatos. Para chegar até ali, eles são vendados para que não possam mapear o local e planejar fugas.

O caminho até a cela é feito de maneira curiosa, de modo que os presos são curvados e algemados com as mãos para as costas, em uma “posição de estresse” que permite máximo controle por parte dos guardas.

As celas geralmente não são compartilhadas, apenas se necessário, e com no máximo duas pessoas. Cada cárcere possui um espaço muito pequeno, e com portas reforçadas com três camadas de aço.

Os presos em Black Dolphin são mantidos sob vigilância 24 horas por dia. Todos os dias, durante 90 minutos, eles são transportados para uma rotina de exercícios. Durante este período, as celas são revistas em busca de contrabando ou sinais de atividades ilícitas.

Os detentos também não têm permissão para descansar ou ficarem deitados em suas camas. Desde que são acordados, até a hora de dormir, são mantidos em movimento. E a cada 15 minutos os guardas conferem suas celas para verem se estão descumprindo as regras.

Aos prisioneiros só são permitidas leituras de livros e jornais, embora tenham permissão para portar um rádio. Quanto a comida, apenas sopa e pão são servidos, quatro vezes por dia.

Black Dolphin, assim como outras dezenas de prisões na Rússia, já foram comparadas ao sistema de gulag (campos de trabalhos forçados para criminosos), da antiga União Soviética. A administração do local é tão “linha-dura”, que os presos por vezes se mutilam em forma de protesto.

No entanto, embora tenham havido rumores sobre o abuso de presos e falta de conduta apropriada na penitenciária, a maior parte feitas por ativistas dos Direitos Humanos, não há relatórios ou reclamações confirmadas.

Fonte: Porque no se me ocurrio

Casal contrata “barriga de aluguel” e ficam chocados com o que veem

Infelizmente, não são todos os casais que conseguem ter filhos. No entanto, a ciência já criou diversas maneiras que possibilitam que estas pessoas se tornem pais.

Entre elas está o método de barriga de aluguel (embora a prática de pagar para ter um filho é proibido no Brasil), que normalmente é feito por inseminação artificial. Este foi o caso de Joanna e Steve, um casal de Los Angeles, EUA.

O casal conheceu uma jovem de 21 anos, chamada Shaniece Sturdy, que, após assistir um documentário sobre barriga de aluguel, decidiu que queria ajudar esse tipo pessoa. Sturdy, que já era mãe, decidiu que estava preparada para alugar seu ventre, na esperança de que isso mudasse sua vida e a de outras pessoas.

“Eu quero ajudar um casal a conseguir realizar o sonho de ter filhos, além de me dedicar a criar e cuidar do meu amado filho“, disse a jovem.

No entanto, Sturdy percebeu que os requisitos para o processo de seleção de barriga de aluguel eram muitos exigentes e, por isso, ficou com medo de ser recusada. Além disso, considerou que as pessoas a julgariam por isso e que sua família certamente não aprovaria e, portanto, decidiu fazer 

Ela então encontrou Joanna e Steve, um casal que sonhava em ter filho. Avisando-os de que só o faria se passasse por todo o processo sozinha, em meio ao processo ela acabou conhecendo-os melhor, e logo foi convencida de que eles eram os únicos que podiam ajudar.

ssim, Shaniece se mudou para Los Angeles para passar pelo processo de inseminação artificial. Uma vez confirmada a gravidez, a grande dúvida do trio era sobre o sexo do bebê. Mas, algo os intrigava: a barriga de Shaniece estava crescendo mais do que o normal.

Assim, quando o médico decidiu fazer o primeiro ultrassom, o trio foi surpreendido pelo fato de que a moça estava carregando gêmeos. Embora emocionados, eventualmente eles descobriram que as surpresas não acabavam por aí.

Meses depois, após uma nova ultrassonografia, o trio descobriu que os gêmeos eram na verdade trigêmeos. Muito mais impressionante do que isso, só o fato de que eles eram trigêmeos idênticos, o que é extremamente incomum, uma vez que um único zigoto normalmente se divide em apenas dois – em casos mais comuns.

As crianças, que foram nomeadas como Daisy, Willow e Harrison, nasceram com saúde e logo conheceram os pais. Eles foram considerados os primeiros trigêmeos idênticos monozigóticos nascidos no útero de aluguel de uma mãe jovem.

Shaniece foi nomeada pelo casal como madrinha das crianças, e ainda mantém um relacionamento amigável com eles, visitando as crianças regularmente. Ela confessou se sentir orgulhosa de sua decisão e feliz por tornado o sonho de uma família possível.

“Eu sei que tenho apenas 21 anos e que carregar o filho dos outros em meu útero é uma grande responsabilidade, mas também sei que foi a melhor experiência da minha vida (seguido do nascimento de meu próprio filho). Tenho certeza de que Joanna e Steve serão ótimos pais porque eu tive todo deles ao longo do processo“, disse Shaniece.

Porque no se me ocurrio / Fotos: Reprodução / Porque no se me ocurrio

Pesquisadores descobriram que o rato-toupeira-pelado não envelhece

Os ratos-toupeira-pelado (espécie Heterocephalus glaber) já foram objetos de muitos estudos.

Por meio destes, cientistas já descobriram que esses animais são imunes ao câncer e capazes de sobreviver até 18 minutos sem oxigênio.

Agora, uma equipe de pesquisadores de uma empresa de biotecnologia da Google, a Calico Labs, fez uma descoberta ainda mais impressionante. Eles verificaram que esses curiosos roedores são capazes de desafiar todas as lógicas do envelhecimento, segundo informações da Muy Interesante.

Para todos os mamíferos, o risco de morte aumenta à medida que envelhecem. Essa ideia é descrita pela lei de Gompertz-Makeham, uma equação matemática que descreve a relação do aumento da taxa de mortalidade junto ao tempo.

Para os seres humanos, o risco quase dobra todos os anos após os 30 anos de idade. Este, no entanto, não é o caso com os ratos-toupeira-pelado, uma espécie de roedor que se esconde nos desertos da África Oriental e é considerada em muitos lugares uma praga, uma vez que se alimenta de raízes e tubérculos.

“Para mim, esta informação é a mais emocionante que já obtive e vai contra tudo o que sabemos em termos de biologia de mamíferos“, explicou a pesquisadora Rochelle Buffenstein, líder do trabalho, que estuda a espécie há mais de 30 anos.

Após analisar os registros de 3.299 ratos-toupeira-pelado, ela descobriu que o risco de mortalidade permaneceu em cerca de 1 em 10.000 para o resto da vida dos ratos.

A H. glaber atinge a maturidade sexual aos seis meses de idade. Embora a expectativa de vida média em um espécime de laboratório seja de cerca de 6 anos, em habitat natural algumas podem viver mais de 30 anos, e ainda serem capazes de se reproduzir.

“Nossa pesquisa mostrou que os ratos-toupeira-pelado não envelhecem do mesmo modo que outros mamíferos e, de fato, mostram poucos ou nenhum sinal de envelhecimento e seu risco de morte não aumenta 25 vezes mais após o tempo de maturação reprodutiva“, explicou Buffenstein.

De acordo com os pesquisadores, os achados reforçam a crença de que a espécie é ainda mais excepcional do que pensamos e deve ser estuda ainda mais para ampliarmos nossa compreensão de seus mecanismos biológicos da longevidade. No entanto, mais pesquisas devem ser feitas para verificar se essa tendência pode ser observada após 30 anos de vida.

Atualmente, o rato-toupeira-pelado mais velho do mundo tem 35 anos e vive no laboratório de Buffenstein.  

Por Muy Interesante

Mãe dá à luz “bebê sereia” e médicos não determinar seu gênero

O bebê morreu apenas quatro horas depois do nascimento, e os médicos foram incapazes de determinar seu gênero.

Muskura Bibi, 23 anos, do leste da Índia, deu à luz um bebê vítima de uma condição extremamente rara que prejudicou o desenvolvimento de suas pernas, chamada de Síndrome da Sereia, chamada clinicamente de Sirenomelia.

Os pais da criança afirmaram não poder pagar por exames e medicamentos durante a gravidez. Logo, não sabiam da condição do bebê até o nascimento, que ocorreu por meio de um parto normal no hospital Chittaranjan Deva Sadan, administrado pelo governo de Kolkata, no leste da Índia.

“Os pais são trabalhadores, mas não buscaram a medicação adequada durante a gravidez por falta de dinheiro”, disse um médico do hospital, Dr. Sudip Saha. “Descobrimos que a mãe não havia feito ultrassonografia durante a gestação”.

“Nunca tinha visto um bebê desse tipo antes. É o primeiro caso de Sirenomelia no estado e o segundo no país”, afirmou. “O bebê teve formação normal na parte superior do corpo, mas abaixo da cintura suas pernas foram fundidas, não se desenvolvendo completamente. A falta de nutrição adequada e a circulação sanguínea imprópria para o bebê podem criar esse tipo de anormalidade“, acrescentou.

Em 2016, uma mulher de Uttar Pradeash, no norte da Índia, deu à luz o primeiro “bebê sereia” conhecido do país, mas que só sobreviveu por 10 minutos.

De acordo com a historiadora médica Lindsey Fitzharris, com doutorado da Universidade de Oxford, a condição, que é extremamente fatal, ocorre quando o cordão umbilical não consegue formar duas artérias. Como resultado, o suprimento de sangue para o feto é prejudicado: “Não há relatos de pessoas com esta condição que sobreviveram”, disse. “A maioria morre nos dias depois devido a insuficiência renal e da bexiga“.

Também conhecida como Sirenomelia, trata-se de uma doença extremamente rara que causa uma fusão parcial ou completa das pernas. Ela é afeta um entre 60.000 e 100.000 nascimentos, que desenvolvem complicações gastrointestinais e rins subdesenvolvidos ou ausentes.

As causas ainda são desconhecidas – embora existam teorias não aceitas por toda a comunidade científica. A maioria dos pacientes morre logo após o parto devido a complicações pulmonares e defeitos cardíacos, de acordo com informações da Organização Nacional para Distúrbios Raros.

Por Daily Mail

Brasileiro vira ‘chef da maconha’ no Uruguai e faz até jantar para idosos

Gustavo Colombeck diz que já recebeu proposta para trabalhar na Europa e chega a atender grupos de até 130 pessoas – mas sonha que a erva seja liberada pelo STF para que possa cozinhar no Brasil.

Gustavo Colombeck deixou o Espírito Santo para morar no Uruguai e se tornar um chef canábico (Foto: Arquivo pessoal via BBC)

Um prato bem servido de macarrão chega esfumaçando à mesa e enche os olhos ao ser coberto por uma generosa porção de molho de tomates frescos com frutos do mar. Quem experimenta a iguaria busca o sabor e a sensação de um ingrediente incomum: a maconha.

Em abril de 2017, Gustavo Colombeck, de 27 anos, deixou Vitória, no Espírito Santo, para se dedicar à culinária canábica no Uruguai, onde o consumo da erva é permitido. Nos primeiros meses, trabalhou em um hostel em troca de um lugar para dormir e uma ajuda de custo. Mas logo o jovem, que cursou gastronomia na terra natal, percebeu que poderia usar seu conhecimento sobre a maconha para ganhar dinheiro.

“Vi que as pessoas vendiam muitos cookies e brownies com maconha. Eu já tinha testado algumas receitas canábicas e resolvi fazer o mesmo com alfajores, que é o doce mais consumido no Uruguai. Montei uma barraca numa feira e logo no primeiro dia vendi os 30 que fiz”, conta ele à BBC Brasil em São Paulo.

Menos de um ano depois, o jovem se tornou uma referência na culinária canábica. Ele conta que sua agenda já está cheia até novembro e que já recebeu propostas para trabalhar em restaurantes na Europa. Mas Colombeck quer ficar no Uruguai mais um ano e depois se mudar para a Califórnia (EUA), hoje o maior mercado de maconha do mundo.

Ele diz ter identificado cerca 20 grandes chefs especializados em cannabis em todo o mundo – a maior parte nos Estados Unidos. Uma delas é Millie Fernandez, conhecida por cozinhar para os rappers Snoop Dogg e Tyga.

Segundo o chef canábico brasileiro, o músico Marcelo D2 já comeu um de seus pratos no Uruguai.

‘Não é só ficar chapado’

Colombeck, o “sobrenome” que o jovem adotou profissionalmente, é uma gíria que surgiu enquanto seus amigos brincavam sobre sua habilidade em “colar um beck (cigarro de maconha) em qualquer situação”.

Ele afirma que fez muitos testes, inclusive em laboratório, além de estudos incansáveis à beira do fogão para saber o momento ideal para acrescentar maconha em cada um de seus pratos. A intenção é causar efeito um psicoativo semelhante ao de fumar ou vaporizar a erva e, mas também ter o controle de sua dosagem.

Para manter o sabor das flores da maconha em suas receitas e ainda “dar um barato”, o chef usa azeite ou manteiga à base de cannabis durante o cozimento. Isso porque o THC (tetrahidrocanabinol – princípio ativo da maconha) é ativado após as flores da erva serem infusionadas em algum óleo ou gordura numa reação chamada de descarboxilação.

Mas Colombeck explica que também é possível ativar o THC ao infusionar a erva diretamente durante o preparo de carnes com gordura, alguns peixes e receitas com leite, como o escondidinho.

Talharim com molho de frutos do mar e maconha feito por Gustavo Colombeck (Foto: Arquivo pessoal via BBC)

“É necessário muito estudo para saber a hora certa de aplicar a maconha em cada receita. Se você colocar na hora errada, pode ficar muito fraco, perder o sabor ou te derrubar com uma brisa muito forte. A intenção não é só ficar chapado, mas sentir o sabor da genética (variedade de maconha) usada, da entrada à sobremesa, com uma experiência natural e leve”, explica.

O cardápio canábico de Colombeck tem desde massas e carnes a sorvetes e drinks. Tudo feito de acordo com o paladar e consumo de maconha de cada cliente.

“As pessoas têm receio de comer comida com maconha e passar mal. E estão certas. É muito fácil errar a proporção e colocar muita erva. Para evitar isso, eu faço uma entrevista antes do preparo de cada prato para saber qual a dosagem ideal para cada pessoa. Se ela nunca fumou maconha, faço algo bem leve. Passo o dia todo me preparando, porque cada jantar é personalizado”, conta.

Da raiz à semente

A folha da maconha é o principal símbolo usado para representar a cannabis, mas não é a parte da planta com a maior concentração de THC. Muitos não sabem, mas o que os usuários moem para fumar ou usar como remédio são as flores – ou buds -, onde está a maior porção do princípio ativo da erva.

Mas o chef reaproveita as folhas, sementes, talos e até a raiz da planta em sua cozinha.

“É possível fazer leite, azeite e farinha com as sementes depois de secá-las. Uso os talos para fazer parrilla de defumação para colocar na brasa da churrasqueira e com as raízes eu faço um chá muito bom para o estômago. As folhas são ótimas para decorar e fazer temperos secos”, afirma Colombeck.

Cada parte da planta precisa de um cuidado específico antes de ser consumida. As raízes, por exemplo, ficam pelo menos uma semana de molho na água para que o fertilizante usado no cultivo da planta seja retirado. Há pessoas que ainda usam a erva para fazer óleo para massagem, sabonete, lubrificante e até supositório contra cólica menstrual.

O chef alerta, porém, que pessoas que não conhecem a procedência da maconha que consomem precisam redobrar os cuidados. No Brasil, a maior parte da cannabis consumida é comercializada na forma prensada, considerada de baixa qualidade. Ela é vendida em pedaços ou em blocos inteiros, contrabandeada principalmente via Paraguai.

Nesses casos, o chef diz que é necessário que a maconha seja lavada em água morna, secada e depois colocada num pote de vidro para curar antes do uso culinário. Colombeck diz que essa técnica faz a planta ficar mais limpa – pois algumas chegam a mofar por causa da umidade – e ajuda a melhorar o sabor. Ele afirma que a lavagem não tira a potência psicoativa da erva, já que o THC não se dissolve na água.

Ele explica que 75 gramas de flores de maconha chegam a render cerca de 5 litros de azeite canábico.

“Em breve, vou lançar um canal no YouTube para ensinar todos esses passos. Quero mostrar que dá certo lavar o prensado para tirar suas impurezas e fazer receitas. Não é porque a pessoa não tem acesso a uma maconha de qualidade que ela vai deixar de cozinhar”, afirma.

Sobremesa de banana com chocolate infusionado com a genética de maconha, Chocolopes (Foto: Arquivo pessoal via BBC)

Para o chef, a legalização da maconha no Brasil é uma questão de tempo e a culinária canábica, “mais uma frente de luta nesse sentido”.

“Imagine um pai poder colocar leite com cannabis na mamadeira para aliviar as crises de epilepsia de seu filho? Ou fazer um suco detox com maconha para tomar e relaxar depois de um exercício físico? Em 2018 eu quero mostrar que isso é possível, de forma simples e segura”, afirma.

Jantar para idosos

Alguns jantares feitos pelo chef são oferecidos na casa onde mora em Montevidéu com o youtuber brasileiro Henrique Reichert, do canal “Eu, a Maconha e uma Câmera”, que usa as redes sociais para ensinar a cultivar cannabis. O jantar geralmente é servido no quintal para casais ou grupos de até dez pessoas.

Mas há exceções, como coquetéis para grupos maiores em clubes canábicos e empresas, com degustações e petiscos. Nesses eventos externos, o chef coloca seus ingredientes e utensílios dentro de uma mochila de escalada e faz o banquete na casa ou salão do cliente.

Ele conta que ele atende até cinco pessoas por semana em sua casa e faz dois eventos externos por semana. O maior deles tinha 130 pessoas.

O preço da exclusividade é US$ 150 por pessoa (cerca de R$ 500), com direito a entrada, prato principal e sobremesa. Se o cliente optar apenas pelo prato principal, paga US$ 50.

Mesmo ilegal, o último jantar que Colombeck ofereceu foi há uma semana, no Rio de Janeiro. Seus clientes eram quatro idosos com idades entre 60 e 75 anos.

Quem contratou o banquete foi Felipe, de 75 anos. Ele contou à BBC Brasil que conheceu o chef em dezembro, quando visitou a Expocannabis, feira destinada à maconha, no Uruguai.

“Depois da exposição, fomos convidados a um jantar, onde eu conheci o Gustavo. A comida era maravilhosa e eu disse que ele precisaria fazer o mesmo para meus amigos no Rio quando ele fosse ao Brasil”, conta.

Assim como escolhe um vinho ou molho de pimentas na prateleira do supermercado, ele e cada um de seus amigos disseram a Colombeck quanto THC queriam na comida.

“Eu e mais dois amigos pedimos a dosagem mais forte e outros dois, a mais fraca. Ele fez um namorado recheado com legumes e cogumelos. Todos nós sentimos uma brisa incrível e um sabor espetacular, na dosagem correta”, conta Felipe.

Gustavo Colombeck faz jantar para grupo de idosos no Rio de Janeiro durante passagem pelo Brasil (Foto: Arquivo pessoal via BBC)

Ele disse que não se cansa de recomendar a culinária canábica para seus amigos e convidá-los a comer uma refeição feita por Colombeck no Uruguai.

“É uma experiência inesquecível. É triste pensar que temos de viajar para a Holanda, Estados Unidos ou Uruguai para vivenciar algo assim. Isso mostra o quanto vivemos num país opressor, que tem preconceito e criminaliza os usuários de maconha, uma simples planta.”

Mercado brasileiro

O chef conta que, embora planeje morar nos Estados Unidos, sonha em voltar e trabalhar com maconha no Brasil. Para ele, a proibição do uso da erva impede que o país ganhe dinheiro e se desenvolva.

“O brasileiro é muito criativo e, ao invés de (o país) estimular isso, está exportando seu conhecimento. O Uruguai, por outro lado, abre os braços para pessoas com ideias e projetos novos. Isso é causado pelo preconceito que muitos brasileiros ainda têm com maconha, por falta conhecimento. Eu faço minha parte e levo informação para o maior número possível de pessoas”, afirma.

Uma de suas referências na cozinha é o paulistano Alex Atala. Ele diz que o reconhecido chef brasileiro poderia usar seu conhecimento e popularidade para fazer receitas com maconha e mostrar que a planta não é prejudicial.

“Eu vi ele (Alex Atala) fumando (o que parecia ser) um baseado em uma série da Netflix. Eu queria perguntar para ele se ele usa maconha na comida que faz em casa. Fico imaginando como um cara admirado desses poderia revolucionar a culinária e cultura de um país.”

A ação sobre a descriminalização do uso de maconha está no Supremo Tribunal Federal (STF) desde 2011, e até agora só três ministros votaram.

O relator do caso, Gilmar Mendes, defendeu a descriminalização de todas as drogas em agosto de 2015. Edson Fachin e Luís Roberto Barroso foram favoráveis à descriminalização apenas da maconha.

O último pedido de vista foi de Teori Zavascki, que interrompeu o julgamento em setembro de 2015. Agora, cabe ao ministro Alexandre de Moraes (que herdou a cadeira de Zavascki) devolver o processo à pauta.

O caso criará regra para todos os processos similares. Se a ação sair vitoriosa, a posse de maconha para uso próprio não será mais considerada crime, como ocorre hoje.

Fonte: g1globo.com

Homem é flagrado estuprando galinhas até a morte no Quênia

Ele teria estuprado os animais até a morte. O caso aconteceu em Kapkewn, no Quênia.

Um homem que não teve o nome divulgado foi flagrado tentando esconder os corpos de duas galinhas.

De acordo com informações divulgadas no Portal da Holanda, o suspeito teria roubado as galinhas de um vizinho e abusado sexualmente durante a noite.

O dono dos animais, que também não teve o nome divulgado, disse que ficou chocado com o que viu e exigiu 15 euros por cada galinha, para poder desculpá-lo. Porém, ele afirmou que não queria ver o estuprador perto de sua casa.

A comunidade onde aconteceu o caso ficou chocada e chegou a agredir o estuprador. Ele também foi obrigado desfilar com as galinhas nas mãos.

Portal da Holanda

Suspeito mais procurado da Bolívia é preso no município da Grande em SP

Eliot Leon Fernandez, suspeito mais procurado das autoridades bolivianas, foi preso por uma equipe da Polícia Militar em Santo André, município da Grande São Paulo, numa trama digna de roteiro de cinema.

Eliot e seu irmão Israel, preso na Bolívia, são suspeitos de cometer o duplo homicídio do casal de jovens Carla e Jesus durante a madrugada de Ano Novo na cidade de La Paz, capital da Bolívia.

O crime abalou o país e chegou a mobilizar centenas de policiais à procura de Eliot e provocou o pronunciamento do presidente da Bolívia, Evo Morales, que pediu todo o rigor da lei para os suspeitos.

A prisão

O sargento Marcelo Rego da Força Tática, da PM de Santo André, confirmou que uma denúncia anônima levou sua equipe até uma residência no bairro Recreio Borda do Campo, na cidade da Grande São Paulo.

Lá, foram recebidos por uma família de amigos que abrigava o Eliot, que disse desconhecer os crimes dos quais o rapaz é suspeito.

Mais tarde, a reportagem descobriu que foi a dona da casa que ligou para polícia a pedido do próprio Eliot, que queria se entregar às autoridades brasileiras depois de ver suas fotos espalhadas nas redes sociais.

Eliot confessou aos policiais sua participação no crime e foi conduzido ao 2º DP de Santo André, onde o delegado informou que nada constava contra o suspeito no sistema da Polícia Civil. Em seguida, orientou os policiais militares a levá-lo até a PF (Polícia Federal).

Na PF, os militares receberam a mesma informação, de não existir mandado contra o suspeito, e foram orientados pelo delegado de plantão a levar Eliot até o Consulado Geral da Bolívia, na Vila Mariana.

Por força de lei, Eliot não poderia ser deportado já que não existe nenhum mandado contra ele no Brasil, mas, com o iminente risco de morte caso venha ser liberado no consulado, Eliot manifestou sua vontade de se entregar voluntariamente para ser repatriado.

Procurado foi assaltado

Eliot declarou para sua advogada, Patrícia Vega, que decidiu abandonar a mulher e filha no terminal de ônibus da Barra Funda para que ficassem em casa de familiares e “evitar que ela se complicasse caso alguém descobrir o crime”. Disse que ela nada sabia sobre as mortes.

Também declarou ter sido assaltado após deixar a rodoviária, quando levaram sua identidade e documentos. Foi quando solicitou ajuda de pessoas que o levaram a Santo André, onde o hospedaram na residência onde teria sido encontrado pela polícia.

Por último, disse que ficou surpreso ao assistir a um vídeo em que sua irmã o acusa de ter sido o autor das mortes e do estupro e que chorou muito ao ver a foto da sua mulher e filha nas redes sociais.

Próximas horas

Eliot deverá ser levado por autoridades bolivianas até o aeroporto de Guarulhos onde embarcará nesta tarde com destino a La Paz, capital da Bolívia, onde será preso.

Com exclusividade, a reportagem teve acesso as declarações feitas por Eliot no Consulado da Bolívia.

“Eu, Eliot Ismael Leon Fernandez, com C.I nº 9980630 declaro que me entrego no Brasil na cidade de São Paulo voluntariamente no consulado boliviano porque me acusam de assassinato e a polícia me procurava como principal suspeito e porque a minha esposa Pricila e a minha filha xx tem sido detidas e minha esposa esta gravida de sete meses, minha família esta sendo ameaçada de morte e é por isso que me entrego voluntariamente no consulado no Brasil.

Só esclareço que ninguém me obriga a voltar a Bolívia, que volto pela minha vontade para esclarecer do qual se me acusa em Bolívia e inclusive estou acompanhado da advogada Patrícia Vega.

São Paulo, 26 de janeiro de 2018

Assina Eliot Ismael Leon Fernandez"

Evo Morales fala da prisão

O presidente boliviano voltou a se pronunciar por meio da sua conta pessoal no Twitter, parabenizando policiais bolivianos, pela captura do fugitivo, apesar de eles não terem participado da ação.

noticias.r7.com

Jovens forçam irmã de 13 anos a fazer sexo com homem por R$ 30 em Tarauacá

Menina aparenta ter dez anos e está 'muito abalada', segundo delegado. Irmãos confessaram o crime e garota vai ser encaminhada para um abrigo.

Dois jovens foram presos suspeitos de negociar a própria irmã, de 13 anos, pela quantia de R$ 30 e forçá-la a fazer sexo com um homem. O caso ocorreu na Comunidade Igarapé Mamoré, a 58 quilômetros de Tarauacá. A menina está com o Conselho Tutelar e vai ser encaminhada para um abrigo.

Os acusados, que têm 22 e 23 anos, respectivamente, foram presos nesta sexta-feira (26) e vão responder por estupro de vulnerável. O delegado que investiga o caso, Alexnaldo Batista, disse que o episódio ocorreu após uma bebedeira. O suspeito de ter entregue o dinheiro aos irmãos e feito sexo com a menor ainda não foi capturado.

O delegado informou que a polícia soube do caso após moradores da comunidade denunciarem o caso ao Conselho Tutelar.

“Prendemos eles após denúncia de representantes do Conselho Tutelar. A menina ainda não foi ouvida, ela é muito humilde, tem 13 anos, mas parece que tem 10. Ela ainda vai ser ouvida. Está muito abalada, magoada, e não consegue entender porque os irmãos fizeram isso com ela. Passou por exames que confirmaram o abuso e os irmãos também confessaram”, falou.

Batista informou ainda que os irmãos vão ser encaminhados para o presídio. “Eles confessaram que venderam ela em uma bebedeira. O outro fugiu e conseguiu escapar, ele trabalha em uma fazenda e, quando viu a movimentação, fugiu, mas continuamos com as buscas”, finalizou.

Ainda conforme o delegado, a menina não tem pais e era a caçula de 12 irmãos. “Ela morava com os irmãos. O pai morreu e a mãe abandonou a família”, afirma.

Do G1 Acre

Policia já identificou autores de vídeo macabro em que jovem é decapitada

A delegacia de Homicídios já sabe quem são os autores do vídeo em que jovem de 19 anos, Déborah Bessa, aparece sendo cruelmente assassinada , em Rio Branco.

O vídeo foi divulgado nas redes sociais somente na manhã desta sexta-feira (26), mas a gravação já estava em poder da polícia a mais de uma semana e de acordo com o delegado responsável pelas investigações, Rêmulo Diniz, todos os envolvidos já foram identificados.

A polícia já conseguiu apurar que o vídeo foi gravado por uma mulher que já até foi chamada para prestar esclarecimentos na delegacia. O inquérito foi parcialmente concluído e o poder judiciário provocado a expedir os devidos mandados judiciais, dependendo a polícia apenas da autorização da justiça para prender os suspeitos.

No total, participaram da gravação duas mulheres e quatro homens, sendo dois deles menores, e devem ser indiciados pelos crimes de, homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Fonte: ac24horas

Vídeo mostra membro de facções decepando jovem em Rio Branco

O desfecho da história de Déborah Bessa, de 19 anos, ganha um novo capítulo brutal.

Após ser encontrada morta no último dia 13, em uma área de mata localizada no final da rua chapecoense região do bairro Caladinho, um vídeo de pouco mais de 50 segundos ganha as redes sociais nesta sexta-feira, 1. Nas imagens, um homem com uma camisa na cabeça segura a vitima pelo cabelo e desfere golpes de terçado deixando-a a agonizar até a morte. O carrasco de Débora age de forma fria enquanto a vitima clama pela vida. As imagens são fortes e não serão divulgadas pela reportagem.

Ao final do vídeo, os homens em forma de demonstrar poder, mencionaram a facção Comando Vermelho como responsável pelo ato de execução. Pelo menos três homens encapuzados participaram do crime.

Débora havia desaparecido no inicio do mês e a família começou a receber ligações que davam conta de que a jovem havia sido alvo de uma emboscada. A informação era de que Débora, que pertencia a facção criminosa Bonde dos 13, havia pego um mototáxi até a entrada do bairro Caladinho e lá foi abordada por criminosos ligados ao Comando Vermelho que a arrastaram para dentro da mata. O corpo teria sido esquartejado e enterrado em seguida.

Déborah havia se desligado do Bonde dos 13 há algum tempo, chegou a gravar um vídeo informando a sua saída da organização, mas a família acredita que ela tenha sido assassinada pela facção rival.

 Veja o Vídeo 

Por Ac24horas